Šioje esė Pierre’as Manent’as analizuoja, kokia yra dabartinė Europos padėtis, kaip įveikti mūsų bendro gyvenimo krizę. Autorius apžvelgia tautos istoriją, atskleidžia, kaip joje plėtojosi demokratija ir tautos nykimas, kurį pastebime šiandien, kelia grėsmę pačiai demokratijai. Šia esė norima sužadinti protą ir dvasią, kurių pastangų dėka gyvuoja Europa.
Petit essai simple et rapide à lire sur le liens entre la démocratie, la nation et la religion dans le cadre européen. On y apprend des éléments intéressants sur la constitution de l'Etat laïque en France, sur le caractère politique de l'islam et plus généralement de la place de la religion dans un État laïque. Le livre est plus une réflexion personnelle qu'un essai historique mais il n'en demeure pas moins intéressant.
Tunnetun yhteiskuntafilosofin esseistisiä pohdintoja Euroopasta. Tulokulmina aiheeseen: demokratia, kansa (tai kansakunta) ja uskonto. Nyt jo ehkä vähän vanhentunut, mutta ei kokonaan.
Nesse livro, Manent discute como a "nação europeia" se construiu e desconstruiu. Para ele, o enfraquecimento das nações europeias fragiliza o quadro de experiência em que semelhantes e diferentes ganham sentido. No capítulo um, o autor trata da democracia. Manent discute como em 1848 a democracia se tornou luta por igualdade de condições e, após 1968, tornou-se sinônimo de disputa por legitimidade institucional, na esteira das discussões de Tocqueville. "Estamos em vias de abandonar o período tocquevilliano preocupado com a institucionalização da soberania do povo e a redução da distância social". Para Manent, a democracia tem se tornado instrumento de luta contra a superioridade do Estado. O nivelador de condições está sendo nivelado. A principal evidência disso é a abolição da pena de morte em todos os Estados europeus. No capítulo dois, o autor trata da nação. Para Manent, o Estado nação uniu civilização e liberdade. O Estado nação soberano e o governo representativo acomodaram a civilização e a liberdade com grande massa de indivíduos. Contudo, nos últimos tempos, o Estado se tornou cada vez menos soberano e o governo menos representativo, pois os instrumentos estatais se tornaram mais funcionais e menos políticos. Os novos instrumentos de administração pública nos entravam e nós perdemos o valor do governo de si mesmo. O aparato burocrático institucionalizado pode paralisar a vida democrática. Perdemos a capacidade de ação política. No último capítulo, Manent discute o papel da religião. Qual a importância política da religião? A forma política do Islã é o império. Entende Manent que a Europa é politicamente cristã. O conteúdo cristão deu à Europa um mundo comum a partilhar. É preciso redescobrir a paisagem familiar da Europa cristã.
Assez facile à lire, et limpide (comme toujours avec Manent). S'appuyant plus sur des impressions que des faits, mais c'est cohérent avec le format de l'essai personnel.