Dez histórias que se conectam através da teia soturna criada pelas palavras quase malditas-quase feitiços de Larissa Prado, um dos maiores nomes do terror no Brasil. A autora, dona de uma vasta e maravilhosa produção focada no insólito, explora nuances incômodas da nossa existência e transforma o terror em seu laboratório, flertando com o gótico, com o trash e com o terror latino. Com capa da brilhante ilustradora brasileira, Daniella Salamão, e apresentação do professor, escritor e tradutor L. F. Lunardello, os contos de Larissa chegam bem acompanhados e prontos para oferecer um mergulho em águas hostis.