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Do Prazer de Odiar e Outros Ensaios

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Em "Do Prazer de Odiar e Outros Ensaios", reúnem-se alguns dos ensaios mais contundentes de um dos críticos e ensaístas mais brilhantes que alguma vez escreveram na língua de Shakespeare.

Todos os textos ostentam a marca de uma inteligência irrequieta e de um espírito crítico de uma honestidade tão desarmante quanto fora de moda. A seleção é arbitrária, mas procura ser uma amostra representativa da variedade de assuntos que ocuparam a longa e controversa carreira de Hazlitt, da crítica de arte à definição de poesia, da ignorância dos eruditos à formação da opinião pública, do medo da morte ao prazer tão salubre e visceral de odiar.

256 pages, Paperback

Published March 1, 2025

63 people want to read

About the author

William Hazlitt

1,136 books176 followers
William Hazlitt (1778-1830) was an English writer, remembered for his humanistic essays and literary criticism, and as a grammarian and philosopher. He is now considered one of the great critics and essayists of the English language, placed in the company of Samuel Johnson and George Orwell, but his work is currently little-read and mostly out of print. During his lifetime, he befriended many people who are now part of the 19th-century literary canon, including Charles and Mary Lamb, Stendhal, Samuel Taylor Coleridge and William Wordsworth.

Hazlitt was the son of the Unitarian minister and writer, William Hazlitt, who greatly influenced his work. Hazlitt's son, also called William Hazlitt, and grandson, William Carew Hazlitt, were also writers.

Librarian Note: There is more than one author by this name on Goodreads.

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Profile Image for Bárbara Portugal.
49 reviews3 followers
August 29, 2025
Não consigo encontrar as palavras corretas para este livro, mas, mesmo assim, permitam-me tentar.

Os primeiros dois ensaios deste livro são excecionais, tanto “Do prazer de odiar”, como “Do medo da morte”. Estes dois opúsculos fazem um exame mordaz a duas características inerentes ao ser humano, o ódio e a morte. Diria que estes dois são, de facto, dignos de leitura.

Os outros… pois bem, senti que os outros todos foram uma tentativa de o autor fazer uma crítica à sociedade, mas que se embrenhava de tal modo, que tudo passava a ser uma autocrítica. O que eu respeito, no entanto, não é do meu gosto. Para além disso, o autor tem uns takes muito graves contra as mulheres e os transexuais, o que mesmo sendo normal para a época, é-me doloroso ler.

Pode ser que se foram grandes entendidos de Shakespeare gostem mais do que eu.
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