Briar Levit’s design journey is as rich and unexpected as a forest hike. From the bustling offices of Bitch magazine to historic trails in Kent and the best Goodwills of Portland, her practice weaves through teaching, writing, editing, archiving, and documentary making. This illustrated interview traces her winding path across a changing feminist landscape, shedding light on how design and activism intertwine, the micropolitics of work, and the value of friendship. It’s an intimate conversation about how unplanned routes often lead to the most meaningful destinations.
I am in love, this interview was everything. So inspiring and genuinely reframed the way I think about my practice. If you are a graphic designer and a feminist you need to read this IMMEDIATELY!
Uma interessantíssima entrevista que aborda ativismo, design e educação por meio da trajetória da Briar Levit. Me fez reavaliar minhas referências femininas no design - que assim como Briar, são professoras que tive ou amigas, não figuras que estudei na faculdade como Bonsiepe. O que de fato é muito triste.
Não é o formato de livro que curto, mas a edição brasileira da Clube de Design fez ser uma experiência muito rica.
Adoro perceber como é que pessoas que fazem coisas conseguem fazer as coisas! Mas it’s called mental health I guess. ALSO 👏 design de comunicação é fascinante once again
é um livro que propõe uma outra abordagem do design, uma discussão que já vem sendo feita por muitos profissionais, na tentativa de escapar daquele design estritamente mercadológico, engessado, quase automático.
ainda assim, parafraseando uma colega que vi, é um livro mtoo norte americano kkk. Oq não invalida a discussão, claro, mas marca bastante o ponto de partida dela.
gosto demais quando a autora comenta que designers precisam saber reconhecer seu lugar de insignificância. Será que um post no Instagram, com uma arte feita no Illustrator, realmente agrega valor significante a uma luta social quando surge de forma isolada? Não faria mais sentido se somar a quem já está mobilizado, a movimentos que já existem, colocando a arte a serviço do que já está organizado?
enfim, são questões que talvez não caibam numa resenha mal feita do goodreads, mas que ficaram comigo.
no geral, é uma leitura rápida e legal y com uma edição linda do Clube do Livro do Design.
I really enjoyed this. It made me think of all the lost archives of history for women, people of colour and people on the margins. Also made me think about how I want to research design. I love the design of this book too