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222 pages, Paperback
First published June 20, 2014
«O poder é sempre proporcional ao mal que produz»,
prosseguiu, por fim. Esse seria o único princípio. De todas as formas que o mal assumia, talvez o mais terrível fosse aquele que se afirma na consciente indiferença pela vítima. Que lhe identifica o nome, que lhe conhece o rosto, mas que prefere ignorá-lo como coisa acessória. Aquele para quem a vítima não é um meio nem um fim, apenas processo. Esse mal poderia ou não ter um rosto, mas teria sempre um nome. O nome da vítima.