Um livro pequenino que se lê bem numa tarde, mais um para a categoria “passeio no parque”.
Uma estória sem grandes rodeios ou floreados, a estória corre, a vida segue.
Temos a história de Marisol, por um lado, vítima de uma mãe com traços narcisistas e de espírito diabólico. A mãe sempre lhe aterrorizou a vida, até depois de morta, num trágico incêndio. Marisol sente o peso da culpa. Ou não.
Marisol come desalmadamente até que os seus sentimentos estejam adormecidos. Numa espiral de uma compulsão alimentar e da qual não consegue sair.
E temos Alex, por outro, um playboy que vive ás custas da meia-irmã, até que um dia uma discussão muda o rumo da vida de ambos. E Luisa fica presa a uma cama.
Marisol e Alex vêem as suas vidas cruzadas. Ele precisa de ajuda com Luisa, e ela de um trabalho. O inevitável acontece!
Se ela sofre de compulsão alimentar, ele sofre de ansiedade. E quando Alex sofre o seu primeiro ataque de pânico é a Marisol que recorre para o socorrer.
Será que a união os irá ajudar a ultrapassar os seus medos e o peso da culpa?