“Construir la propia biografía humana es abordar las experiencias infantiles desde la realidad interna (…) en lugar de evocarlas desde el punto de vista de quien ha nombrado esa realidad cuando fuimos niños.” Durante sus más de treinta años de trabajo, Laura Gutman fue organizando una metodología terapéutica innovadora para que cada individuo pueda abordar su propia realidad emocional tomando en cuenta el punto de vista del niño que ha sido; y también para observar la distancia entre su ser interior y aquello que ha sido nombrado o interpretado por la madre o por los adultos a cargo. La biografía humana es un verdadero viaje de autoconocimiento que se establece entre un consultante deseoso de comprenderse más y un profesional sensible y entrenado. Laura Gutman ha transitado un exitoso recorrido como terapeuta y formadora de profesionales. Especializada en las relaciones entre adultos y niños, insiste en que ante cualquier obstáculo o dificultad es prioritario entrar en contacto con la propia sombra, reconocer los mecanismos de supervivencia emocionales, desenmascarar los discursos engañados, organizar la trama vincular completa y reencontrarse con el propio ser esencial. Es por eso que –además de las temáticas referidas a la maternidad– la autora nos ofrece esta metodología al servicio de hombres y mujeres adultos, utilizando casos concretos que ilustran y explican este sistema, de un modo coloquial y ameno.
O livro foi meu primeiro contato com o trabalho e com as ideias de Laura Gutman. Nele a autora explica os fundamentos do método terapêutico que desenvolveu, chamado de biografia humana. Através de inúmeros exemplos de casos reais onde o método é aplicado, Laura demonstra porque é tão difícil para o adulto perceber-se e mudar e qual deve ser o papel do terapeuta neste processo. Impressiona a objetividade e a assertividade com que ela conduz o trabalho em seus consultantes (como ela denomina os pacientes) e como a objetividade por mais dura que possa parecer, se aplicada com compaixão e livre de julgamentos, causa o melhor efeito no paciente.
É bom questionar metodologias que se afirmam absolutas. Nisso eu concordo com a autora. Todo conhecimento precisa de atualização. Entendo o bode específico da Laura com a psicanálise pela sua origem (parece que na Argentina a clínica psicanalítica é mais avessa a atualizações do que aqui no Brasil). Daí você lê os estudos de caso e exemplos da técnica criada pela autora para investigar as bases psicológicas traumáticas dos consultantes, e percebe que grande parte da "técnica" consiste em dar nome (ou mesmo sugerir fatos) àquilo que não foi lembrado nem nomeado pela própria pessoa que viveu a história. Gente, falsas memórias podem ser sugestionadas - ainda mais num contexto de suposto saber do psicólogo frente ao consultante. Achei o método MUITO EQUIVOCADO! Mas, enfim. Ia dar 3 estrelas, mas o último capítulo piorou com um discurso apolítico terrível da autora, afirmando que lutas políticas - quaisquer que sejam - "não servem a ninguém, com exceção daqueles que precisam se alimentar de alguma batalha pontual ou daqueles que anseiam por deter mais poder" (palavras da própria autora). Laura, se não fossem movimentos políticos você nem seria autorizada a publicar este livro sendo mulher. Eu hein.
Um leitura extremamente interessante que abrange a nossa ótica sobre relações familiares, e também, nos permite pensar sobre nossos traumas e se de fato temos autonomia na mudanças de nossos hábitos. Achei interessante quando ela expôs sobre a relação do Eu Enganador com a mãe, com o discurso materno. Uma autora a qual vou ler mais e mais futuramente.
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Lectura muy amena y rápida, planteo de casos comunes q ejemplifican como poder construir nuestra propia biografía. Escribe de forma cercana con mucho respeto y cuidado. Busca crecimiento del individuo.
Laura Gutman nos sorprende de nuevo con su naturalísima forma de explicar la complejidad humana. En La Biografía Humana, nos explica cómo somos una especie de actores dentro de nuestra propia obra, y como, a partir de los dictados de la infancia, actuamos la vida entera un "personaje", que no es nada original ni genuino, sino que parece ser el eco de los niños que fuimos. Así, observándonos e identificándonos con este personaje, podemos detener por un momento la obra y darnos cuenta de que, sin actores, al obra se acaba, especialmente sin el protagonista. Podemos tomar nuestro destino en nuestras manos, y dejar de actuar el papel automático que antes desempeñábamos con naturalidad (y con tantos dolores incluidos). La Biografía Humana es una herramienta, una ventana, aire fresco, y, sobre todo, una fiera invitación a ver nuestra vida de otra forma. Lo recomiendo ampliamente.
A grandes rasgos muestra su postura sobre esta forma de indagación. Postura sincrética de entrevista, recuento de la historia personal e indagatoria detectivesca.