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Ética e Vergonha na Cara!

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Jogar lixo no chão, colar na prova, oferecer dinheiro em troca de algum benefício - todos esses são comportamentos que podem ser facilmente percebidos em nosso dia a dia, quase como se fossem situações corriqueiras e típicas da cultura brasileira. Mas de que maneira isso se reflete na formação de crianças e jovens? A corrupção estaria mais próxima de nossa vida cotidiana do que gostaríamos de supor? Como Mario Sergio Cortella e Clóvis de Barros Filho discutem nesse livro, seja em casa, seja na escola ou no trabalho, muitas vezes os meios utilizados para alcançar um objetivo acabam sendo tratados como uma questão menor diante dos resultados obtidos. Os autores lançam uma importante reflexão sobre o modo como orientamos nossas escolhas, mostrando de que forma a vergonha encontra seu lugar na ética, a fim de que possamos pensar e agir para além do comodismo e dos prazeres individuais.

111 pages, Paperback

First published January 1, 2014

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About the author

Mario Sergio Cortella

70 books353 followers
Mario Sergio Cortella (Londrina, 05 de março de 1954) é um filósofo brasileiro, mestre e doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde também é professor-titular do Departamento de Teologia e Ciência da Religião e da pós-graduação em Educação (Currículo), além de professor-convidado da Fundação Dom Cabral e do GVpec da FGV-SP.

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1 star
1 (<1%)
Displaying 1 - 18 of 18 reviews
Profile Image for João Victor.
135 reviews6 followers
March 21, 2016
Livro escrito em forma de diálogo entre Mario Sergio Cortella e Clovis de Barros Filho, dois nomes importantes dessa "nova" safra de escritores/palestrantes/professores/filósofos que estamos tendo a oportunidade de acompanhar. Não sou fã de livro escrito dessa forma, mas isso o torna de leitura fácil, com boas discussões de temas extremamente atuais.

Não é dos melhores livros de Cortella que já tive a oportunidade de ler, mas vale a pena.
Profile Image for Rafaell Miguel.
30 reviews7 followers
February 19, 2016
Muito interessante o livro. Linguagem extremamente simples, inúmeras anedotas para ilustrar conceitos filosóficos nem tão complicados assim, mas certamente abstratos, o que acaba por tornar a leitura muito fluida e prazerosa.

Não gostei muito da organização do livro nesse tom conversa, mas é pura predileção estilística de minha parte. A mensagem que o livro passa é muito bacana, otimista e impulsiona a criação e o cultivo de valores essenciais para o convívio em comunidade.

Quem já está habituado com as palestras e entrevistas dos autores vai achar até repetitivo, mas vale a pena.

Achei, entretanto, que poderia ter sido um pouco mais longo e aprofundado; evocando o conceito de felicidade para Clóvis de Barros Filho: acho que foi uma experiência tão prazerosa que eu não queria que acabasse nunca.
Profile Image for Bruno Gurgel.
87 reviews
September 15, 2020
Incrível como através de uma conversa podemos expandir o pensamento para situações vividas no dia de hoje.
Profile Image for Marcella.
96 reviews2 followers
February 29, 2020
Se você assistiu as palestras do Clovis que estão disponíveis no YouTube, você já leu o livro.

O livro parece conversa de velho. Clovis fala algo citando um monte de nomes e conecta com um monte de coisa. Cortella responde concordando, mas fala coisas dissociadas com o que Clovis disse anteriormente. Meio doido
Profile Image for Raul.
1 review3 followers
January 24, 2015

