Novo livro de Iandê Albuquerque, autor que conquistou os corações de mais de 150 mil leitores.
Falar sobre a nossa jornada é falar também sobre aquele medo de dar os primeiros passos pra seguir em frente, sobre tudo o que a gente sente ao longo da nossa caminhada de mudanç insegurança, saudade, machucados. Sobre todos os sentimentos que a gente encontra dentro da gente e sobre como é difícil o processo de ressignificar alguns e se desfazer de outros. Sobre o processo de se curar, de amadurecer, e de entender o momento em que a gente precisa da gente. Porque todo mundo fala ''vai ficar tudo bem'', mas o que ninguém fala é o quanto você vai se sentir insuficiente até ficar tudo bem. e o quanto você vai olhar pra si mesmo e não vai se enxergar, e o quanto tudo isso dói.
Mas a única certeza é que no final, sim, fica tudo bem.
Iandê Albuquerque tem 29 anos e é de Recife - Pernambuco. Estudou Artes Visuais no IFPE. E em 2014 começou a compartilhar os seus textos sobre amor próprio nas redes sociais. O sucesso foi tanto, que hoje é autor bestseller de dois livros, e tem suas frases e textos seguidos por mais de um milhão de pessoas na internet.
Esbarrei com esse livro no instagram e apesar de não estar no mood de desenvolvimento pessoal decidi dar uma chance.
São por volta de 160 páginas. Lê-se maravilhosamente bem, a escrita é super fluida, e leve. ( p mim pois não estou a passar por nenhum momento de incerteza, desilusão amorosa ou sofrimento).
Calhou bem pois estava a ler em simultâneo com outro bastante pesado pela história.
O autor basicamente fala sobre relações amorosas, sobre términos, recomeços, expetativas, dores, e construção de amor próprio.
Para quem está a travar uma guerra de sentimentos, para quem se sente muitas vezes usado, desrespeitado esse livro pode ser mais um reforço, pode ser um abrir de olhos para perceber que tudo passa, que dói sim e que a jornada é mesmo sobre ti como bem o título ja diz. 🤗
Esse livro é como uma espécie de conversa com um amigo, que gosta de aconselhar usando as próprias questões. O autor tem boas intenções, e por isso dou 3 estrelas, mas para mim ficou extremamente repetitivo e enjoativo.
não era o q eu esperava, mas eu gostei. O livro é bem direcionado a relacionamentos, amor, amor próprio e lidar com os sentimentos. Mas eu gostei até, é bem curtinho e escutei o audiobook.
Melhores trechos: "...A vida é uma só, e talvez você só precise viver; viver sem pensar tanto nas possibilidades de dar errado, porque elas existem da mesma maneira que existem as possibilidades de dar muito certo, e você precisa viver... QUANDO VOCÊ ENTENDER QUE NÃO PRECISA FAZER ESFORÇO PRA SER AMADO, VOCÊ VAI RECONHECER TAMBÉM QUE VOCÊ SÓ PRECISA PERMITIR QUE AS PESSOAS TE CONHEÇAM, O RESTO É COM ELAS. Quem for pra ficar, vai ficar por gostar do que sou... Em certos momentos, eu mesmo, nas minhas conversas, na minha escrita, evito falar a palavra 'amor'. Fujo das frases 'eu te amo' pra não usá-las de forma vazia e miserável, porque eu entendo que amor é um sentimento absurdo de bonito, é forte demais, potente demais, impactante, não dá pra dizer que te amo, assim, só porque você disse que me ama, porque se eu fizer isso sem sentir primeiro, eu sinto como se estivesse descarregando um caminhão de pedras sobre mim... Você já tem idade o suficiente pra dizer o que sente em vez de ficar em silêncio achando que o outro tem a obrigação de entender... Eu sei que é dificil a gente aceitar as mudanças, os novos caminhos, ciclos fechando, mas às vezes nem tudo que a gente quer é o que a gente precisa... Depois que eu entendi que o amor mais importante de todos é o meu, eu nunca mais tive medo de ficar sozinho, porque sozinho eu me encontro, porque sozinho eu me cuido, sozinho eu me transformo, ninguém faz isso por mim, só eu. E é por isso que eu escolhi essa coragem; coragem de assumir um relacionamento sério com o meu amor-próprio..."
"Eu quero ter a força de dar o melhor pra mim da mesma maneira que tento dar o melhor aos outros"
Eu nunca fui de ler livros de autoajuda ou coisas do tipo, mas esse livro do Iandê Albuquerque chamou a minha atenção no meio da livraria e logo na primeira página do livro eu entendi o porquê.
