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Acácia #5

A União Sagrada

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Três irmãos ainda sobrevivem, líderes que traçam um novo caminho para o Mundo Conhecido. Estarão à altura dos desafios que se lhes deparam?

A Rainha Corinn domina o mundo com o seu conhecimento profundo dos feitiços encontrados em
A Canção de Elenet. O seu irmão mais novo, Dariel, torna-se numa figura mítica nas Outras Terras, enquanto a sua irmã, Mena, viaja até ao Norte Distante para defrontar uma invasão desencadeada por uma raça violenta decidida a conquistar o Mundo Conhecido. Os seus percursos individuais acabam por convergir em batalhas tumultuosas e os desafios que terão que enfrentar podem alterar a terra em que vivem para sempre…

383 pages, Paperback

First published October 4, 2011

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About the author

David Anthony Durham

32 books599 followers
David Anthony Durham was born in New York City to parents of Caribbean descent. He grew up mostly in Maryland, but has spent the last fifteen years on the move, jumping from East to West Coast to the Rocky Mountains, and back and forth to Scotland and France several times. He currently lives in Edinburgh, Scotland. Or... actually, no he doesn't. He's back in New England at the moment.

He is the author of a trilogy of fantasy novels set in Acacia: The Sacred Band, The Other Lands, and The War With The Mein, as well as the historical novels The Risen, Pride of Carthage, Walk Through Darkness, and Gabriel’s Story. He’s won the John W Campbell Award for Best New Writer, a Legacy Award, was a Finalist for the Prix Imaginales and has twice had his books named NY Times Notable Book of the year. His novels have been published in the UK and in French, German, Italian, Polish, Portuguese, Romanian, Russian, Spanish and Swedish. Three of his novels have been optioned for development as feature films.

David received an M.F.A. in creative writing from the University of Maryland. He has taught at the University of Maryland, the University of Massachusetts, The Colorado College, for the Zora Neale Hurston/Richard Wright Foundation, Cal State University, and at Hampshire College. He's currently on the faculty of the Stonecoast MFA Program. He reviews for The Washington Post and The Raleigh News & Observer, and has served as a judge for the Pen/Faulkner Awards.

He also writes in George RR Martin's weird and wonderful Wild Cards universe. He feels like the process makes him exercise a whole new set of creative muscles, and he loves the feeling.

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Displaying 1 - 10 of 10 reviews
56 reviews1 follower
June 6, 2022
Confesso que esta é, sem dúvida, a mais difícil crítica que escrevo sobre esta longa saga. Como um todo o livro não é excepcional. Com exceção das aventuras de três das personagens (Dariel, Melio e Men) a narração é lenta, estagnada e desnecessariamente demorada sem enriquecer a obra. Contudo, tudo muda nas últimas cinquenta páginas, que adquirem um ritmo próprio e uma exuberante energia que compensa as morosas trezentas páginas anteriores. É precisamente o fim que me leva a dar quatro estrelas a este livro, não só porque deixa tudo em aberto para o último volume da saga, mas também porque é prova da originalidade do autor de Acácia.
Profile Image for Nuno Ferreira.
Author 19 books85 followers
December 12, 2019
ESTA OPINIÃO CONTÉM SPOILERS

Cheguei finalmente ao último capítulo de Acácia. A trilogia, publicada em Portugal em seis volumes, nunca me chegou a convencer,apesar de ter todos os ingredientes para isso. Os primeiros livros mostraram um worldbuilding bem interessante, com povos e raças que achei originais e agradáveis de ir conhecendo, ao mesmo tempo que fazia mistério de alguns, o que me despertou algum interesse. Em oposição, achei a escrita (ou a tradução, vá-se lá saber) algo fraca e o desenvolvimento da narrativa sofrível.

Perder os meus personagens preferidos foi uma machadada, que não teria sido tão má se eles tivessem sido melhor desenvolvidos. Os dois livros do miolo, o volume de transição da trilogia, foram uma confusão de acontecimentos e, francamente, os piores da saga. Durham conseguiu conduzir as personagens por caminhos estranhos, revirando tudo, apagando de um sopro plots interessantes e colocando a magia e dragões metidos a prego como notas dominantes da história.

Curiosamente, estes dois últimos livros foram os mais agradáveis de se ler. Não digo que salvem a série como um todo, ou que precisassem de a salvar. Não houve um único livro de Acácia que tenha desgostado, mas irritaram-me e muito as escolhas narrativas de David Anthony Durham. E, nestes dois livros, de certa forma ele redime-se aos meus olhos. Mesmo a escrita pareceu-me bem mais comestível. Passo a explicar-me.

