Orgulho e Preconceito) é um romance da escritora britânica Jane Austen. Publicado pela primeira vez em 1813, na verdade havia sido terminado em 1797, antes de ela completar 21 anos, em Steventon, Hampshire, onde Jane morava com os pais. No início do romance, Mr. Bingley, um jovem e saudável cavalheiro, aluga uma propriedade no campo chamada Netherfield, perto dos Bennet. Ele chega à cidade acompanhado de suas irmãs, Caroline Bingley e Louisa Hurst, seu cunhado, Mr. Hurst, e de um amigo, Mr. Darcy. Enquanto Bingley é bem recebido pela comunidade, Darcy mantém uma postura mais distante e desconfiada com relação às pessoas do campo. Bingley e Jane Bennet iniciam um relacionamento, a despeito das interferências inadequadas e embaraçosas de Mrs. Bennet e da oposição das irmãs de Bingley, que consideram Jane socialmente inferior. Enquanto isso, Elizabeth é “ferida” pela rejeição de Darcy durante uma dança local, e decide rebater a indiferença de Darcy com sua perspicácia e espirituosidade.
Jane Austen was an English novelist known primarily for her six novels, which implicitly interpret, critique, and comment upon the English landed gentry at the end of the 18th century. Austen's plots often explore the dependence of women on marriage for the pursuit of favourable social standing and economic security. Her works are an implicit critique of the novels of sensibility of the second half of the 18th century and are part of the transition to 19th-century literary realism. Her deft use of social commentary, realism and biting irony have earned her acclaim among critics and scholars.
The anonymously published Sense and Sensibility (1811), Pride and Prejudice (1813), Mansfield Park (1814), and Emma (1816), were a modest success but brought her little fame in her lifetime. She wrote two other novels—Northanger Abbey and Persuasion, both published posthumously in 1817—and began another, eventually titled Sanditon, but died before its completion. She also left behind three volumes of juvenile writings in manuscript, the short epistolary novel Lady Susan, and the unfinished novel The Watsons. Since her death Austen's novels have rarely been out of print. A significant transition in her reputation occurred in 1833, when they were republished in Richard Bentley's Standard Novels series (illustrated by Ferdinand Pickering and sold as a set). They gradually gained wide acclaim and popular readership. In 1869, fifty-two years after her death, her nephew's publication of A Memoir of Jane Austen introduced a compelling version of her writing career and supposedly uneventful life to an eager audience. Her work has inspired a large number of critical essays and has been included in many literary anthologies. Her novels have also inspired many films, including 1940's Pride and Prejudice, 1995's Sense and Sensibility and 2016's Love & Friendship.
LINDO DEMAIS 😭😭 é a história todinha do livro, mas uma adaptação. não acho que seja a mesma coisa que escutar o audiobook do livro em si, essa versão é mais uma rádio novela. sempre esqueço o quanto eu amo o darcy e a lizzy até reler de novo e as vozes do julia dalavia e do rodrigo simas encaixaram TÃO bem nos personagens, escolha perfeita de elenco!!
Fiquei completamente apaixonada!!! Nunca imaginei que fosse gostar tanto de um clássico! Tive a experiência pelo audiolivro da audible e eu sou cadelinha da Lizzie e do Mr. Darcy SIM!!!!
Leituras de 2025 Lista #1001livrosparalerantesdemorrer . Orgulho e preconceito [1813] Orig. Pride and Prejudice Jane Austen (Reino Unido, 1775-1817) Zahar, 2023, 368p. Trad. Júlia Romeu _____________________________ “É uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro, dono de boa fortuna, deve estar precisando de uma esposa” (pág 24). . Em uma frase, que é a primeiro do volume, a escritora britânica Jane Austen inicia um dos maiores clássicos da literatura contemporânea. . A partir dela, Austen opera um daqueles livros maravilhosos, que grudam na mente do leitor e dão a certeza de que nem tudo está perdido, afinal… . Por várias vezes, anos atrás, havia iniciado a leitura desse romance, mas forças que não sei definir, me faziam abandonar mal passando do capítulo primeiro, o que só reforça aquela premissa de que é o livro, esse senhor dos gostos e vontades, quem escolhe o momento ideal para ser convenientemente lido. . Orgulho e preconceito, como diz o título, conta a história de amor entre Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy, ela filha de uma família menos rica, ele, nobre e com fortuna. A atmosfera do livro pode muito bem ser comparada à série “Bridgerton” (que creio que todo mundo assistiu!), então é exatamente aquilo ali, cenário vitoriano, conspirações e tramas intricadas, mães de muitas filhas buscando candidatos a maridos destas além dos conflitos preconceituosos relacionados a famílias nobres e não tão nobres. . Eu achava que esta seria mais um tentativa de leitura abandonada, mas fui abocanhado pela história e mesmo antevendo o tal “final feliz”, Austen soube deixar este leitor experimentado curioso e foi uma felicidade poder trilhar este romance que tanto me agradou pela beleza plástica (iniciei a leitura com a edição física da Giz Editorial, mas tamanha a quantidade de erros gráficos e de grafia, absurdos para uma produtora de livros, tive de recorrer à edição digital da Clássicos Zahar comentada e muito bem traduzida por Júlia Romeu) e me deu ânimo para buscar outras cousas da autora. Este vale sim!