Um livro com capítulos curtos e de leitura leve, mas recheado de verdades (as vezes duras) que precisamos nos lembrar todos os dias... por nós mesmos. Por ser um livro com capítulos curtos pensei que iria terminar de ler mais rápido, mas, depois que eu terminei, percebi que li no tempo que o meu coração e a minha mente pediam para digerir cada palavra, cada frase, cada lembrete sobre a importância do amor que é só nosso... do amor próprio.
Uma das coisas legais do livro é o personagem que o Iandê escolheu para nos acompanhar nessa leitura: um caracol. Segundo o autor, ele representa todos nós. "Ele carrega consigo a sua própria casa e o peso de ser quem ele é. O seu casco também é a sua proteção. Faz parte dele. Como todas as nossas inseguranças, nossos medos, erros, e todas as nossas tentativas fazem parte da gente também".
Esse livro me fez olhar para dentro e para o passado, me fez lembrar do quanto eu já errei comigo mesma. Eu sei que provavelmente eu vou errar outras vezes, mas eu realmente espero me lembrar de quem eu devo e preciso colocar em primeiro lugar e que eu não me sinta egoísta por isso.
Iandê Albuquerque traz à tona a difícil tarefa de seguir em frente diante das adversidades que se apresentam. Com um enfoque visceral na necessidade de superar o medo de encerrar ciclos, e que é vivendo que aceitamos que tudo que ocorreu foi para que chegássemos onde estamos. A linguagem, por vezes, me fadigou devido à sua redundância e a escrita me trouxe a sensação de textos para serem publicados em plataformas de engajamento. Se as lesse por aí, as desfrutaria mais, entretanto, ter de lê-las compiladas não me atrai. Duas passagens em especial me fizeram refletir acerca do quanto a autoaceitação é imprescindível no processo de cerrar o ciclo da necessidade de validação externa e que o deprimido que nos sentimos com o fim de uma relação vai ser menos doloroso do que o deprimido que nos sentimos estando nela.
“eu já me olhei diversas vezes e não me aceitei porque eu queria que o outro me aceitasse primeiro.”
“se acostumar com o que machuca é pior do que sentir a dor de partir.”
Ler esse livro foi como um acalento num coração bem castigado. O engraçado foi perceber que quando li a primeira página, nunca estive tão mal. Ao ler a última, o tão mal já não parecia tão grande assim. Amar também é superarar e deixar o que não cabe mais, não por ódio ou ressentimento, mas porque você ficou muito grande dentro de você pra aceitar pouca coisa de outros. Esse livro me ajudou a entender isso um pouco melhor. Saborear ele aos poucos, ver que na verdade, eu conseguia sim focar em mim e me sentir melhor conforme as páginas iam passando, me ajuda a ter mais fé ainda de que nada acaba quando algo termina, mas sim recomeça. Indico a leitura e acredito que ter um caderninho ao lado, pra escrever sobre o que você pensa e reflete sobre cada texto seja algo que vai ajudar ainda mais a quem precisa.
nossa que DOR foi ler esse livro favoritado e 5 estrelas pra ele porque nao poderia ser diferente, com tanto tapa que levei a forma como iandê fala pra gente se acolher ao mesmo tempo de não se enganar achando que somos vítimas me bateu muito forte derramei lágrimas e mais lágrimas porque foi o momento exato que eu precisava pra aprender a seguir em frente, entender que tá na merda faz parte e que a gente nao precisa se cobrar pra ficar bem, uma hora eventualmente vc vai acordar e ir dormir e o dia vai ter sido bom 💓
Toda pessoa que já sofreu com alguma relação tóxica, dependencia emocial, traição, ansiedade vai se identificar e se confortar em cada linha escrita por Iandê. É um livro pra quem está a procura de autoconhecimento, pra quem está sempre buscando amadurecer. É um livro que te dá um abraço, provoca algumas lágrimas se alguma ferida ainda estiver aberta, mas é reconfortante. É um livro sobre a importância do amor próprio e saber lidar com a mudança, por que ela é lei da vida!
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Eu adorei esse livro. É uma leitura rápida, mas bem íntima. Gostei porque eu senti que parece com um tipo de conversa que eu teria comigo na minha cabeça. É intimista e te deixa refletindo sobre o seu valor, aquilo que merece ou não seu tempo e energia.