As personagens Dariel e Mena, os irmãos mais “bonzinhos” da história, tiveram desenvolvimentos dignos de dó. Ele até começou a história com potencial, entre os piratas, mas nos volumes de transição a sua introdução ao Povo Livre foi morosa, desgastante e desinteressante. Nestes últimos volumes não existe uma grande melhoria nesse sentido, o seu percurso narrativo é expectável, tradicional e completamente dispensável, mas consegue cruzar-se com o de personagens mais interessantes como Melio ou os homens da Liga dos Navios, o que mitiga a sensação.

Mena é aquela personagem que me trazia vibes de Arya Stark, nas primeiras páginas da saga. Precisei de poucas mais para compreender que não tinha nada a ver. Uma personagem sem sal, sem carisma, sem sequer uma personalidade que tenha compreendido na totalidade. Andou a brincar aos caçadores de monstros lá pelo meio, foi desencantar um dragão e em nenhum dos livros mostrou realmente uma ponta por onde se lhe pegasse.

Nestes últimos dois, não por haver um maior enriquecimento da personagem, mas pelo lugar onde o autor a coloca, Mena acaba por ter os melhores capítulos de Acácia. O clima de preparação de batalha no norte ártico e, posteriormente, a batalha em si, fez-me lembrar as grandes batalhas de A Guerra dos Tronos, e algumas passagens no planeamento da mesma pareceram-me muito bem escritas. Para além disso, Durham trouxe-nos Haleeven Mein, o pai de Hanish, Maeander e Thasren, e essa decisão fez-me tocar os sinos e soar um Amen. O Mein fazia falta à história.

No sentido inverso, Corinn Akaran. Ao lado de Hanish, Corinn foi a minha personagem preferida nos volumes preambulares. Aquela rapariga que passou de prisioneira a rainha graças à sua perspicácia e inteligência conquistou-me rapidamente, de uma forma que até lhe perdoei matar aquele que nós sabemos. Nos volumes de transição, Corinn continuou a ser a minha preferida, com todos os seus esquemas e ardilezas. Foi um desenvolvimento consistente, como se em A Guerra dos Tronos víssemos Sansa Stark a transformar-se lentamente em Cersei Lannister.

Corinn perdeu muito enquanto personagem a partir do momento em que começou a usar deliberadamente a Canção de Elenet, o misterioso livro que liberta encantamentos e magia à sua mercê. E, no final do quarto volume, ela toma uma decisão que me desiludiu enquanto leitor. Ressuscitar personagens que tinham sido aceites como mortos não me convenceu minimamente. Talvez seja um preconceito, mas decididamente não gostei. Corinn passa aqui de Cersei Lannister para uma verdadeira bruxa Malévola.

Ver a nossa personagem preferida a transformar-se numa encarnação do mal, mesmo que tenha sido feito de forma mais ou menos credível, causa sempre impacto em nós. Corinn não é daquelas vilãs por quem nutrimos simpatia. Vemo-la a infligir sofrimento a outros de quem gostamos, vemo-la a achar que está a fazer o melhor para assegurar um futuro ao filho e à nação. Acho que, ao longo de A União Sagrada, é difícil não a odiar. Mas, até aí, tudo bem. Vamos esperar que David Anthony Durham lhe reserve um final repleto de sofrimento.

E ele vem. O sofrimento chega a Corinn, sim, mas talvez demasiado cedo. Com tempo suficiente para a ver redimir-se, ou procurar fazê-lo. Adorei a cena em que ela pede perdão a Wren por a ter tentado matar e à sua criança, a forma como ela parte para a guerra na reta final de Vozes da Profecia, mas… mais uma vez é a magia que rege os acontecimentos, é ela que a faz redimir-se, e essa remissão é feita de uma forma demasiado rápida. Depois de uma moldagem tão gradual, o autor desconstrói-a rapidamente.

Por isso, detestei ver Corinn tornar-se a vilã maior da saga, mas detestei ainda mais vê-la a tornar-se boazinha novamente de um momento para o outro. David Anthony Durham orquestrou vários volte-faces na trama interessantes, como o mudar de um plano para o outro, a dúvida sobre quem seriam afinal os verdadeiros maus-da-fita, o papel da Liga dos Navios, os lothan aklun e os auldek, mas se um ou outro plot foi desenvolvido de forma consistente, foram muitos os que andaram a esmo, ao sabor do vento, sem que nem o autor parecesse saber o que fazer deles.

