আপনি কখনও কোনো প্রাণী হত্যা করেছেন বা খুন হতে দেখেছেন? হাঁস-মুরগি জবাই করা থেকে গোরু জবাইয়ের মতো ঘটনা হোক, আর সাক্ষাৎ মানুষ খুনের মতো ঘটনাই হোক-এমন কোনো ঘটনা যদি দেখে থাকেন, সমস্ত ঘটনাতেই আপনি সাধারণভাবে যেই জিনিসটা খুব স্পষ্ট দেখবেন সেটা হচ্ছে প্রাণের বেঁচে থাকার প্রাণান্তকর চেষ্টা। প্রাণপণে এই আকস্মিক মৃত্যুকে অস্বীকার করতে চায় খুন হতে চলা প্রতিটি প্রাণ, আমরা বিশ্বজিৎকে দেখেছি টেলিভিশনের ক্যামেরায় কী নিদারুণভাবে ঘাতকদের একের পর এক ছুরির আঘাত থেকে বাঁচতে চাইছেন। র্যাবের হাতে গুলি খাওয়া টেকনাফের একরামুল হকের ফোনকলের রেকর্ড থেকে আমরা শুনেছি প্রতিটি গুলির পরে কী নিদারুণ আঁকুতির হেঁচকি টানছেন একরাম-তেমন আমরা দেখি গলাকাটা হাঁস মৃত্যুকে অস্বীকার করে ছুটে পালাতে চায়। আমরা দেখি কোরবানীতে জবাই হওয়া গোরুর মৃত্যুকে প্রতিরোধের প্রাণান্তকর চেষ্টাকে সামাল দিতে অন্তত হাফডজন তাগড়া জোয়ানের দরকার হয়। এইযে প্রাণের মৃত্যুকে অস্বীকার করে তাকে প্রতিরোধ করার সংগ্রাম-এই প্রবণতা এই বিশ্বের প্রতিটি প্রাণের ভেতর বিরাজমান। প্রাণের এই জীবনমুখীতার নাম ফ্রয়েড দিয়েছেন ‘ডেথ ইন্সটিংক্ট’। এই ডেথ ইন্সটিংক্ট সকল প্রাণের ভেতর সমানভাবে বিরাজমান-সে পশু হোক, কিংবা জীববৈচিত্র্যের একেবারে নিচের তলার সদস্য থেকে সর্বশক্তিমান মানুষ-সকলের ভেতর বেঁচে থাকার এক অদম্য প্রবণতা কাজ করে। এই প্রবণতার নাম ডেথ ইন্সটিংক্ট দেখে আপনারা ঘাবড়ে যেতে পারেন, বেঁচে থাকার এই প্রাণান্তকর চেষ্টার প্রবণতার নাম ডেথ ইন্সটিংক্ট হয় কী করে?
With the help of Friedrich Engels, German philosopher and revolutionary Karl Marx wrote The Communist Manifesto (1848) and Das Kapital (1867-1894), works, which explain historical development in terms of the interaction of contradictory economic forces, form many regimes, and profoundly influenced the social sciences.
German social theorist Friedrich Engels collaborated with Karl Marx on The Communist Manifesto in 1848 and on numerous other works.
The Prussian kingdom introduced a prohibition on Jews, practicing law; in response, a man converted to Protestantism and shortly afterward fathered Karl Marx.
Marx began co-operating with Bruno Bauer on editing Philosophy of Religion of Georg Wilhelm Friedrich Hegel (see Democritus and Epicurus), doctoral thesis, also engaged Marx, who completed it in 1841. People described the controversial essay as "a daring and original piece... in which Marx set out to show that theology must yield to the superior wisdom." Marx decided to submit his thesis not to the particularly conservative professors at the University of Berlin but instead to the more liberal faculty of University of Jena, which for his contributed key theory awarded his Philosophiae Doctor in April 1841. Marx and Bauer, both atheists, in March 1841 began plans for a journal, entitled Archiv des Atheismus (Atheistic Archives), which never came to fruition.