o livro é dividido em 10 capitulos onde os autores trabalham a ideia da ética e do escorreito, os capitulos se dividem em a etica da conveniência, a ilusão moral do foco no resultado, qual é o resultado que torna justo o caminho?, etica como instrução, não ha vida sem escolha e nao ha escolha sem valor, corrupção: consequencia do sistema?, uma questao de escolha, a corrupção e o sistema politico, a corrupção e a familia, é vergonhoso nao ser querido.
No primeiro capitulo, a etica da conveniencia, é trabalhada a ideia do relativismo moral, quer dizer, se é bom para mim, tudo bem, onde o sujeito ativo não se importa com o que o outro achará do que faz, desde que seja comodo para quem o fez, neste capitulo é usado o exemplo do corredor espanhol Iván fernández que avisou o corredor queniano abel mutai que havia parado antes da linha de chegada, embora pensasse que já o houvera feito e por isso havia parado e como o queniano nao percebeu o que ele quis dizer, o espanhol o empurrou para que atravessasse a linha de chegada e assim fosse vencedor, quando abordado pelos jornalistas que não entenderam esse ato de honestidade, questionaram o corredor porque havia feito o que fez, pergunta que ele respondeu" fez o que", ele nao compreendeu a pergunta e ainda completou, mas ele ia ganhar e ainda disse que a vitoria nao teria merito se fosse de outro jeito. durante o capitulo é mencionado o filosofo Platao em O banquete e o Beccaria com dos delitos e das penas, alem de Espinosa
no segundo capitulo, a ilusao moral do foco no resultado, é trabalhada a ideia de fazer o uso de atalhos para buscar um resultado satisfatório e é citado o exemplo do aluno que cola em uma prova, ele não estuda, mas fazendo uso de uma estratagema imoral consegue um resultado bom e por isso sente-se bem consigo, todavia, não passa de uma ilusão, fez algo errado e continua não sabendo a matéria questionada na prova.
Quando há foco, perde-se a visão daquilo que há ao redor, um bom exemplo para solidificar esse argumento é o do vendedor de um item qualquer que não mente sobre o produto e por isso não vende, explica tudo que o produto tem de bom e tudo que ele tem de ruim e os pontos negativos afastam o potencial cliente, a partir disso, passa a mitigar os pontos negativos visando fortalecer os positivos e quando chega o fim do expediente, nao fala nada de ruim que o produto possui, apenas o que tem de bom.
o Clovis comenta algo muito interessante, é a perseguição das metas e dos resultados, é a eterna perseguição das cenouras, você entra em uma empresa e está no nível G15 e para ser promovido precisa cumprir metas e ao longo da carreira vai sendo promovido e perseguindo as cenouras que são colocadas nas tuas frente e você nunca as alcança, pois sempre há uma nova meta a ser perseguida, sempre há algo a ser feito e portanto, você nunca estará feliz, você foca naquilo que é apresentado diante de si e isso nunca acaba e após trinta anos como perseguidor de cenouras, você é aposentado, pois é necessário contratar alguém mais iludido para ser o novo perseguidor de cenouras ou metas para a tal empresa.
No terceiro capitulo, Qual é o resultado que torna justo o caminho?, é trabalhada a ideia dos fins justificam os meios, quer dizer, se chegamos ao caminho que queríamos, o caminho foi justo, embora Maquiavel não tenha dito essa frase desse modo, além disso, é comentado o que faz uma conduta ética, qual é o valor da ação, o Cortella comenta três situações bem interessantes, o que é ético, em relação a Osama bin Laden, coloca-lo no Afganistnao a servico da CIA, com armamento e treinamento dos EUA para combater a União Soviética ou matá-lo? Apoiar Saddam Hussein em 1980 no combate as forças do Irã ou depois enforca-lo? Colocar Kadafi no controle da circulação de petróleo em relação as outras tribos da Líbia no acesso da Europa ou executá-lo mais tarde? Qual caminho se justifica? Qual fim é o escorreito?
Ao final do terceiro capítulo, Clovis cita uma aula de Aristoteles em seu liceu onde uma história é contada, é a história de um comandante que faz o transporte de cargas e em uma de suas viagens se depara com uma enorme tempestade e percebe que para passar ileso terá que jogar ao mar a sua carga, esta história serve para ilustrar que só é possível saber o caminho correto no ato, na tentação, durante a tempestade
No quarto capitulo, Ética como instrução, é trabalhada a ideia de instruir a ética na rotina dos brasileiros, seja pelos pais, seja pela escola e a descrença do povo em relação a forma correta de agir pois a realidade é diferente da ética teórica que é bonita apenas no plano abstrato de acordo com o entendimento popular, todavia, ética é prática, ética está presente diuturnamente em nossas vidas, cada momento que vivemos nos aparece a chance de sermos éticos ou não.
