"Como se a Bridget Jones fosse parar em um filme do Pânico. Mortalmente inteligente!" — Rupert Holmes, autor best-seller do The New York Times
UM SUSPENSE INTELIGENTE E SOMBRIAMENTE HILÁRIO SOBRE UMA JOVEM QUE TEM DE DESMASCARAR UM SERIAL KILLER QUE TODOS PENSAM SER ELA, TUDO ISSO ANTES DO CASAMENTO DA SUA MELHOR AMIGA.
Gwen Turner fez uma grande bagunça em sua vida. Acabou de terminar um relacionamento com o melhor cara que ela já conheceu por razões que nem consegue admitir e largou um emprego lucrativo para abrir sua própria cafeteria móvel, um sonho que era mais do ex do que dela. E, para ajudar, sua melhor amiga vai se casar, deixando-a sozinha na solteirice.
Regada a muito vinho barato e reality-shows ruins, Gwen decide apostar em um aplicativo de relacionamento para ajudá-la a preencher o vazio de sua vida. Deslizando pelos poucos solteiros aparentemente decentes da cidade, ela passa suas noites em um encontro desastroso depois do outro. Mas, quando uma série de assassinatos acontece na pequena cidade da costa inglesa em que vive, ela fica chocada com o fio que conecta as vítimas — todos os homens assassinados estiveram em um encontro com ela pouco tempo antes de morrer.
Em Match mortal, o confuso mundo dos apps de relacionamento ganha uma aterrorizante, inteligente e sombriamente engraçada reviravolta neste suspense de estreia que não dá para parar de ler.
Match Mortal tinha tudo para dar certo: é um thriller com um pouco de comédia, exatamente o tipo de combinação que eu gosto.
O problema é que, apesar do plot ser surpreendente de certa forma, a execução deixou a desejar. A trama acaba ficando meio sem pé nem cabeça em alguns momentos, e nada é explorado com maior profundidade. A história da protagonista, por exemplo, é contada de forma apressada e superficial, sem espaço para criar uma conexão real e que explique as atitudes dos personagens. Além disso, a escolha do autor para encerrar a trama soou meio forçada, quase como se tivesse sido feita apenas porque não havia uma ideia melhor de como finalizar.
No fim, é um livro divertido e de leitura rápida, mas que deixa a sensação de que tinha muito mais potencial do que realmente entregou.
Divertido! Bom para uma ressaca literária. Daquelas leituras que fluem e são gostosas de ler. Realmente, o comentário da capa faz juz: “Como se a Bridget Jones fosse parar em um filme do Pânico” (bem isso, só que mais para “Pânico” do que Bridget Jones, pois achei Gwen é muito menos divertida do que Bridget). Para mim lembrou um pouco do estilo de “Melancia” (de Marian Keyes, com aquela toque mais ácido britânico).
Achei uma leitura leve e divertida, apesar das mortes kkk, mas não gostei do final. Li depois de terminar duas leituras densas, então cumpriu o papel de me entreter, mas o final podia ser menos preguiçoso.
Cara… legalzinho. A leitura é bem rápida e vc fica preso querendo ver o que vai acontecer, mas realmente odiei ós último 20% do livro. Não gostei do desfecho e o livro td eh bem mediano na real. Vale a leitura se quiser uma coisa rapidinha e engraçadinha, mas nada além disso.
3,5 porque achei um livro bom, mas nada além disso. Acho que a premissa inicial de um serial killer envolvido com aplicativo de namoro é mto boa, algo super real. Mas a personagem me irritou um pouco com a burrice dela de ir sozinha nos lugares atrás, sendo que tinha a porra de um serial killer.
Assim que ela revelou que dormiu com o noivo da melhor amiga, achei que foi "revelado" todo o plot e ficou tudo previsível. também achei que o livro não aprofundou muito nos personagens ao redor, não deu pra sentir pena de Charlie por ele tá sendo preso injustamente (depois deu pra ver que era um otário com a história da chantagem) pq não deu pra se apegar a ele. Senti um pouco de raiva sobre ela ter traído a melhor amiga, mas também acho que teria sido melhor e mais impactante o fato de Sarah ser a serial killer se a gente tivesse conhecido melhor ela e a relação das duas, acho que nesse aspecto ficou em falta. Mas em compensação é um livro bom de ler, eu na verdade devorei ele.
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A sinopse é instigante, e o livro é divertido. Mesmo como um tema pesado (assassinatos, etc), a história consegue ser divertida e ter momentos de descontração. A narrativa se mantem linear e até tenta construir uma aura de suspense, mas não consegue. O livro caminha para uma resolução, constrói uma história, e então vem um plot twist, que, se fosse mais bem construído seria incrível, mas aqui ficou pouco crível.
Tem uma tentativa de romance, e até que funciona, mais do que o suspense. Porém, o livro perde um pouco o ritmo na fase final, apesar de ser uma leitura rápida, a cada novo fato que acontecia, mais e mais a história se perdia para mim. O epílogo não trouxe nada muito extraordinário, mas também não terrível.
No geral, é um livro ótimo para quem quer sair de uma ressaca literária e quer um livro mais “levinho” e divertido, mas ao mesmo tempo com um ar de suspense.
Uma leitura divertida e apesar do tema, é bem leve. Perfeito pra sair de uma ressaca literária. Gostei das reviravoltas e da critica aos apps de namoro. A protagonista é extremamente imperfeita, mas apesar disso, muito relatable e gostável. O final é surpreendente, na verdade eu cogitei mas achei que seria loucura, mas aconteceu mesmo e eu ainda fiquei surpreso.
Não posso dizer que gostei, a protagonista é insuportável até 80% do livro. A Gwen SUPER preocupada e fazendo um monte de bobagem, se colocando em risco por causa de uns caras que ela viu uma única vez e que foram babacas pra cacete foi demais pra mim. Nesse caso concordei mais com o assassino kkkk
a ideia do livro é muito boa e a escrita bastante fluída, porém a finalização do livro e a motivação do serial killer estão no meu top dez decepções. ele tinha a faca e o queijo na mão e escolheu o pior caminho.