Marx edited the newspaper Vorwärts! in 1844 in Paris. The urging of the Prussian government from France banished and expelled Marx in absentia; he then studied in Brussels. He joined the league in 1847 and published.
Marx participated the failure of 1848 and afterward eventually wound in London. Marx, a foreigner, corresponded for several publications of United States. He came in three volumes. Marx organized the International and the social democratic party.
People describe Marx, who most figured among humans. They typically cite Marx with Émile Durkheim and Max Weber, the principal modern architects.
Bertrand Russell later remarked of non-religious Marx, "His belief that there is a cosmic ... called dialectical materialism, which governs ... independently of human volitions, is mere mythology" (Portraits from Memory, 1956).
O suicídio não passa de mais um entre os mil e um sintomas da luta social geral, sempre percebida em factos recentes, da qual tantos combatentes se retiram porque estão cansados de serem contados entre as vítimas ou porque se insurgem contra a ideia de assumir um lugar honroso entre os carrascos.
Marx analisa, nesta pequena obra do início da sua actividade teórica, os fundamentos e origens sociais de um fenómeno crescente na sociedade europeia industrializada do século XIX: o suicídio. Para tal, Marx parte dos escritos originais de Peuchet (a quem cabe o estudo do problema e o manuscrito original que aqui é publicado), um trabalhador monárquico dos registos civis de Paris, que faz uma dura crítica à sociedade burguesa e ao labirinto para o qual o homem moderno é empurrado, não vendo, muitas vezes, outra saída que não acabar intencionalmente com a própria vida.
A obra, não tendo o tom habitual de Marx, é, no entanto, precursora de inúmeros assuntos de exploração: desde logo uma compreensão social e sociológica das razões do suicídio, mas também um engajamento feminista e até uma forte reflexão sobre os problemas da sociedade patriarcal, das relações sociais (entre homem e mulher) como forma de propriedade de uns sobre outros, ou a defesa do aborto.
Descobri que, sem uma reforma radical de toda a ordem social do nosso tempo, todas as tentativas de mudança seriam inúteis.
"Cora-se perante a opinião pública quando se a vê de perto, com a sua cobarde animosidade e as suas suposições. A opinião é demasiado fraccionada pelo isolamento dos homens, demasiado ignorante, demasiado corrompida, porque todos são estranhos face a si mesmos e face aos outros."
Uma leitura rápida que contempla a visão de Marx não só sobre o suícidio mas, mais importante, sobre a mulher burguesa na sociedade patriarcal do XIX, sob a tirania do casamento e do olhar público, com o apoio de dois prefácios para melhor entender o contexto da sua escrita e a sua relevância.
“O ciumento precisa de ter um escravo, o ciumento pode amar, mas o amor é apenas um sentimento luxuoso para o ciúme; o ciumento é sobretudo proprietário privado”. P.138
É muito difícil considerar este livro uma verdadeira obra de Marx, tendo em conta que se trata de uma mera tradução que, já agora, tem um tradutor muito mau, que subtrai coisas que não lhe interessa e muda muitos termos. No entanto, é muito bom ler esta interpretação de marx da teoria sobre o suicídio, que inclui ideias que a ele o atribuímos, como a alienação e a família. Surpreendeu-me pela positiva por revelar-me um homem muito mais completo, que não cai em absurdos reducionismos. Reconhece que o suicidio é uma epidemia transversal, que ultrapassa a classe. Chega a dar mais importância ao género que a classe (marx rad confirmed) e torna mais ridículo interpretações seletivas das suas obras, que olham, paternalistas, para outras lutas e movimentos. O prefácio também foi muito bom por me desmistificar Marx. É, no final de contas, um vagabundo com problemas familiares, que profetiza uma revolução não por amor a algo melhor, mas por adorar a ideia de destruição. É movido por uma raiva e violência absoluta (he is just like me frfr💯💯💯)
"O homem parece um mistério para o homem; só se sabe censurá-lo e não se o conhece."
Com um prefácio excelente, tripartido por três diferentes escritores, este texto, original de Peuchet, traduzido e comentado por Marx, proporciona uma visão do suicídio um tanto sociológica, que ainda hoje se mantém actual.