 No quinto capitulo, Não há vida sem escolha, e não há escolha sem valor, é trabalhada a ideia de escolha e o valor desta ação, Clovis cita Sartre de forma fenomenal, somos condenados a ser livres, pois a liberdade nos permite escolher viver do jeito que melhor achamos e depois dessas escolhas há as consequências do que escolhemos, além disso, vivemos as tristezas das escolhas que fazemos, mas nunca das escolhas que não fizemos, imagine o seguinte cenário, você decide fazer o curso de Direito na Faculdade X, o simples fato de escolher o curso de Direito já eliminou por completo como seria a tua vida no curso de Relações Internacionais ou Economia, mais adiante, você escolheu a Faculdade X, se tivesse optado pela Universidade Y, tua vida já seria diferente, pois você estará diante de um novo cenário e ambiente de convivências, ainda mais, caso opte pela turma diurna em detrimento da turma noturna ou vice-versa, a tua vida já será diferente, pois o contato inicial será com um grupo ou outro, um meio social ou outro, o ser humano escolhe diariamente, até mesmo omitir-se é uma escolha e cabe a nos descascar esse abacaxi e descobrir qual o valor dessa escolha, é melhor cursar Direito ou Economia? cabe a você em vosso âmago decidir, viver é escolher, não há como fugir disso e isso nos separa dos outros animais, até hoje não resta comprovado que eles possuem consciência ou que saibam que existam, sendo assim, um gato, um pássaro, é puro instinto, não escolhe, para eles é tudo presente, seguem sua natureza inexoravel de ser, neste capitulo é mencionado Sartre, Tomás Aquino, Parmênides e Sócrates, além de vários escritores de alto nível, todavia, quando o tópico for escolha e liberdade, a leitura de Sartre se consubstancia deveras mister para aqueles que pretendem compreender melhor o tema.
No sexto capítulo, Corrupção: consequência do sistema?, é retomada a ideia do relativismo moral feito em nossa sociedade, além de uma mania de jogar a culpa no "sistema", em todo momento o problema não é das pessoas inseridas em um determinado meio social, mas sim de algo acima e além de nós, o qual, não possuimos controle, além disso, é comentado como os principais livros vendidos são os de auto ajuda ou de tema semelhante, os quais, buscam remover a responsabilidade de escolha do ser humano e que basta seguir uma lista de 10 passos prontos e tudo será resolvido, seja economica, financeira, intelectua ou sexualmente na vida da pessoa, algo que não se consubstancia verdadeiro, na verdade. Durante o capitulo é mencionado o Cinismo na filosofia aplicado a corrupção e a realidade brasileira.
No sétimo capitulo, Uma questão de escolha, é retomada a ideia da liberdade que possuímos em nossas ações, mas além disso, acrescenta-se a ideia da classe social interferir nessa questão, há uma ideia que o pobre é naturalmente corrupto e o rico naturalmente honesto, é evidente que tal assertiva não se configura verdadeira, o que importa para criar um ser humano correto é um seio familiar sadio onde faça sentido para a criança ser honesto, o Cortella menciona um exemplo prático sobre isso, ele menciona uma país com uma democracia mais avançada que a nossa, a Suécia, ele menciona que há um maior respeito ao outro e utiliza-se do ambiente do metró para exemplificar que caso alguém passe mal, os suecos não vão ao socorro desta pessoa, mas sim, chamam alguma autoridade competente para tomar as medidas cabíveis, é uma sociedade de ordem de acordo com a terceira vertente weberiana, além dessa curiosidade, há outra em relação ao pagamento, em Estocolmo, você pode se valer de um bilhete de ónibus com validade de 30 dias com uso ilimitado, não há catracas, apenas um validador deste cartão e caso a pessoa deseje, ela pode embarcar sem ter pago a passagem, bem como, poderá ter o cartão expirado, todavia, os suecos não são loucos e duas vezes por dia, há uma blitz em alguma estação e solicita-se o cartão, caso não tenha um, a pessoa, caso sueca, será cobrada uma multa de dez mil coroas suecas, caso estrangeira, será deportada, há outra curiosidade muito interessante, quando estacionam, o fazem de fora para dentro, aqueles que chegam primeiro, estacionam mais longe para permitir que aqueles que cheguem atrasados encontrem facilmente um lugar mais próximo para estacionar, este é um comprotamento padrão em fábricas, universidades, etc. No Brasil, é o completo inverso, é sempre a ideia do esperto, quem acorda mais cedo, pega os melhores lugares, é uma forma de comportamento muito primitiva, digna de homo ergaster que temos no país.