A saga acaba por falar sobre laços, sobre propósitos, sobre o peso que os pecados dos nossos pais e avós têm nos nossos ombros, sobre o preço a pagar por uma gestão e o quão diferente é o mundo que idealizamos daquele que conseguimos realmente pôr em prática. Levo personagens como Sire Dagon, Delivegu Lemardine, Rhrenna, os Mein e mesmo Corinn como o melhor de uma saga cheia de potencial que tinha tudo para ter sido mais bem escrita e desenvolvida. Obrigado à Saída de Emergência, contudo, por continuar a apostar nestas sagas e ao trabalho de capa fenomenal em todos os seis volumes publicados.

https://noticiasdezallar.wordpress.com
Profile Image for Bruno Vinhas.
58 reviews7 followers
September 26, 2015
Neste 5º volume as personagens continuam a trilhar o caminho que os levará ao grande confronto. Há uma personagem que assume um destaque principal - Melio, que irá envolver-se numa atribulada viagem.
A jornada mais interessante deste livro, na minha opinião, é a de Dariel que está numa demanda que irá torná-lo diferente. Corinn domina cada vez mais a magia da Canção de Elenet e usa-a para mudar muita coisa. Aliver regressado dos mortos no volume anterior encontra-se no palácio a ganhar forças para o grande confronto que se antevê. Mena continua a revelar-se uma corajosa guerreira.
O final é inesperado e nada bom para o reino de Acácia.
Profile Image for Nuno Ribeiro.
Author 5 books28 followers
September 3, 2015
Neste livro está a primeira parte do último livro da trilogia Acácia. Aqui a história da dinastia Akaran assume contornos épicos e o livro narra os acontecimentos que vão afetando cada um dos irmãos Akaran, de modo a desrever ao leitor aquilo que vai sucedendo no mundo idealizado por David Anthony Durham. Este livro vai construindo um crescendo de eventos que apontam para um determinado desfecho, e termina precisamente no auge dos acontecimentos, dadndo a entender que é no 6º e último livro (2ª parte do 3º livro da trilogia) que finalmente se revelará o destino da dinstaia Akaran e, com ela, deste mundo imaginário. Aconselho vivamente a todos os fãs de fantasia épica.
Profile Image for Fernando.
107 reviews2 followers
April 25, 2015
Arrelia-me que os volumes sejam tão curtos... Podiam juntar dois livros num... Enfim, venha o próximo volume please...
Profile Image for Diogo Rodrigues.
6 reviews4 followers
October 13, 2024
Tem um novo rumo, e deixa em aberto para o último livro como se vai desenvolver...
Profile Image for Maria Ana.
113 reviews6 followers
September 17, 2018
Nem acredito que estou finalmente a um passo do último volume!

Achei este livro da saga esplêndido. As teias que a rainha Corinn desenvolveu em torno da família, pessoas chegadas, enfim todos os que a rodeiam transcendem o horrendo.

Ainda me recordo da Corinn do primeiro e segundo volume, creio que esta personagem é tão forte e sem dúvida a causadora de todos os males, que agora enfrentam. A sua presunção e confiança no seu próprio poder fazem-na viver num mundo idílico, onde obriga todos ( através da canção) a servirem-na, enquanto "Mãe do Império".

Até mesmo o regresso de Aliver poderia representar uma esperança, mas mesmo assim a rainha molda-o à sua vontade.

Neste volume as várias personagens principais são colocadas à prova, nomeadamente Dariel, que parece que se vai revelar uma antítese da irmã; Mena, que não consegue libertar-se do seu espírito guerreiro; Melio que parte em busca de Dariel e ainda Kelis que escolta Shen até Acácia.

Acho que o último volume só poderá estar muito bom, pois há imensos pormenores e conflitos a serem resolvidos. Conseguiram os Santoth a canção de Elnet? Ganharão os auldek a batalha? Mal posso esperar! 😉
Profile Image for Ludgero Cardoso.
94 reviews163 followers
January 9, 2016
Este final foi um autêntico plot twist! :o Quero ver como vão resolver as coisas! Corinn <3
Dou apenas 3 estrelas, porque só há acção no final, todo o resto é um tédio e muito blá blá blá desinteressante.
Displaying 1 - 10 of 10 reviews

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