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No Céu Não há Limões

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420 pages, Paperback

First published June 6, 2014

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About the author

Sandro William Junqueira

19 books44 followers
Sandro William Junqueira nasceu em 1974 em Umtali, na Rodésia. Em 1976 volta para Portugal. Em 1986 foi viver para Portimão. Em 1998 começa a trabalhar como designer.
Em 1999, juntamente com o Paulo Quaresma, funda o grupo de teatro A Gaveta. Desde aí, trabalha como responsável artístico, encenador e ator.
A partir de 2002, publica com regularidade poesia e contos em revistas e fanzines. É regularmente convidado para recitais de poesia.
Em 2007 inicia um trabalho regular em escolas e bibliotecas com a criação e interpretação de diversos ateliers e espetáculos vocacionados para a promoção do livro e da leitura.

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7 (12%)
Displaying 1 - 11 of 11 reviews
19 reviews
February 8, 2016
Por vezes, sinto-me preocupado... A culpa será minha? Há algo que não tenha percebido? Penso e penso e penso... e concluo: não. A culpa é mesmo do autor, a quem não explicaram que um livro não é um conjunto de palavras e de frases mais ou menos bem feitas... E claro, de uma certa «crítica» que propala determinados livros por serem dos compadres...
Bem, mas por partes. O problema de Sandro William Junqueira está na utilização de técnicas de teatro a um romance: algo que poderia ser bom, caso o autor tivesse unhas para tocar guitarra. As personagens do livro são pessoas recortadas em papel, e não verdadeiras pessoas, e os diálogos extremamente inverosímeis de tão pseudo-intelectuais (duvido que funcionassem mesmo em palco). Mas entendam-me: o livro é de fácil leitura. No entanto, nada retemos, e quis acabá-lo por acabar. O autor parece também não saber bem o que fazer com as personagens e com as histórias que deixa no ar (mais um caso em que a subtileza e a ambiguidade, duas potentes armas nas mãos de bons escritores, causam mais estragos do que benefícios devido à fraca qualidade do escritor). E certos pormenores... Gaivotas em árvores???? A sério, Sandro William Junqueira???? Caso o autor mo perguntasse - algo que nunca acontecerá -, dir-lhe-ia que, ao invés de passar sei lá quantos anos a escrever isto, leia autores que, escrevendo peças, criam obras que são mais «romance» do que este romance. E, caso tenha feito da distopia - ao que parece - a sua área, que, por favor, crie algo mais opressivo, vítimas de um sistema inescapável, e não rameiras de trazer por casa com padres desorientados e ditadores de meia tigela.
Em suma, a melhor descrição ainda é a de uma leitora do goodreads: «Cansada de epígonos pós-modernistas.»
Profile Image for Raquel Oliveira.
36 reviews5 followers
September 19, 2020
Li recentemente o livro 'Quando as girafas baixam o pescoço' e adorei. Foi o primeiro livro que eu li do autor, embora já andasse com vontade de o explorar há muito tempo. Quanto a esta obra talvez o que tenha a dizer é que.... gosto mais da outra! Não sei se isso é muito bom sinal !?!?
Profile Image for Miguel.
166 reviews11 followers
January 4, 2016
Foi-me difícil "entrar" na história, só aqui e ali é que ia conseguindo...
16 reviews
April 19, 2024
Primeiro devo dizer que criei muita expectativa com o livro e isso talvez não tenha ajudado.
Depois devo anunciar que não é o meu tipo de livro.
Mas o tema é aliciante, a abordagem aliciante.
No entanto é um livro difícil, intrigante, complexo e até um pouco barroco na descrição das personagens.
Demorei mais do que devia a ler, não retirei dele tudo o que tem para dar e fiz esforço para terminar e quando terminei fiquei a pensar no livro, na história e nas personagens e em tudo o que me escapou …
Voltaria a ler?
Profile Image for António Esteves.
197 reviews10 followers
February 20, 2022
Difícil classificação. Livro que tanto podemos odiar como amar.
Não conseguir entrar na história, se é que existe, mas tem momentos de escrita brilhantes.
Estaremos perante uma distopia onírica com laivos de fantástico!!!
Epígono pos-modernista.
Profile Image for Ana Lúcia.
223 reviews
September 28, 2014
A leitura de “No céu não há limões”, pode despertar uma paixão ou um ódio assolapado… Senti-me a vacilar entre ambos quase sempre…
Este livro vive da escrita, das palavras, da dicotomia entre o corpo e a alma.
Desperta igualmente muitas dúvidas e vontade de o abandonar logo no início, pela falta de consistência do enredo, que parece desenrolar-se ao ritmo da inspiração do momento.
Senti muitas vezes vontade de desistir desta leitura. Como é habitual, a minha eterna mania de acreditar em milagres, fez-me persistir…
Apesar de não estar totalmente convencida, nem rendida a este livro, gostei bastante do final e apreciei o que melhor tem : a escrita.
Profile Image for Vicente.
134 reviews12 followers
August 12, 2019
A escrita de Junqueira não é de fácil assimilação, sobretudo devido às frases curtas que, muitas vezes, são desnecessárias e quebram o ritmo da frase. No entanto, o vocabulário do autor é extenso e é com naturalidade que o utiliza, ao contrário do que inicialmente o livro nos faz supor. Uma história grotesca e cheia de fantasia, onde se podem discutir grande parte das questões relacionadas com a fé e com o papel do Homem perante a crença de um Deus.
É um bom livro, cuja leitura entra facilmente em ritmo acelerado mas em que o final parece ficar aquém do que o leitor é levado a crer, em parte pelo virtuosimo com que o narrador deixa entender, nunca revelando mais do que o necessário.
Profile Image for Patrícia.
205 reviews1 follower
September 7, 2014
http://ler-por-ai.blogspot.pt/2014/09...