Percebi que refleti bastante sobre o processo de cura. E ele te mostra como doer e sentir todas as emoções é importante pra ressignificar aquele acontecimento. Gostei muito 🫶🏻
Tirei muitos insights bons deste pequeno livro, que me aconselhou como um amigo próximo faz: com verdades duras e cruéis mas que no fim da conversa, dá-nos aquele colo reconfortante e seguro. 🤍
“E se tu não sentias era porque o meu gostar não chegava até ti e não era por falta de dizer, de demonstrar, de querer. Não chegava porque preferiste tomar distância entre nós e a distância trouxe dúvidas, as dúvidas trouxeram medo e o medo fez-me partir.”
Mais um daqueles livros que parece um diário no Instagram de um adulto imaturo que se acha muito sábio, poético e moralista.
Abandonei a leitura em um ponto que não dava nem pra tolerar a filosofia rasa. Há um capítulo que fala sobre ter coragem, e outro imediatamente depois que fala sobre não dizer que ama uma pessoa porque já se machucou falando isso demais antes. Meu tempo é valioso para ler desabafos aleatórios e caros de uma pessoa que não parece ter nada a ensinar.
Crônicas rápidas, de fácil entendimento e, ao mesmo tempo, leves. O autor aborda temáticas como solidão, amor, relacionamentos, resiliência, a arte de se amar, compaixão, aceitação e perseverança.
Não é uma obra para quem quer entender as profundidades dos sentimentos, mas é uma obra para quem, de alguma forma, quer “ouvir” algo simples, superficial, mas cativante. Enquadra-se em obras de auto-ajuda.
O livro me chamou muito a atenção pela capa, criei bastante expectativa. Porém foi uma leitura arrastada, excessivamente coloquial, sem referências de outros autores que versam sobre o tema (ele cita duas músicas e deu). Algumas ideias estão jogadas ali no meio e são bastante interessantes, mas todo o resto parece que foi colocado junto só pra engordar o texto. Se fosse um livro de aforismas (como o Monogamy, do Adam Philips), talvez teria sido mais interessante e menos maçante.
“por várias vezes eu percebi que eu sentia saudades de mim, não do outro. Porque quando a gente sente saudade do outro, a gente não tem medo de dizer, porque não existe dúvida, não existe joguinhos de desinteresse, não existe nada que faça você pensar: melhor guardar pra mim que expõe o que sinto. Porque você sabe que o outro não vai te machucar ou simplesmente ignorar o que você sente.”
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Algumas pessoas disseram que o livro é repetitivo. Porém, quantas vezes são necessárias para que seja possível nos amar primeiro antes de gostar de alguém? Às vezes, carregamos tantas fragilidades quando na verdade precisamos ser fortes e nos reconstruir não importa quão grande seja a decepção que tivemos nos nossos relacionamentos.
Foi um livro mto healing, de auto reflexão e aceitação. Obviamente não concordo com todos os aspectos do livro, mas acredito que tem várias frases e reflexões para levar consigo. Me senti entendida e ouvida em vários momentos, e me senti mais leve ao final do livro sabendo que não sou só eu quem sinto esses tipos de sentimentos e tenho esses tipos de pensamentos.
Estava precisando ler esse livro. Acabei de passar por um relacionamento que deixou certas marcas e esse livro me ajudou a entender algumas coisas, sobretudo a buscar e dar valor a mim mesmo. ;) O livro é muito bem escrito e a leitura flui. Um livro para ler, refletir sobre e reler.
Recomendo terapia. Leia e leve trechos pra sua terapia, vc precisa chegar nas reflexões e conclusões que o autor traz por sua própria experiência e autoconhecimento. O livro traz frases que são tapa na cara e ao mesmo tempo é redundante. Avaliação agridoce.
achei a escrita um pouco repetitiva em alguns pontos mas talvez seja sobre isso mesmo, tem muitos pontos que abrem um leque na sua cabeça, pontos legais para levar na terapia, achei gostoso de ler e pude aplicar varias coisas desse livro em vivências passadas e espero aplicar nas futuras também!
"porque todo mundo fala 'vai ficar tudo bem', mas o que ninguém fala é o quanto você vai se sentir insuficiente até ficar tudo bem. e o quanto você vai olhar pra si mesmo e não vai se enxergar, e o quanto tudo isso dói."
li pra dar de presente pra alguem que ta passando por uma situacao dificil, entao nao bateu muito a mesma vibe que eu. num geral, achei legalzinho, a escrita me confundiu um pouco e o papel é muito fino, me deu nervoso. se num momento que eu precisar eu reler ele, minha nota pode mudar
minha amiga me emprestou esse livro há algumas semanas, peguei pra ler só hoje antes de dormir e acabei lendo ele inteiro de uma vez. é uma graça e um aconchego.