Eisner Award-winner Frank Miller fires off three rounds in this spectaular one-shot comic. Featuring two all new tales "Blue Eyes" and "Rats" and one hard to find story "Fat Man and Little Boy," from the 1995 San Diego Comic-Con Comic.
Lost, Lonely, and Lethal promises to be a great introduction to Miller's dirty city, and an eventful return trip if you've already been.
Frank Miller is an American writer, artist and film director best known for his film noir-style comic book stories. He is one of the most widely-recognized and popular creators in comics, and is one of the most influential comics creators of his generation. His most notable works include Sin City, The Dark Knight Returns, Batman Year One and 300.
Librarian Note: There is more than one author in the Goodreads database with this name.
Another collection of stories within another collection of stories. This is getting weird, very very weird.
Another surprisingly entertaining little collection. For some reason I could never stomach Shlubb & Klump much, same as Dwight. I suppose "Rats" was ok, but it's very forgettable. “Blue Eyes”, on the other had, now that was something. If there's ever a third Sin City movie, I'm betting it'll surely be on it. It'd be a shame if it weren't.
★★★☆☆ “Fat Man and Little Boy.” ★★☆☆☆ “Rats.” ★★★★☆ “Blue Eyes.”
----------------------------------------------- PERSONAL NOTE: [1998] [35p] [Comic] [Conditional Recommendable] -----------------------------------------------
Otra colección de historias dentro de otra colección de historias. Esto se está volviendo raro, muy muy raro.
Otra pequeña colección sorprendentemente entretenida. Por alguna razón, nunca pude soportar mucho a Shlubb y Klump, al igual que Dwight. Supongo que "Ratas" estuvo bien, pero es muy olvidable. “Ojos azules”, por otro lado, eso sí que fue algo. Si algún día llega a haber una tercera película de Sin City, apuesto a que seguramente estará en ella. Sería una pena si no lo fuera.
Já estava com saudades deste mundo paralelo. É necessário esquecer regras e normas de conduta sociais para entrar no mundo de Sin City. Sin City é o que é! Só lida e vivida se percebe a agitação e dinâmica desta cidade. As características são as de ordem habitual: crime, violência, paixão, comédia, ironia e morbidez: Sin City! Mais uma vez, a perturbação literária surge pelo corrompimento dos nossos valores, pois nesta cidade não existe o certo e o errado, apenas sobrevivência. É assim a vida em Sin City, não se escolhe: ou se morre assassinado ou vive-se assassinando. É a cidade em que o amor à própria vida arrasta consigo o sabor do crime e da morte. Nesta cidade as regras continuam a ser legitimadas no dia-a-dia, numa atitude de “no limits” quando não “fuck limits”. Tudo se resume a um jogo de sorte e rapidez.
Assim, assemelhando-se a outros volumes mais curtos e diversificados no que respeita à dimensão e estrutura, neste volume da saga deparamos-nos com três aventuras diferentes, sendo que a última - “Olhos Azuis” – é a basilar na constituição desta obra. Como é costume acontecer nesta saga, é procurado o cruzamento entre as vivências dos vários personagens e os acontecimentos sangrentos desta cidade – sorte a minha que pude rever o incrível Marv.
- 1ª Narrativa (3,5 estrelas): “Fat Man and Little Boy” rebusca dois personagens invulgares presentes em volumes anteriores, designadamente, para quem os conhece, Sr. Shlubb e Sr. Klump. É uma apresentação cómica que explora bem a eloquência discursiva destes personagens e respectivas encruzilhadas que os caracterizam. Esta é a aventura engraçada do volume.
- 2ª Narrativa (5 estrelas): das diferentes narrativas, “Ratos” é a mais arrepiante e sombria, parecendo fazer alusão aos judeus nas câmaras de gás: “Ratos estúpidos. Eles também guinchavam. Milhares. Todos eles guinchavam. Sem fogo. Apenas gás. Todos eles guinchavam.” (pp.9). De forma violentamente mórbida, esta narrativa, que parece desligada da saga, acontece e termina no meio de um vácuo de silêncio agoniante que explicita a frieza nazi para com os judeus.
