CEO x GARÇONETE. MOCINHA VIRGEM E ÓRFÃ. GRUMPY x SUNSHINE. 10 ANOS MAIS JOVEM.
Sophie teve que aprender cedo a cuidar de si mesma depois de perder os pais num acidente. Ela é uma desenhista talentosa de 19 anos que luta para manter a bolsa de estudos na faculdade, enquanto à noite equilibra bandejas para pagar as contas e manter um teto sobre a sua cabeça.
Travis Beckert é a definição de intocável. CEO de um dos negócios mais bem-sucedidos da Califórnia, ele é tão impecável quanto os ternos que veste. Rico, fechado e avesso a sentimentos, Travis não perde tempo com quem ousa questioná-lo, até conhecer Sophie, a bela garçonete de olhos profundos e língua afiada que passou a atormentar a sua mente.
Ele não quer um relacionamento, mas a química entre eles é grande demais para ser ignorada. Quando menos se deu conta, tê-la para si tornou-se uma obsessão.
“A Garota do Beckert” tinha tudo para ser um bom livro, mas falha em seu desenvolvimento, principalmente no aprofundamento da história e dos personagens, não passando então de um livro bobinho que não tem nada de especial.
A história do livro é bem interessante, e os personagens até são carismáticos, mas o fast burn que a autora colocou nesse livro estragou tudo. O leitor mal teve chances de ler cenas entre Sophie e Travis antes deles começarem a se relacionar, e foi tudo rápido demais, o envolvimento rapidamente virou em amor, que virou em morar em conjunto que futuramente virou gravidez. Colocar tudo isso em 300 páginas e um curto espaço de tempo não é uma jogada muito genial, cansa o leitor.
Então apesar de início eu ter gostado do casal, eles não saem do lugar, não evoluem como pessoas, porque não tem muito o que evoluir, e a história deles não sai do lugar, o que torna tudo muito chato.
Ademais, a história não desenvolve os enredos secundários que são colocados, como por exemplo o trabalho de Sophie, a amizade da mesma com a Margot, o trabalho do Travis, a relação conturbada dele com os pais e por aí vai.
A verdade é que o objetivo da história é ótimo e cativante, mas o desenrolar não tem nada de inovador, tornando o livro ok
Esse foi o terceiro livro que li dessa autora. Os dois primeiros foram os mais recentes e eu amei muito muito, estão favoritados. Esse daqui eu achei a premissa boa mas esperava que a personalidade do homem seria mais parecida com a dos outros livros que li. Aqui foi mas de boa, não foi o mesmo sentimentos e expectativas a cada interação deles. Mas ainda sim foi um livro gostosinho de ler.