“O Ministério da Saúde não recomenda a leitura destes contos e quadradinhos para quem tem alergia a terror misturado com humor e muitos clichês. A mescla de elementos fantásticos com personagens clássicos e humor escrachado foi o desafio proposto aos autores, que jogaram as formalidades de lado e deixaram a criatividade fluir como sangue jorrando da jugular.”
Terrir” vem da junção “terror” e “rir”, tendo como base o uso de elementos típicos do terror como sendo comédia. Algo que não é novo nem incomum, atendendo à catrapachada de filmes de terror com o tipo de qualidade de fazer rir às lágrimas: A diferença é que aqui a comédia é proposital. E no geral, pareceu-me que bem conseguida. Naturalmente, considerei uns melhores que outros, sendo necessário manter em mente o quão pessoal o sentido de humor consegue ser. Tratando-se de uma antologia, prosseguirei com algumas linhas acerca dos contos. Não comentarei nos quadradinhos por motivos de “não sei o suficiente do assunto para mandar bitaites”, no entanto, ressalvo que o sentido de humor não se ficou pelas histórias, merecendo particular atenção a numeração das páginas. Até aquelas em que houve preguiça de numerar.