Marx e Peuchet dão um relato assustadoramente atual dos porquês que levam alguém a tirar a própria vida. Levando em conta o que os dois poderiam saber sobre os transtornos psicológicos, sobre a luta das mulheres, é uma grande obra que pode ser lida em uma ou duas sentadas (ui).
Um livrinho que é uma preciosidade. Partindo de relatos de um oficial da polícia francesa sobre casos de suicídio, uma análise da totalidade social com foco na perspectiva da mulher.
The fact that this has Marx's name slapped on it is really strange, since it is not much more than translated excerpts from Peuchet's Du suicide et de ses causes . To be fair, his alterations consist of the choice of excerpts and certain changes in the translation, but after the publishers made an effort to distinct between Peuchet's text and Marx's commentary, I still don't find any critical info Marx is adding. It reads more like a study booklet - because it probably was one. And it has its right to exist as that, just know that you're wrong if you are searching for either an important part of Marxist literature or a philosophical argument on suicide.
- خودکشی را با نتایجی محتوم محکوم میکنند، اما همین وجود خودکشی اعتراضی است آشکار بر ضد این نتایج سادهاندیشانه.
- این چه نوع جامعهای است که در آن آدمی ژرفترین تنهایی را در میان میلیونها نفر مییابد، جامعهای که در آن میتوان با کششی مهارناپذیر برای کشتن خود مسخّر شد بدون آنکه کسی از ما بویی از آن ببرد؟ این جامعه، جامعه نیست بلکه به گفتهی روسو بیابانی است مملو از جانوران وحشی.
Methodologically flawed for modern standards but places in its time and intellectual context a very interesting critic of the influences of the capitalistic society on individual’s psychological well-being
I am one of the people who committed suicide that the police chief Jacques Peuchet wrote in his reports. I've come to tell you something in the life-suicide balance. and I will go before you as I went. This isn't about 'breaking down'. Because for the first time, I am reproducing myself by choosing with my own free will. It is not destroyed, on the contrary, I am recreating myself in nature.
Wasn't what you call life, the design of situations and facts in mind, an effort to create a meaningful world of 'things' by combining parts? I can no longer see myself in this design.
You see life itself as a solution. Sorry, it isn't. Life does not belong to any accepted, produced, owned, endowed existence. Life is just desires, ideals, and a suppressing negative force itself. Because good and bad, beautiful and ugly, genius and stupidity are not given equally to anyone. It just comes from an essence where circumstances give more to some and less to some.
I want to live, I want to face the reality of existences, I want to destroy destiny. Because my friends; I could neither die nor live anymore. nor could I refuse to want both of them. And the sad truth I see is that people are all like that.
Karl Marx... That's the person who delivered them to you. While I drown in my imaginary paradigms, while I put an end to my suffering; He conveys to you what I want to tell you, as if to alleviate my pain.
«Algunas de esos poemas, que son enterrados en los archivos, son verdaderas obras maestras. Un torpe burgués, que deposita su alma en su negocio y su Dios en el comercio, puede encontrar todo esto demasiado romántico y refutar sus burlas al dolor puede no ser inteligente: su desprecio no debe sorprendernos. iQué otra cosa debemos esperar de ese tres por ciento de personas, que ni siquiera sospecha que diariamente y a cada hora, poco a poco, asesinan su Naturaleza humana! ¿Mas qué debemos decir entonces de la buena gente que forman los devotos, gente culta, y que repiten sus obscenidades?"...Sin duda, es de extrema importancia que esos pobres diablos soporten la vida, aunque sea por el interés de las clases privilegiadas de este mundo, que el suicidio universal de la canalla arruina; pero ¿habría otro medio de hacer soportable la existencia de estas clases que no sea la injuria, el desprecio y las bellas palabras? Más allá de esto, es necesario que exista alguna nobleza del alma en esta suerte de mendigos que, decididos como están a la muerte, se aniquilan a sí mismos y no esperan a tomar el camino del suicidio en el camino del caldalso. Es verdad que, en nuestra época comercial, se toman más raros esos nobles suicidios; toma lugar la hostilidad consciente, y al miserable se le imponen brutalmente la oportunidades de robo y asesinato. Es más fácil obtener la pena de muerte que un trabajo».