No oitavo capítulo, a corrupção e o sistema político, é diferenciado o corrupto e o corruptor. O corruptor possui algo que o corrupto almeja. O corruptor é o sujeito ativo do crime, enquanto que, o corrupto é o sujeito passivo do crime, um oferece e o outro aceita, é condição sine qua non que haja os dois, se houve apenas alguém querendo oferecer, mas ninguém aceita a vantagem economica indevida, não há corrupção, caso haja alguém querendo uma vantagem economica indevida, mas ninguém há oferece, não há corrupção. Além da vantagem economica, outras itens podem ser traficados, por assim dizer, pode ser capital social, político, de reconhecimento, de consagração, de legitimação, etc. O Clóvis menciona um outro livro fenomenal, chamado Politica: Para não ser idiota, idiota aqui no sentido em grego, livro de autoria do Cortella e o Renato Janine Ribeiro, é mencionado no decorrer do capitulo, a ideia do voto distrital e do voto proporcional, No caso do voto distrital, há um maior controle sobre o candidato, pois ele é daquele bairro que o elegeu, o candidato está muito mais proximo da realidade do eleitor, além disso, o custo da campanha é muito menor, pois o candidato fica adstrito a um circunscrição, normalmente, um bairro e não ao estado inteiro. Fala-se também em diferentes partidos, partidos de massa, de quadros, de origem eleitoral e parlamente e o de origem externa.
No nono capitulo, a corrupção e a familia, é trabalhada a ideia de no seio familiar já estarem presentes os requisitos necessários para a criação de um ser humano que posteriormente agirá de forma tal qual possa ser considerada corrupta, é mencionado também aquele comportamento bi-polar dos pais, dizem para a criança ser escorreita, não mentir, todavia, o filho vê o pai subornando o garçom para ser melhor atendido, em resumo, dois pesos, duas medidas. O Cortella nos lembra de um tipo recorrente de corrupção na educação, a ideia que nas escolas particulares a relação professor e aluno é regida pelo código do consumidor, algo que não possui nem meio porcento de verdade, a criança vai a escola com a noção de que paga o salário do professor, quando na realidade, ela paga a escola e quem paga o salário do professor é a própria escola. É mencionado Durkheim neste capitulo.
No décimo e último capitulo, é vergonhoso não ser querido, é trabalhada a ideia de como é complicado embutir nas pessoas o comportamento correto, pois ninguem quer causar entristecimento ao proximo diante de uma reprendada, pois a pessoa entende como uma ofensa pessoal, sendo assim, todos querem agradar, todavia, somente pela admoestação é possivel fazer o individuo refletir sobre o seu comportamento, agindo de acordo com os costumes, mores e folksways evitando ser reprimido por outro membro da sociedade, ao final do capitulo, ambos debatem como no Brasil atual, mais temas são aceitos em um debate em relação ao Brasil de 30 anos atrás, onde não seria possível debate-los, tais temas são: reforma partidaria e distrialismo, lei da ficha limpa, etc.
Ao final, concluo que o livro de ambos toca em pontos muito interessantes da sociedade brasileira, um livro que deveria ser lido por todos os brasileiros, compreendido e aplicado, facilitaria e muito para termos uma sociedade melhor, depende de nós fazer um país melhor e mais democrático, a solução do Brasil está no povo brasileiro, para o bem ou para o mal e não em empresas ou governos, mas sim do povo que só tem a perder caso não perceba que é aqui embaixo que o comportamento se forma e não lá em cima, quer dizer, em uma casa legislativa ou no poder executivo, estes são mero reflexo do comportamento ostentado aqui embaixo conforme já preconizou o escritor e artista George Carlin.
Profile Image for Adr.Rock.
17 reviews
September 25, 2020
O resumo está no título; o quê falta em um, sobra no outro; o quê impede que um aconteça é a soberba e a escassez do outro. O país aos poucos torna-se cada dia mais, lentamente, avesso a corrupção política, contudo, a corrupção do dia-a-dia, do jeitinho brasileiro, perduram; "corruptos são eles, e não eu que votei (ou não votei)!". A oportunidade não faz o ladrão, ela apenas o identifica; quando um deles cai, cada eleitor que o colocou lá (ou que se absteve do dever de votar) deveria sentir-se minimamente responsável, por que não, culpado. A ética vai muito além da política; não existe viver sem conviver, e a partir daí começa a complexa busca por conciliar meus ensejos e desejos com os dos outros.
Profile Image for Felipe Vieira.
789 reviews19 followers
July 28, 2022
Ética e Vergonha na Cara nada mais é que um bom papo filosófico sobre o comportamento das pessoas no campo da ética.