- 3ª Narrativa (4 estrelas): “Olhos Azuis” é uma aventura com um carácter muito comum em Sin City. Digo isto por ser repleta de sensualidade, paixão, traição e frieza reflectidas em ilustrações fantásticas. É-nos apresentada uma nova personagem que, tal como a maioria das mulheres vividas em Sin City, sabe realçar as suas qualidades e atributos e, através deles, para sobreviver, “utilizar” a paixão daqueles que por si são apaixonados. Mais uma demonstração gritante de que ninguém é de confiança em Sin City. Tudo se resume ao amor que se sente: ou se morre por ele, ou se vive por ele.
Mais um episódio da saga, mais um grande momento passado: SIN CITY!!! Para os amantes desta saga, não sendo este dos volumes mais conhecidos, tudo somado faz-se imperdível.
Merged review:
Já estava com saudades deste mundo paralelo. É necessário esquecer regras e normas de conduta sociais para entrar no mundo de Sin City. Sin City é o que é! Só lida e vivida se percebe a agitação e dinâmica desta cidade. As características são as de ordem habitual: crime, violência, paixão, comédia, ironia e morbidez: Sin City! Mais uma vez, a perturbação literária surge pelo corrompimento dos nossos valores, pois nesta cidade não existe o certo e o errado, apenas sobrevivência. É assim a vida em Sin City, não se escolhe: ou se morre assassinado ou vive-se assassinando. É a cidade em que o amor à própria vida arrasta consigo o sabor do crime e da morte. Nesta cidade as regras continuam a ser legitimadas no dia-a-dia, numa atitude de “no limits” quando não “fuck limits”. Tudo se resume a um jogo de sorte e rapidez.
Assim, assemelhando-se a outros volumes mais curtos e diversificados no que respeita à dimensão e estrutura, neste volume da saga deparamos-nos com três aventuras diferentes, sendo que a última - “Olhos Azuis” – é a basilar na constituição desta obra. Como é costume acontecer nesta saga, é procurado o cruzamento entre as vivências dos vários personagens e os acontecimentos sangrentos desta cidade – sorte a minha que pude rever o incrível Marv.
- 1ª Narrativa (3,5 estrelas): “Fat Man and Little Boy” rebusca dois personagens invulgares presentes em volumes anteriores, designadamente, para quem os conhece, Sr. Shlubb e Sr. Klump. É uma apresentação cómica que explora bem a eloquência discursiva destes personagens e respectivas encruzilhadas que os caracterizam. Esta é a aventura engraçada do volume.
- 2ª Narrativa (5 estrelas): das diferentes narrativas, “Ratos” é a mais arrepiante e sombria, parecendo fazer alusão aos judeus nas câmaras de gás: “Ratos estúpidos. Eles também guinchavam. Milhares. Todos eles guinchavam. Sem fogo. Apenas gás. Todos eles guinchavam.” (pp.9). De forma violentamente mórbida, esta narrativa, que parece desligada da saga, acontece e termina no meio de um vácuo de silêncio agoniante que explicita a frieza nazi para com os judeus.
- 3ª Narrativa (4 estrelas): “Olhos Azuis” é uma aventura com um carácter muito comum em Sin City. Digo isto por ser repleta de sensualidade, paixão, traição e frieza reflectidas em ilustrações fantásticas. É-nos apresentada uma nova personagem que, tal como a maioria das mulheres vividas em Sin City, sabe realçar as suas qualidades e atributos e, através deles, para sobreviver, “utilizar” a paixão daqueles que por si são apaixonados. Mais uma demonstração gritante de que ninguém é de confiança em Sin City. Tudo se resume ao amor que se sente: ou se morre por ele, ou se vive por ele.
Mais um episódio da saga, mais um grande momento passado: SIN CITY!!! Para os amantes desta saga, não sendo este dos volumes mais conhecidos, tudo somado faz-se imperdível.
Fat Man and Little Boy: Two thugs talk like a couple of pompous 19th century aristocrat brats discussing whether it's a good idea to steal the boots of the corpse they are about to dispose.
Rats: A nutter puts a rat in an oven. Then a fat ugly dude Three cheers for animal rights.
Blue Eyes: A dumb asshole gets chased by a man all over the city. He decides to hide in a strip club.
While I enjoy a lot of Miller's work, including some Sin City stuff, this one shot of a couple of short pieces, left me kind of cold. The final story worked best until you start to think about it too much. As with all Sin City material, your love of it really depends on your love of hard-hitting pulp fiction. Lots of violence, lots of "dames," and a lot of overt sexuality. None of which are bad things in my book, but sometimes they can override a good story.