Livro bem curtinho de um texto super interessante do Marx, que trata não somente do fenômeno do suicídio como algo pertencente a sociedade, mas também da opressão das mulheres. Interessante por ser uma visão do Marx da vida privada, que não é tão comum. Marx nega que o suicídio seja algo anti natural, já que é algo normal e período e que é encontrado em diversas classes sociais. Analisa alguns casos em que as mulheres são as suicidas, vítimas de uma sociedade opressiva e desigual.
É fácil proclamar constituições no papel, o direito de todos os cidadãos à educação, ao trabalho e, acima de tudo, a um mínimo de meios de subsistência. Mas, não basta escrever esses magnificentes desejos no papel; a verdadeira tarefa reside em fazer frutificar essas ideias liberais com o auxílio de instituições materiais e inteligentes, de instituições sociais.
A little and deep book. More than 150 years ago written and so up-to-date with our present problems as a society. I´ve got touched by the sucides described in the book, mostly the women ones... so sad. Never saw a concern about women in Marx´s texts, now I know better.
“O suicídio elimina a pior parte da dificuldade, o cadafalso ocupa-se com o resto.“
um texto curto e pouco denso, mas que evidencia a posição de Marx acerca de pautas que muitas vezes são dadas como negligenciadas por ele, como a questão da mulher, a proletária dos proletariados, que tem a dominação da suas capacidades reprodutivas como um dos pilares do capitalismo. muito interessante a perspectiva dele sobre o aborto, a família e a propriedade privada e o ciúmes dentro do casamento como instituição. além disso, perfeita a abordagem de como até mesmo os burgueses, especificamente as mulheres, definham sobre as atuais condições sociais. leitura fundamental!
Aquest llibre inclou els tres temes que m'estan interessant més últimament: els escrits de joventut de Marx, la qüestió de gènere i l'aproximació crítica a la salut malaltia.
La major part de l'edició que he llegit és un comentari introductori al text de Nicolás González Varela.
El text de Marx "Peuchet sobre el suïcidi" va ser publicat l'any 1846 (Marx tenia 29 anys). En l'àmbit formal és curiós, és pràcticament una citació del text de Peuchet sobre el suïcidi, intervenint afegint frases noves, alterant algunes de les originals i contextualitzant alguns aspectes. Per Peuchet, i entenc que per Marx al citar-lo, el suïcidi és un "símptoma d'una organització deficient". Marx introdueix al text de Peuchet dos elements claus avançats dos anys abans als manuscrits de 1844: la seva teoria de l'alienació, "perquè cada un és estrany de si i tots són estranys entre si", i la crítica naixent a la propietat privada. Com que el suïcidi no és comprès com un acte antinatural, sinó que forma part de la mateixa naturalesa de la societat, l'única via per solucionar la qüestió és la "Reforma total de l'Ordre Social actual" -diu Peuchet- i podem intuir dels afegits de Marx, que per ell, la resolució només pot ser revolucionària. De les lectures "feministes" d'alguns fragments ja se n'ha dit molt així que em limitaré a fer algunes notes sobre la qüestió de la salut/malaltia.
En el moment de redacció d'aquest text Marx i Engels estaven prepara la seva "Gesellschaftsspiegel", una revista mensual amb l'objectiu de descriure la misèria social i el règim burgès. La qüestió de l'estat de salut/malaltia de la classe obrera és un tema central en els primers passos de Marx i Engels. Diuen en una carta als lectors de la revista: "la Gesellschaftsspiegel mencionarà en aquest fòrum totes les malalties del cos social". Podem ubicar dues qüestions rellevants: la malaltia com a metàfora (la societat burgesa com a malalta) i l'assumpció d'un origen social de l'estat de salut del proletariat del sXIX. La demostració del miserable estat de salut produït per la societat burgesa serveix per a Marx i Engels com a crítica a aquesta última i com a mètode d'agitació de les masses (sembla que aquest text sobre el suïcidi havia de ser llegit davants dels treballadors de no recordo on). És en aquest context que Marx s'interessa en les estadístiques i casos de suïcidi recopilats per Peuchet (qui va començar la carrera de Medicina i la va deixar perquè la considerava "germana de la xarlataneria"). També és en aquest context que Engels escriurà el seu famós "La situació de la classe treballadora a Anglaterra" (1845).
