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Cidade suspensa

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“A Cidade Suspensa” é um projecto de Penim Loureiro. Nascido em 1963, Penim Loureiro desenhou intensamente de 1979 (ano onde já era participante habitual nos concursos e exposições de BD em Portugal) a 1984, com BD’s publicadas em jornais como o Sete, O Diário, Notícia ou Diário Popular, na revista Tintin, Jornal de BD, Ruptura, Ritmo, Amargem, Boletim do CPBD e na revista espanhola Un Fanzine Llamado Camello. A partir deste ano interrompeu a banda desenhada para se dedicar à arquitetura. E mais tarde à arqueologia.

Iniciado em 2013, “A Cidade Suspensa” é um projeto autobiográfico ficcionado – mais um para adicionar às múltiplas de obras de catarse produzidas na atualidade – que procura arrumar, definitivamente, alguns episódios e questões reais por resolver.

64 pages, Paperback

First published January 1, 2014

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Displaying 1 - 4 of 4 reviews
Profile Image for 4EverStudent.
20 reviews
October 23, 2018
Desenho espectacular, uma história com História e apenas me desiludiu a falta de referência ao citar uma conhecida frase de Milan Kundera.
Profile Image for Artur Coelho.
2,627 reviews75 followers
July 28, 2014
Devo dizer que estamos perante um dos melhores livros de BD editados este ano. Não pelo lado inovador, ou por ser pedrada no charco, mas pelo expor de pura mestria do traço deste autor. A narrativa percorre a história recente de Portugal pelo olhar de toque autobiográfico de um narrador cuja história pessoal o leva a intersectar-se em curvas sinuosas com amigos atomizados por um mortífero e misterioso acontecimento nas areias do Saara. Pelo caminho vão surgindo referenciais oníricos que remetem para a sempre elusiva ideia de um imaginário fantástico de raiz portuguesa.

A história recorda-nos as tropelias da história contemporânea através de um olhar europeísta, mas o que torna este livro deslumbrante é a qualidade da ilustração. Penim Loureiro tem um traço preciso e fluído que se traduz em vinhetas de grande beleza. A sua formação como arquitecto denota-se na profunda mestria como retrata a arquitectura urbana, talvez a personagem mais omnipresente deste livro. Se bem que o que realmente faz é amalgamar elementos arquitectónicos similares que acabam por corresponder à imagem mental que fazemos das ruas de Lisboa. É uma espécie de dérive a tinta da china e ecolines.

O livro deslumbra-nos com um referencial iconográfico de grande riqueza, onde podemos encontrar alusões à estrutura gráfica da BD de Loustal, vénias ao Incal de Moebius, e um singular uso de ícones portugueses como o sebastianismo, virgens marianas, galos de Barcelos (muito úteis para contrabandear pistolas, note-se) e esplendorosas passarolas. O que mais intriga é iconigrafia da arquitectura de uma Lisboa que tanto nos leva da elegância art-deco de Cassiano Branco aos palácios setecentistas e novecentistas, ao estilo modernista aportuguesado de António Ferro que se tornou marca de uma nova cidade, sem esquecer a contemporaneidade de edificações arrojadas. A segurar as imagens temos uma história que se vai entretecendo, levando-nos em ritmo pessoal de diário narrativo e gráfico através da intemporalidade da amizade.
Profile Image for Rafael Vaz.
41 reviews1 follower
December 14, 2014
Esta manhã acordei, decidi reler "Cidade Suspensa".
Tenho de admitir que quando arranjei a banda desenhada, não estava à espera de muito. Gostava dos desenhos.
Mas agora que li e reli com mais atenção, fiquei surpreendido. A história é muito interessante, e os desenhos tem pormenores que achei muito originais, inovadores e até inspiradores. (um exemplo seria a areia do deserto pintada a triângulos de cores ligeiramente diferentes)
Para alguém que está a dar "Mensagem" na escola, e também está a ler "Memorial do Convento" , o qual eu estou a apreciar muito, as referências feitas a estes dois (a passarola e D. Sebastião) tiveram impacto ainda maior.

Rafael Vaz
Profile Image for Henrique Vogado.
252 reviews5 followers
November 25, 2016
Belo domínio no desenho, mas fiquei um pouco desiludido com o argumento. Alguma dificuldade em concentrar-me nas personagens principais, algumas pontas soltas e com poucas falas. O desenho é mesmo o ponto forte do livro, fruto da experiência vasta do autor.
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