Na maioria dos livros a escrita depende da estória. Aqui, nitidamente, a estória rende-se à escrita. Ainda não sei se isso me agradou.
Num livro busco acima de tudo uma estória bem contada que me faça encontrar outros mundos, que me permita identificar-me com alguns personagens. Claro que a escrita é fundamental mas é à história que dou o papel de protagonista.
No céus não há limões é uma estória distópica que se nos apresenta de uma forma nada linear. A primeira coisa que percebemos é que nenhum personagem tem nome. Todos eles nos são apresentados de acordo com uma característica mais ou menos vincada. O padre, o Funcionário, os Gémeos, a Avó, a Adolescente, a Viúva, o Ogre, O Raquítico de cabelo ralo, o Aleijado, o Acólito, a Filha. Curiosamente o único que tem nome é o gato, Mau-Mau. E como numa peça de teatro um mundo diferente (e limitado) desenvolve-se sob os nossos olhos.
Na maioria das distopias a análise sociológica do mundo criado é o mais importante e o que mais desperta a atenção do leitor. Essa análise sociológica está bem presente neste livro mas não da forma habitual. Uma peça de teatro, uma experiência num laboratório, cujo espaço e tempo nos vão sendo desvendados ao longo das páginas.

Apesar de não estar (ainda) rendida a esta forma de romance, de não saber se alguma vez vou estar, apesar de preferir sempre uma estória bem contada, gostei de ler este livro, gostei de ler cada página, de reter frases, pensamentos, estados de espírito. Sendo um livro com um ritmo lento e que não nos faz correr para o fim (perdi cedo a esperança de um final fechado pelo que mais valia apreciar o caminho) pode ser lido com toda a calma e apreciado pelo que tem de melhor: a escrita.

Quanto à Estória, bem, acredito que neste, mais do que em qualquer outro livro, cada leitor tenha a sua interpretação pelo que não faz grande sentido falar muito dela. Cada um terá que o ler e construir a sua própria opinião.

Uma última nota para a capa deste livro. Extremamente bem escolhida. As cores desta capa acompanharam-me ao longo de toda a leitura.
Profile Image for António Simões.
12 reviews
October 18, 2014
Escrita fracionada, muito original, com duas figuras que marcam o livro, o padre e a adolescente. Gostei!
Profile Image for Rui.
18 reviews3 followers
November 28, 2014
Adorei este romance, bem como o anterior do mesmo autor, "Um piano para cavalos altos". É um dos autores que mais gosto da nova geração da literatura portuguesa.
Displaying 1 - 11 of 11 reviews

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