El llibre acaba amba carta als lectors de la Gesellschaftsspiegel, el projecte de la "Biblioteca amb els millors socialistes estrangers" planificada per Marx, una introducció a la vida de Peuchet i, finalment, el text original de Peuchet sobre el suïcidi que he llegit el millor que he pogut -que és ben poc- perquè està en francés i una no el controla.
Petonets contra l'objectivació com a desrealització.
The main article in this book wasn't originally written by Karl Marx. It was written by Jacques Peuchet, a French statistician in early 19th century of France. Marx translated and changed (which I think isn't a moral act at all) Peuchet's text in the way he desired. For example, whenever he wanted, he added his revolutionary and anti-family ideas or even omitted Peuchet's ideas and added his own ideas instead.
The article focuses mainly on suicide of women. Peuchet somehow thinks that they were (at least in that era) one of the susceptible social groups and he shows that tyranny doesn't only exist in the level of the states and governments, but also exists in the level of smaller social institutions like families. He shows how a mother, a father, or a husband can torture a woman and push her towards killing herself. He also shows it well that how people who push the others towards suicide are those who blame and humiliate them the most after their death. They cannot understand the human, they know only how to blame them. It's interesting that Peuchet understood some basic things about suicides that most of the people in our era don't still understand. For example, he understood that people's susceptibility and tolerance to psycheache aren't equal; therefore, suicide doesn't imply that the person is weaker or something like that. It's really disappointing that people don't understand such basic things in 21th century. There are many researches that show that people and even mice have different levels of resilience against stressors and traumatic events. Peuchet also knew that simple advices or even complicated philosophical speeches cannot fix the desire to suicide as easily as lay-people think. It was awful that centuries before, suicide was so stigmatized that relatives of a person who killed himself didn't get a penny of his heritage and the dear government took all of his heritage for itself. There are still some countries that consider suicide a crime and there is punishment for it. It's funny because they somehow implicitly tell the person: "Do not survive! Do it in a way that you won't survive!".
Marx somehow claims that family, as a social institution, should be destroyed. Maybe his next goal was sharing his wife with the all hard-working proletarians in the world. Who knows? His reasoning is not mature. He jumps from some statements to a final conclusion without enough reasoning.
Peuchet's work was a forerunner of Durkheim's sociological essay on suicide. Peuchet analyzed the statistics of suicides that happened in some years in Paris and compared the rate of mortality, methods, gender, and reasons of suicides. He also focused on societal etiologies of suicide instead of merely psychological etiologies. However, it's obvious that Durkheim's work was much more mature and a really developed form of sociological study.
I enjoyed this but it really is not a work by Marx. Anderson’s introduction was great and Plaut’s was interesting. These two introductions however are longer than the main text itself, which is mostly writings of Jacques Peuchet edited by Marx. I think this text can tell us about Marx’s concerns and imply a lot, but his scant comments/additions throughout these ~30 pages do not reveal as much as one would hope. Especially considering this was written soon after is 1844 Manuscripts and suicide would have fit in well thematically and with his youthful prose expounding upon the alienation experience under capitalist social relations of production. The text also contains the original French writing by Marx as well as Peuchet’s unaltered work, also in French. I read the english translation found in here alongside the Marxist.org’s english translation which helped. This was enjoyable, but not as a writing by Marx
Tres textos: "Acerca del suicidio", "El encarcelamiento de Lady Bulwer-Lytton" y "El aumento de la demencia en Gran Bretaña". Siempre es interesante el uso de la ironía en Marx y se agradece que hable del suicidio en su dimensión social y económica, pero en general del malestar anímico moderno. Me quedé con ganas de más.
"Es más fácil conseguir la pena de muerte que un empleo".
