Cidades são lugares de descoberta, disrupção e transformação. Este livro surge na intersecção entre duas megatendências que influenciam o mundo em que o reposicionamento das mulheres na sociedade e o ritmo acelerado da urbanização. Neste livro, May East demonstra que o futuro da humanidade e da biosfera será decidido pela maneira como escolhemos evoluir nossas cidades e vilas no século XXI. As cidades cobrem apenas 4% da superfície do planeta, mas são responsáveis por 80% do consumo global de energia, 75% das emissões de carbono e mais de 75% dos recursos naturais do mundo. Ele se baseia em uma série de documentos que reafirmam o quanto historicamente as cidades vêm sendo planejadas e construídas tomando, principalmente, a experiência masculina como referência. Como resultado, as cidades tendem a funcionar melhor para os homens do que para as mulheres. Mas o foco desta investigação não foi um estudo comparativo entre os gêneros. Ao convidar as mulheres a revelarem o potencial enraizado na singularidade de suas áreas e a identificar pontos de alavancagem para a transição de ‘o que é’ para ‘o que pode ser’, a autora abraçou uma perspectiva de gênero do pensamento sistêmico para a mudança de sistemas. Compreender as principais tendências de urbanização que se desdobrarão nos próximos anos e revisitar o papel que as mulheres podem desempenhar na mediação do espaço e na criação do lugar são cruciais para forjar um urbanismo de gênero que funcione para todas e todos.
We all want cities designed by women, we just don't know it yet. (We being men)
I realised quite soon on that I was basically reading someone's PhD thesis but still readable and informative without being too dry. It was researched in an interesting way that leant itself to what felt like a realistic picture of how women feel navigating cities. It felt understandably heavy on the Anglospheric perspective, but the author's upbringing and travels helped to flesh out the points with more global examples.
Due to my work, am cursed with the omnipresent question of "how does all this get paid for", but adopting any of the 33 leverage points would be an improvement over the status quo.