Acredita-se erroneamente que a atual “forma de amar” sempre existiu em todas as épocas. Incontestavelmente, todos os seres humanos possuem esse sentimento natural, espontâneo e universal, desfrutando de uma capacidade instintiva de amar, criar laçosafetivos, demonstrar ternura. Mas o “conceito ou a maneira de amar” da contemporaneidade não existiu desde sempre. Por essa razão, precisamos nos conscientizar de sua historicidade, ou seja, do conjunto dos fatores que constituem a história de um comportamento, de uma atitude. Assim como todos os povos elegem suas tradições, seu modo de viver, de sofrer, de se divertir, de morrer, também constroem suas maneiras de amar.
Um ótimo início de estudo, interessante e que me fez fazer uma imersão na minha forma de amar, meu comportamento no decorrer da vida. Triste em alguns pontos e esclarecedor em tantos outros que não sei explicar até que ponto foi terno e estarrecedor.