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A Morte do Pai (A Minha Luta)

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Karl Ove Knausgård escreve sobre a vida com dolorosa honestidade. Escreve sobre a infância e os anos de adolescência, a paixão pelo rock, a relação com a sua afectuosa e algo distante mãe, e o seu pai, sempre imprevisível, cuja morte o desorientou. O álcool e a perda pairam como sombras sobre duas gerações da família.
Quando ele próprio se torna pai, Knausgård tem de encontrar um equilíbrio entre o amor pela família e a determinação em escrever.
Knausgård criou uma história universal de lutas, grandes e pequenas, que todos enfrentamos na vida. Um trabalho profundo e hipnotizante, escrito como se a própria vida do autor estivesse em risco.
A Morte do Pai é o primeiro de seis romances que compõem a obra autobiográfica A Minha Luta.

«Inacreditável… Deixou-me sem palavras.»
[Zadie Smith]

«Poderosamente vivo… Knausgård é intenso e profundamente honesto, sem medo de dar voz às ansiedades universais (…). Existe algo de incessantemente atraente neste livro.»
[James Wood, The New Yorker]

«(…) É de cortar a respiração. Não conseguimos parar. Não queremos parar.»
[New York Times Book Review]

«É talvez o mais significativo projecto literário do nosso tempo.»
[The Guardian]

540 pages, Kindle Edition

Published November 22, 2014

5 people want to read

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Displaying 1 - 3 of 3 reviews
Profile Image for Isabel.
213 reviews16 followers
February 3, 2026
Terminei “A Morte do Pai” com impressões ambíguas. Há coisas que gostei genuinamente: o autor capta muito bem os mundos interiores emocionais, sobretudo a vergonha, o desconforto, a culpa e a complexidade das relações familiares. No entanto, apesar de a sua escrita por vezes conseguir criar verdadeira intimidade, penso que talvez haja um excesso de relato e de exposição do “eu” e pouca reflexão transformadora. A consciência é mostrada em detalhe, mas raramente trabalhada; os sentimentos são descritos com minúcia, mas nem sempre pensados para lá do próprio narrador. Eu até costumo gostar de livros confessionais. Não me incomoda a intimidade, nem a vulnerabilidade, nem a escrita centrada no eu, mas, neste caso, senti que a exposição substitui o pensamento, ou seja, a intensidade emocional é tomada como profundidade em si mesma. Talvez essa seja uma escolha deliberada do autor, mas para mim tornou a leitura cansativa. A meio fiquei com a sensação se que estava a ler o percurso de alguém que anda a tentar apanhar a sua própria sombra. Nesse aspeto é um livro muito claustrofóbico: fechado em Karl Ove Knausgård.
Gostei da leitura em partes, reconheço a ambição do projeto, mas não sinto vontade de continuar a série. Aqui, o “eu” (de Karl Ove Knausgård) é o mundo, e o mundo existe em relação ao seu “eu”... e o meu "eu" precisa de livros que explorem outras longitudes.
38 reviews
February 11, 2025
Romance auto-biográfico, muito pormenorizado (estilo Proustiano), relações familiares interessantes; percurso de vida, com interesse mediano.
Procura na narrativa um estilo próprio e inovador, conseguido a 50%.
Francamente honesto na descrição da sua história de vida, sem preocupações apriorísticas de julgamento de personalidade ou de carácter.
Profile Image for Maria Silva.
246 reviews2 followers
January 19, 2026
“A morte do pai” é a autobiografia de Karl Oven. Nas primeiras páginas a narrativa gira à volta da morte: como a sociedade a vive, afastando o defunto como se fosse um ente que prejudicasse o ambiente.
Se questiona o comportamento e os medos que a morte envolve.
Todo o romance descreve os acontecimentos da vida do autor, os medos, temores, a forma de vida, os vícios. A adolescência, os relacionamentos, os filhos. A morte do pai é evidente a meio da leitura, quando o a avó de Karl o encontra morto. Entre conversas, sentimentos e temores vão passando os dias, tudo descrito ao pormenor. O acontecimento mais pesado é a morte do pai e os sentimentos dos filhos e da avó.
Um estilo de escrita diferente para quem gosta de autobiografias.
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