É um papo tranquilo e fácil de entender. Mario Sergio Cortella e Clóvis de Barros Filho, durante todo o livro, exemplificam cada ponto da conversa para que possamos entender bem a mensagem que eles querem passar. E isso é importante já que citam vários pensadores.

O livro discute, no que parece um papo informal, a ética em vários âmbitos da vida de uma pessoa. Na família, na escola, no trabalho. Além, é claro, de chegar na política parlamentar e falar sobre corrupção.

É um livro que nos desperta sobre o assunto e reavaliar as nossas atitudes. É interessante e de fácil entendimento.
Profile Image for Ricardo Abreu.
127 reviews1 follower
September 24, 2025
Diálogos entre Clóvis e Cortella. Adorei esse formato, pois lembra muito as obras da Grécia antiga, principalmente pelo fato lembrar em muitos os diálogos entre Sócrates e Platão. O assunto abordado não poderia ser mais atual. A falta de ética e vergonha na cara da sociedade atual. Mais uma coincidência com os gregos, uma vez que o conceito de ética fora criado pelos mesmos.
Profile Image for Micheli Torezani Partelli.
64 reviews2 followers
May 4, 2017
Em forma de diálogo e linguagem fácil, lido em umas poucas horas para fazer um trabalho de escola, mas achei não aquela chatice que costuma ser livros com fins escolares.
Profile Image for Edkallenn Lima.
210 reviews
November 7, 2017
O livro é um colóquio entre os dois mestres.
Deliciosamente inteligente e divertido.
Um livro maravilhoso!
Recomendadíssimo!
Profile Image for Mariana Coelho Schlöttgen.
45 reviews
October 31, 2018
Ótimo livro, adorei como os assuntos foram abordados com exemplos, ficou um pouco lúdico pra ser fácil de remeter as ideias com os exemplos e deste modo aprender.
124 reviews
December 28, 2018
Livro que traz uma discussão interessante entre dois filósofos acerca dos conceitos que rondam o termo "ética", mostrando algumas distorções ao termo trazidas pela modernidade.
Profile Image for Eduardo.
43 reviews1 follower
February 22, 2016
O livro segue em forma de dialogo entre os dois grandes nomes nacionais (Mario Sergio Cortella e Clovis de Barros) sendo desta forma um livro bem leve na leitura, mas, no entanto, no que tange ao tema, discurso e posições colocadas, extremamente "alfinetante", atual e valioso.

Um ponto positivo no meu ver foi o uso constante de exemplos do cotidiano, extremamente bem colocados e didáticos por ambos os autores.

Pra quem gosta do tema, vale a pena.
Profile Image for Sarah Santos.
9 reviews3 followers
September 25, 2016
Uma leitura transparente e direta. Conversa com o cotidiano de tal forma, que nos faz refletir sobre as coisas mais básicas da vida de todo mundo, e o que poderia realmente transformar uma sociedade...
Displaying 1 - 18 of 18 reviews

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