darcy… você é um Homem com H maiúsculo. eu precisei de um tempo pra entrar no ritmo. a linguagem rebuscada me cansou em alguns momentos, me fez perder o fluxo da leitura. mas, ao mesmo tempo, eu estava completamente encantado. a escrita da Jane é tão minuciosa e tão elegante que eu conseguia me visualizar em cada salão, em cada caminhada, em cada troca de olhares. o ponto alto pra mim? darcy reconhecendo que a lizzy o tornou mais humilde. isso foi lindo. porque ele não muda por obrigação, ele muda por amor e por autocrítica. e o maior plot de todos é perceber que quem carrega mais “orgulho e preconceito” é justamente a lizzy. ela julga, se deixa levar por primeiras impressões… e o sr. bennet… um ícone incompreendido. ele ama as filhas do jeito torto dele. sarcástico, distante, às vezes até cruel nas ironias (o que eu mais amei) eu estava conversando com a minha amiga Beatriz sobre o quanto a vivência feminina naquela época me incomoda. é impossível não se revoltar. mulheres praticamente só tinham valor se conseguissem um bom casamento e rápido. não eram vistas como indivíduos completos, pensantes, com desejos próprios. eram quase uma moeda de troca para garantir estabilidade familiar. ler isso com olhos de hoje me revoltou, de certa forma. e talvez seja por isso que a lizzy seja tão emblemática. porque, dentro daquele contexto sufocante, ela ousa pensar. ousa escolher. ousa amar sem se vender. terminei o livro admirando ainda mais a genialidade da Austen. não é só um romance de época. é uma crítica social elegante, afiada e, de certa forma, ainda atual. no mais? eu adorei. e sim, eu aceitaria uma carta de declaração ardente daquela sem pensar duas vezes.
Revisitar Orgulho e Preconceito é sempre uma experiência acolhedora. Trata-se de uma leitura de conforto pra mim. Amo a forma como Jane Austen constrói personagens, diálogos e relações sociais, deixando o fluxo de narrativa quase como uma grande fofoca. Cada releitura revela novas camadas, sobretudo na ironia fina com que a autora observa costumes, expectativas e convenções do seu tempo. Um livro sobre casamentos, status social e reputação, mas para além disso, caráter humano. Elizabeth Bennet e Mr. Darcy são tão amados justamente porque erram, julgam mal e evoluem. O orgulho e o preconceito do título não são apenas obstáculos românticos, mas falhas humanas universais, tratadas aqui com inteligência e equilíbrio. Não há idealização do amor, mas uma tentativa de compreendê-lo dentro de todas as suas contradições. Esta edição da Garnier é linda demais, a altura desse romance que atravessa gerações.
Uma produção de alto nível com grande elenco, trilha sonora e som ambiente. O único problema é que como nunca li "Orgulho e Preconceito" antes, ficou difícil identificar os personagens porque nesse audiolivro retiraram a narração, o texto foi adaptado como numa peça de teatro ou filme. Só consegui identificar a voz de Denise Fraga e depois é que "me acostumei" com a voz da personagem "Lizie". No restante, poucos foram diferentes para saber quem é o personagem falando. Foi complicado, mas foi uma experiência interessante.
Há muito tempo já havia lido esse livro em uma linguagem mais clássica, entretanto, como presente de 18 anos pude comprar meu próprio exemplar. Uma linguagem gostosa de ler, mesmo que encontrados uns pequenos erros de gramática, recomendo muito a leitura. Pude fazer parte dos momentos literários posteriormente conhecidos e me alegra muito a maneira como são descritas.
Releitura brasileira desse clássico tão maravilhoso! É um áudio dramatizado que conta com atuações incríveis e efeitos de ótima qualidade. Mesmo não se tratando do texto integral, foi uma experiência muito completa e emocionante. Vai ser desses que vou revisitar de tempos em tempos!
apesar de ser um clássico, é a primeira vez que de fato conheci a história. AMEI a forma como esse audiolivro foi produzido, os efeitos sonoros e os atores/dubladores trouxeram vida para ele! confesso que a história em si eu daria um 4/4.5, mas em honra a essa produção, deixo aqui minhas 5 estrelas!
Eu amei!!! Que audiolivro impecável! Os atores interpretaram bem e os efeitos sonoros dos sons do ambiente e mais a trilha sonora, foi mágico! Agora entendi o sucesso desse livro, foi lindo ver Darcy e Elizabeth se apaixonando. Favoritei!
Foi a terceira vez que tive contato com essa história, mas a primeira em formato de audiobook. Escolhi a versão da Audible, dramatizada com um elenco de atores brasileiros, e fiquei muito surpresa com a qualidade. As interpretações foram brilhantes, dando vida aos personagens de um jeito que fez tudo soar novo, mesmo sendo um clássico tão conhecido. A produção é tão bem feita que parece um filme acontecendo dentro da cabeça.
A cada diálogo, dava pra sentir o cuidado com as vozes, as emoções, o ritmo. Fiquei até com vontade de ver uma adaptação com esses mesmos nomes brasileiros, porque funcionou muito bem. Uma experiência diferente e muito prazerosa com uma obra que continua encantando, mesmo depois de tantas releituras.