No coração de uma guerra que consome o planeta, a busca por um segredo esquecido pode mudar tudo. Entre fugas arriscadas, batalhas navais e dilemas morais, Os Pardais do Velho Mundo mergulha mais fundo na mitologia e na ação iniciadas no primeiro volume, conduzindo os leitores a um ponto sem retorno.
Depois dos eventos que os forçaram a fugir do Continente Baixo, Kelaya e Zion precisam encontrar um novo rumo. A bordo da nave Stella, eles seguem para Efes, um dos últimos refúgios de um mundo em ruínas. Mas o caminho até lá será repleto de um inimigo implacável persegue seus rastros, segredos há muito enterrados começam a emergir e uma guerra silenciosa ameaça explodir a qualquer instante.
Para Kelaya, a descoberta do Logos não é apenas uma missão — é um chamado. Mas espalhar essa verdade pode custar muito mais do que ela imagina.
Para Zion, a luta sempre foi uma questão de sobrevivência, mas agora não se trata apenas de viver ou morrer. Perseguido por fantasmas do passado e forçado a encarar verdades que tentou esquecer, ele precisa decidir até onde está disposto a ir para proteger aqueles que ama — e se ainda pode confiar em si mesmo para fazer a escolha certa.
“Os Pardais do Velho Mundo” é o segundo volume de uma trilogia distópica de ficção cristã, e segue diretamente os acontecimentos do primeiro livro — não há divisão ou recomeço, apenas continuidade. Por isso, considero essencial a leitura do volume inicial para compreender plenamente a trama e seus personagens.
A escrita é fluida e envolvente, com uma narrativa inteligente que prende a atenção do início ao fim. Tenho grande admiração por autores que se dedicam à distopia, especialmente quando conseguem trazer originalidade e profundidade ao gênero — e é gratificante ver novos escritores fazendo isso com tanto talento.
Mais do que uma história, o livro oferece uma certeza reconfortante: não importa quão sombria seja a realidade, conhecer o Logos é encontrar calma em meio ao caos. “O Logos voltará para salvar as suas andorinhas.” Recomendo!
Excelente leitura. Rápida, fluida; a escrita da Gabi é muito boa. O primeiro livro me deixou fascinada. Pela história proposta mas principalmente pelos personagens, tão reais e complexos. Agora, esse segundo livro é fenomenal. Senti que há ainda muitas pontas soltas na história, e por isso estou inclinada a ansiar pelo terceiro livro. O arco de redenção de Zion é profundo e real, me identifiquei com ele. Um homem (excessivamente) forte, as vezes tem o coração endurecido pelas próprias convicções e verdades. Ele passou a vida toda acreditando ser um experimento que deu errado para enfim descobrir que era, na verdade, criação amada pelo Criador. Isso verdadeiramente o transformou em um vaso nas mãos do oleiro. Lerei o livro três.
Gostei bastante do livro. Ele é uma continuação muito boa do primeiro e trata de assuntos muito importantes de uma maneira que se encaixa muito bem na história.