Daniel Hartmann foi um dos principais escritores do sobrenatural no Brasil e no resto do mundo. Com mais de dez livros publicados, incluindo os premiados O Espreitador e A Mulher Afogada, e milhões de exemplares vendidos, Hartmann redefiniu a forma como a literatura de terror é vista pelo público e pela crítica. Seu trabalho inspirou outros artistas, manifestações culturais populares e até mesmo diversas "lendas urbanas", que posteriormente se espalharam como se fossem histórias reais.
Hartmann também foi um renomado pesquisador do oculto. Reconhecido mundialmente por suas análises de fenômenos inexplicáveis com fundo religioso, ministrou diversas palestras internacionais sobre o tema, nas quais também debateu grandes questões filosóficas, incluindo a que mais assombra a humanidade: para onde vamos após a morte?
Apesar do próprio Hartmann ter expressado o desejo de que suas histórias deixassem de ser vendidas, acreditamos que todos merecem conhecer a sua obra, e temos prazer em apresentar esta publicação. Leia sem medo. Afinal, por mais assustadores que sejam, não é como se essas histórias pudessem machucá-lo de verdade.
conto 01 (espreitador): 4,5/5,0 eu tava AMANDO mas o final acabou sendo meio apressado e eu entendo, porque é um conto, mas acho que se tivesse mais umas 10 páginas não seria tão ruim sabe? desenvolver só um pouquinho mais esse fim.
conto 02 (o carente): 4,0/5,0 tava tudo perfeito até a motivação q achei meio qualquer coisa. Mas esse inclusive da mais medo e é mais gore que o 1°.
conto 03 (o viajante): 5,0/5,0 definitivamente o melhor dos três contos, o que você mais consegue se relacionar com os personagens e o que causa mais frustração. Nem sempre existe final feliz e nem sempre você vai conseguir lidar com o paranormal.
Foda como de uma certa forma esses três contos mostram a evolução de ordem enquanto universo. O primeiro naquela vibe de unidos venceremos, podemos encarar e vencer todo o mal. O segundo aquela perspectiva de "isso é demais pra minha simples mente humana, vou enlouquecer". E o terceiro a aceitação que o paranormal é complexo demais pra ser simplesmente combatido, as vezes ele nos destrói e nos cons0me antes que a gente possa se quer achar um jeito de saber lidar. Pra mim essa é a evolução sobre como lidar com AOP e como mestrar AOP, foi genial. Foda. Foda. Foda.
O espreitador - 5/10 Tem algumas partes interessantes, mas foi decepcionante em geral. Acho que os diálogos nao funcionaram para a idade dos personagens, a mistura entre referências muito modernas e relativamente antigas deixam o período que ocorre confuso em geral, é mais uma história de ação do que terror, já que nao transmite o sentimento de medo em nenhum momento.
Dia das Mães Maldito - 7/10 A proposta geral desse conto já se inicia mais interessante, mas não aprofunda muito nas ideias e recai muito nas descrições violentas ao invés de construir uma atmosfera para que a história se desevolva.
Photophobia - 10/10 Honestamente, fez a leitura de todo esse livro valer a pena. Me remete ao que seria uma mistura fascinante de IT e Overdose na forma que constrói e desenvolve a narrativa e os personagens de um jeito que eu nunca imaginei antes. A ambientação da história é construída muitíssimo bem e os capítulos com títulos e transição entre períodos de tempo são tudo que eu particularmente adoro em uma história. A forma como trabalha o tema central é muito bem feita conseguir realizá-lo em um conto curto é de se admirar. Adorei!
absolute cinema, adorei todos os contos, com ótimas histórias e plots (contém spoiler)! 1° conto (4,5/5,0)- eu realmente gostei dos principais serem gêmeos e isso confundir o espreitador, como um sempre cuidava do outro etc, acho que o final foi bom, porém também dava pra esticar ele um pouco mais 2° conto (5,0/5,0)- QUE CONTO BOM, vc fica com dó a Dani, vê como a familia era "unida" mas tbm problemática, eu me apeguei muito a valentina, ent o final dela foi absolute cinema p mim, eu gostei até da motivação, o endeusamento do sobrinho e tals MAS poderia ser um pouco melhor, mas também não é ruim, e aquele final da dani com o filho me pegou MUITO 3° conto (5,0/5,0)- MUITO BOM, ele é bem longo mas isso faz com que vc se apegue aoos personagens, a relação do tato com a mãe também é bem triste. Quando o Tato começa a ser afetado pelo viajante também é uma ótima experiência
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Puta que pariu! O conto do espreitador é bem interessante, o fato de serem gêmeos tornou a história mais interessante. O conto do Carente foi um que me deu pesadelo, não necessáriamente com o Carente mas com a ambientação, pelo menos a babá viveu mesmo que com muitos traumas. Agora o conto do Viajante, esse me destruiu. ⅞ do conto é eu me apegando a personagens incríveis, traumatizados que eu só quero guardar num potinho e proteger de todo o mal, os outros ⅛ são as piores coisas que se podem acontecer, acontecendo tão rápido que não dá pra processar, é choque após choque. Foi de longe um dos melhores livros que eu já li em questão da história contada, parabéns Daniel Hartmann... e pensar que ele não queria publicar estes... 🤔
livrasso sinto muito veyr achei que nao ia ser bom pq a primeira historia foi meio basic mas ela arrasou sim!
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Impressões Gerais:
Achei muito legal essa dinâmica de ter três autores diferentes pra cada conto, porque dá oportunidade do público conhecer mais autores. Na dinâmica do livro em si dá pra perceber uma diferença então talvez pra algumas pessoas corte essa magia de “Daniel Hartmann escreveu tudo isso”. Eu por exemplo não me importei muito com isso, mas preferi mil vezes a escrita da última história comparado a primeira kkkk
Reviews separadas de cada conto estarei jogando no twitter (ou aqui mesmo depois)
Eu botei muita espectativa e acabou não me dando medo nem nada, achei que ia rolar alguma mortezinha mas nem isso. Porém eu achei os gêmeos adoráveis.
O dia das mães maldito 05/05
Me fez dormir mal pq eu tava com medo do carente, achei sinistro demais a narração gostei muito.
Photofobia 04,5 /05
Eu me apeguei muito aos personagens e imaginei que eles iam morrer em algum momento, mas achei as mortes muito rápidas. E fiquei triste pois queria a piranha da mãe do Tato morta e enterrada
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2 história: assustadora, nojenta, perfeita. Eu estava tremendo lendo. É tudo muito rápido acontecendo, foi minha favorita, crânio esmagado, entranhas sugadas, tudo! Literalmente tudo.
3 história: o inicio, n vou mentir, dá uma preguiça, mas a partir do 3 cap, começa a ficar extremamente cativante também (que mãe narcisista e filha dap.)
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Gostei muito dos três contos, especialmente o terceiro. Acho que a motivação do segundo conto poderia ter sido melhor trabalhada, mas mesmo assim aproveitei bastante a história. Me senti envolvido nas narrativas e agoniado com o passar dos acontecimentos, muito bom.