"O amor é um equívoco", escreve o autor na primeira crônica deste volume. "Mas esse equívoco é a única coisa que existe." Amores difíceis, romances arrebatadores, os inícios e fins de tudo ou quase tudo em nossa vida emocional. É desse material — vivenciado por namorados, amantes, maridos, mulheres e amigos — que Mairal, autor de A uruguaia, extrai, com sua escrita leve e inteligente, este punhado de crônicas deliciosas, originalmente publicadas na Folha de S.Paulo e revistas pelo autor para esta edição.
Autor de las novelas Una noche con Sabrina Love, por la cual recibió el premio Clarín de Novela en 1998, y El año del desierto. También ha publicado dos libros de poesía, Tigre como los pájaros y Consumidor final, y uno de cuentos, Hoy temprano. Su novela Una noche con Sabrina Love fue llevada al cine en 2000. Ha sido traducido y editado en Francia, Italia, España, Portugal, Polonia y Alemania. En 2007 fue incluido, por el jurado de Bogotá, entre los mejores escritores jóvenes latinoamericanos.
Difícil entender como um cara que escreveu A Uruguaia e Uma Noite com Sabrina Love, tenha escrito algo tão xôxo. Pior eh que o primeiro capítulo é genial. Depois vai mal..,
esse ano foi de conhecer alguns autores homens pelos quais agora quero passar longe. sempre tive um pé atrás com livros contemporâneos escritos por eles, ainda mais com uma narrativa que descreve ou se passa dentro da cabeça de uma mulher - aqui não é diferente. eu tinha sim uma expectativa com esse livro; o prólogo dele foi o que me fez comprá-lo. só que depois de 3 ou 4 contos, eu quase desisti. mas é um livro muito curto, que não vale o preço pelo qual paguei, e quero começar 2026 sem tantas leituras inacabadas em 2025. é bem mais sexual do que romântico - como leva na capa -, e ainda tenta ser mais sensível no último conto. não gostei da escrita e como a narrativa é conduzida. muitos capítulos são narrados por mulheres, """"""""mulheres""""""", e todas desagradáveis. a única que realmente gostei foi a de uma oitentona, feliz em sua velhice, no tempo das coisas, e só.
Um livro de soluções fáceis. Histórias que flertam com contos, mais do que crônicas, sem aprofundamento, com conclusões precipitadas. Entendo que a proposta é essa: a resolução em poucas linhas. Mas nenhuma causa espanto, e ao meu ler, isso é uma falha. Primeiro contato com o autor, sem cativar nem surpreender.
“Fogo nos Olhos”, de Pedro Maioral, traz crônicas com boas ideias e assuntos que normalmente me conecto, mas o formato, embora compreensível na proposta, não funciona para mim. Parece um apanhado de histórias que se encerram antes de ganharem corpo, como se faltasse espaço para a profundidade que os temas merecem, uma pena pois gostei de tudo que li deste autor.