O pai ta on, dizem 9 a cada 10 jogadores de futebol. Mas o que vemos, quase sempre, é que o pai tá longe. Longe do ideal, e muitas vezes longe, literalmente, dos seus próprios filhos. Os mesmos pais que se dizem "on" se recusam a pagar pensão, quanto mais todo o resto. Mas onde é que está o pai que a gente desejaria pra nós? O patriarcado não presta, mas e a paternidade? O que é que a gente faz com ela? Pra que serve, afinal, um pai? Gregório Duvivier é pai de duas meninas e ainda está tentando entender o que isso significa. Para isso vai conversar com todo tipo de pessoa que pensa a pais e filhos, mães e filhas, psicanalistas e antropólogos, historiadores e até pais de santo, que vão falar de seus filhos, de seus netos, mas também de seus pais. O pai tá onde? não é uma série sobre a paternidade ideal e também não é um manual com respostas prontas, mas uma reflexão sobre as paternidades possíveis e desejáveis no século XXI.
Gregório Byington Duvivier é um ator, humorista, escritor, roteirista e poeta brasileiro. Ficou conhecido pelo seu trabalho no cinema e no teatro e, a partir de 2012, destacou-se como um dos criadores dos esquetes da série Porta dos Fundos, veiculada pelo Youtube.
É autor dos livros "A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora" , "Ligue os pontos - Poemas de amor e Big Bang" e "Put Some Farofa".Também assina uma coluna semanal na Folha de São Paulo.
O livro traz reflexões importantes sobre a importância da presença do pai na vida dos filhos. Ele também aborda temas como traumas e questões não resolvidas, mostrando como esses ciclos podem se perpetuar e de que forma podemos evitar repetir esses padrões. Acho que a leitura é mais indicada para quem tem questões mais profundas ou está se preparando para ser pai.