"Gestos amistosos, sonrisas tolerantes, persuasión infantilizante, absurdos latosos, guiños cómplices, y toda la afectada serenidad de una banda de asistentes entrenados, es capaz de volver loca a una mujer sensible, tanto como los chorros de agua, el chaleco de fuerza, carceleros brutales y oscuros guardianes".
The introductions by Plaut and Anderson are fantastic for this book. They give great historical context to both Peuchet's original paper and Marx's translation. Furthermore, the introductions provide an intellectual and academic comparison of Peuchet and Marx's contributions to that of Freud and Durkheim. The book held my interest throughout and doesn't overstay its welcome. If you're looking to learn more about suicide and how it's been viewed and dealt with in the past, there's no reason not to read this book.
Siempre que mencionan al MEGA 2, siento ganas de aprender alemán.
El texto no contiene mucho, pero de igual modo es interesante. La introducción de Nicolás es bastante pretenciosa al forzar la utilización de conceptos en alemán pero habla con una visión muy integral sobre el Joven Marx y la elaboración del texto.
Yendo al texto en sí, este es una respuesta-continuidad a Peuchet y es la única vez en la que Marx mencionaría la idea y lógica del suicidio, además toca por encima las problemáticas de la doble explotación hacia las mujeres.
Nada inovador: o capitalismo e moralismo adoecem a sociedade num geral e a interação social dentro de um sistema tão nocivo leva as pessoas ao suicídio. "Somente com uma reforma de nosso sistema geral de agricultura e indústria pode-se esperar por fontes de recursos e por uma verdadeira riqueza".
Mas embora seja óbivio hoje, não era em 1846, alguém precisava tecer pensamentos sobre primeiro.
Interessante também os pensamentos indiretos sobre a figura da mulher a e pressão social em cima dos ideias de papel de feminilidade na sociedade europeia da época.
"As pessoas agem entre si como estranhas, numa relação de hostilidade mútua: nessa sociedade de luta e competição impiedosas, de guerra de todos contra todos, somente resta ao indivíduo ser vítima ou carrasco. Eis, portanto, o contexto social que explica o desespero e o suicídio. A classificação das causas do suicídio é uma classificação dos males da sociedade burguesa moderna, que não podem ser suprimidos sem uma transformação radical da estrutura social e econômica."
“A sociedade moderna, escreve Marx citando Peuchet, que por sua vez cita JJ Rousseau, é um deserto, habitado por bestas selvagens. Cada indivíduo está isolado dos demais, é um entre milhões, numa espécie de solidão em massa. As pessoas agem entre si como estranhas, numa relação de hostilidade mútua: nessa sociedade de luta e competição impiedosas, de guerra de todos contra todos, somente resta ao indivíduo é ser vítima ou carrasco.”
A presente obra retrata a figura de Karl Marx de maneira peculiar e notável. Denominada "Sobre o Suicídio", esta obra dedica-se à análise de um tema central e altamente relevante, especialmente nos tempos atuais, que diz respeito às interconexões entre as esferas econômicas e seus possíveis impactos nas dimensões psicológicas da condição humana.
Marx, ademais, manifesta uma curiosidade que, embora não se revele surpreendente, assume a forma de uma defesa do aborto.
Lendo essa edição da boitempo pude entender a cisma que algumas pessoas têm com a editora. Apesar de compreender as dificuldades de tradução e adequação que visam a legitimidade e, principalmente, a fidedignidade ao texto original, a edição se mostra confusa apesar de tantas notas de rodapé e notas de fim de livro. Com tantas considerações sendo feitas, a demarcação de quando é Peuchet e quando é Marx falando ainda deixa a desejar.
O livro contém 3 introduções de outros autores, e o capítulo final onde a maior parte é uma transcrição de Peuchet feita por Marx. As 3 introduções expõem análises do texto final e a sua transcrição, bem como referências a outros textos e obras de Marx. Há também a comparação do conteúdo do texto de Peuchet com a vida pessoal de Marx. O texto relata suícidios de mulheres levados a cabo por razões sociais, das quais são bem explicadas nas 3 introduções.