Dans le Portugal d'hier et d'aujourd'hui, trois générations de femmes en quête de bonheur et d'amour sont liées à leur insu par un incroyable secret.
Leonor et Nana, célibataires trentenaires, sont deux cousines inséparables. Comme leurs mères, des jumelles aussi proches qu'opposées, les deux jeunes femmes ne voient pas la vie de la même façon : Nana, sans attaches, collectionne les jeunes amants, indifférente aux préjugés d'un Portugal encore très traditionnel. Leonor, l'amoureuse romantique, attend toujours le prince charmant. Mais de troublantes découvertes vont bousculer leurs certitudes : et si l'histoire familiale était à réécrire ? En démêlant ces mystères, trouveront-elles un nouvel équilibre ?
Margarida Rebelo Pinto licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Clássica de Lisboa e iniciou a actividade de jornalista em várias publicações como: O Independente, Se7e, Marie Claire e Diário de Notícias. Enquanto escritora, escreveu seis romances, quatro livros de crónicas, um livro para crianças e uma biografia.
O seu primeiro livro, Sei lá, publicado em 1999, foi um dos maiores sucessos de vendas em Portugal, atingindo números de vendas pouco usuais para o país. Mais tarde, com os seus títulos seguintes, rapidamente alcançou um êxito similar. Actualmente, as suas obras encontram-se traduzidas na Espanha, Brasil, Países Baixos, Bélgica, Alemanha e Lituânia.
Paralelamente à escrita, Margarida dedicou-se também ao cinema, sendo a autora do telefilme da SIC Um Passeio no Parque e, mais recentemente, às peças de teatro.
Foi o primeiro livro que a autora escreveu depois do AVC que sofreu e o que eu mais gostei... li os anteriores (very light reading) e os posteriores (o amor e porque o perdemos e como sobrevivemos a essa perda) e este pareceu-me uma lufada de ar fresco! A história contada de três mulheres da mesma família de gerações diferentes e como lidam com os outros é também light mas numa escrita organizada e coerente, notei evolução na escrita da autora dos anteriores para este!
Uma leitura de Verão... Interessante sobretudo pela linguagem e pelas recordações de infância dos que hoje têm trinta e picos. Já nem me lembrava do nome de certos jogos. Foi bom para entreter mas não é um livro para quem está à espera de ler algo com profundidade. Apesar disso, gostei mais deste do que do Não Há Coincidências.
O princípio de acompanhar 3 gerações de mulheres e as suas diferenças pareceu-me prometedor, mas o livro acabou por desiludir bastante. Começando pelo facto de existirem tantas ideias repetidas, que se o livro tivesse menos 50 páginas não faria diferença nenhuma, se calhar até seria melhor para a leitura fluir mais facilmente. Depois, cada capítulo sendo narrado por uma personagem diferente exigia uma maior distinção na escrita de cada personagem, e se não fosse pela referência a irmão, marido, filho, etc, não saberia quem estava a narrar a história em certos momentos. O livro enquadra-se também num meio com que não me identifico nada, o que não ajudou à leitura. Por fim, o "plot" é dado a conhecer de uma forma bastante reveladora antes do meio do livro, e o resto é só acrescentar mas o fim também não foi nada de deslumbrar. Leitura muito fraca na minha opinião
Gostei muito desta história. É um romance bem escrito, fluído e com temas interessantes, escrito de forma despretensiosa e leve. Fala-nos sobre a força dos laços de sangue, da família, da educação, de arrependimento, erros, tradições e alta sociedade e bons costumes. De aprender a valorizar as mais pequenas coisas da nossa vida e a olhar mais profundamente para os que nos rodeiam. Fala-nos de amor nas mais variadas formas, da verdade e da resiliência. E deixa-nos uma mensagem muito importante, na qual a força de vontade e de viver além das aparências e tradições, e que somos capazes de superar tudo, se assim o quisermos
Este foi o segundo livro da autora que li e só o fiz porque a premissa de seguir a história de 3 gerações de mulheres me pareceu interessante. Infelizmente só serviu para confirmar a opinão que já tinha. Embora lhe conceda alguns méritos na escrita e na história, a arrogância que as personagens devotam aos que não são de berço provocou-me uma irritação tremenda. Todas as mulheres são feias, gordas, burras ou estúpidas e pecado capital, mal vestidas. A única que se escapa é a cunhada da protagonista que mesmo assim é uma arrivista com uma família burgessa.
Li alguns livros de Margarida Rebelo Pinto e este foi o que mais gostei. É uma história leve, que não obriga a grandes reflexões e interpretações (bem ao estilo da autora), mas que não deixa de ser curiosa e de nos prender até ao final. Não é o tipo de livro de leitura obrigatória, que nos marca e que partilhamos com todas as pessoas, mas o propósito também não me parece que seja esse. Mal comparado, é como a sessão da tarde, ao domingo.
Lê-se bem, mas achei q a história não desenvolvia mto. É um pouco focado na descrição / narrativa das várias personagens e da a sensação que não existe ação.
Só voltei a ler MRP porque uma das minhas melhores amigas, com quem partilho livros e opinões, me emprestou este Português Suave. O melhor foi mesmo a capa e o título.