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Tempo de Fantasmas é também um abandono do lirismo «dos lugares mais comuns da poesia» («Em Pleno Azul»), e, sobretudo, a criação de uma poesia antilírica, que se formula no poema <«capelistas poéticas», e de uma poesia do <> que é, de facto, uma «técnica da confusão». Por isso: «quando dizes "Poesia" eu tenho nojo».
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Fernando Cabral Martins (Posfácio, "Flashback", "O «Estilhaço Vivo do Acaso»")