Outubro de 1999. Dominique acaba de se mudar para Enseada dos Anjos, uma cidadezinha no litoral de Santa Catarina. O primeiro dia na escola não é lá muito ninguém parece aberto a novas amizades, ela foi colocada a contragosto em uma aula de reforço e... ah, é, parece que uma maldição assola a cidade.
Segundo os boatos, todo ano, em outubro, um morador entra em coma e falece no mês seguinte. Ninguém parece compartilhar da curiosidade de Dominique sobre esse mistério, mas quando duas pessoas entram em um súbito coma e outros bagulhos sinistros começam a tomar Enseada, ela convence os colegas da turma de reforço a se juntarem à investigação — Johnny, o roqueiro rebelde; Angélica, a esportista de quem Dominique não consegue tirar os olhos; Fábio, um garoto assolado pelo luto; e Mabê, a patricinha perfeita que esconde um segredo peculiar.
Juntos, eles precisarão investigar o passado da cidade para chegar à origem da maldição, ainda que muitas forças se coloquem em seu caminho — as sombras que se espalham pelos corredores da escola, os pesadelos que povoam suas noites e os verdadeiros culpados, que estão mais próximos do que eles poderiam imaginar.
"O clube do pesadelo mistura o mistério de Scooby-Doo, a ameaça de Freddy Krueger e a sensação gostosa de ver um filme na Sessão da Tarde depois da escola. Não consegui largar até saber o que ia acontecer com esses adolescentes presos nas reviravoltas sobrenaturais da sinistra Enseada dos Anjos." — Sofia Soter, autora de O legado das águas e Festa infernal
"Anos 1990, amizades improváveis e sonhos em Enseada dos Anjos, qualquer um pode ser o próximo a cair nas garras de uma maldição de arrepiar. A sua? Não conseguir parar de ler." — Karine Ribeiro, autora de Secretária de Satã
Bianca da Silva é formada em Publicidade e Propaganda e trabalha com marketing de conteúdo e textos web há quase dez anos. Também é geminiana, especialista em pipoca, apreciadora de cookies e blogueira literária. Começou a escrever as histórias que gostaria de ler quando era criança e publicou seu primeiro livro, Estrelas Perdidas, de forma independente na Amazon, em 2017. Você pode sempre encontrá-la comprando mais livros do que pode ler, chorando por personagens fictícias ou assando cookies. Se nenhuma das opções acima funcionar, procure por ela no Instagram ou Twitter em @oieusouabibs.
Do meu blurb: "O clube do pesadelo mistura o mistério de Scooby-Doo, a ameaça de Freddy Krueger e a sensação gostosa de ver um filme na Sessão da Tarde depois da escola. Não consegui largar até saber o que ia acontecer com esses adolescentes presos nas reviravoltas sobrenaturais da sinistra Enseada dos Anjos."
Que delícia de livro! Cinco personagens tão divertidos que dá vontade de virar amigo deles. Um mistério que te deixa doido pra saber o que vem a seguir e uma aventura cheia de referências aos anos 90 que me arrancaram vários sorrisos. Produtoras e streamings, fiquem de olho: Clube do Pesadelo daria uma EXCELENTE série de TV.
fiquei muito receosa de ler esse livro achando que ficaria com medo por ser uma “história de terror”, mas esse daqui é perfeito para nós ✨ Medrosas ✨que gostamos de scooby doo e stranger things, sabe? uma delíiiicia de leitura.
minha parte favorita foi ver o clube do pesadelo se tornando um clube, adorei ver a jornada deles investigando sobre a maldição da cidade e se conhecendo.
foi minha última leitura do bellabookween desse ano e eu não poderia ter fechado de uma forma melhor 🖤✨💫
Eu amo histórias que se passam em cidades pequenas com mistérios sobrenaturais sendo investigados por um grupo de jovens desajustados, então a leitura desse livro foi muito prazerosa (até tentei ler um pouco mais devagar pra ficar mais tempo nessa história que gostei tanto). Deixo aqui a recomendação pra quem gosta desses elementos também, numa vibe bem Stranger Things e Scooby-Doo.
Estive pensando se faria uma resenha com spoilers ou sem spoilers sobre o livro, e decidi fazer com, também por tabela, para analisar coisas que aumentaram ou diminuíram a nota do livro. 1. A história tem um ápice e um leve declínio pessoal para mim muito claro. Apesar da divulgação ter focado na semelhança com Scooby-doo, no início do livro até um pouco depois dos 30% eu estava instigada entre interesse e mistério que as primeiras temporadas de Supernatural me traziam. Algo até mesmo muito semelhante a Goosembumps, aquela história adolescente que dá arrepio na nuca e que apresenta episódios pontuais de enfrentamento contra monstros e fantasmas. Eu estava amando, eletrizada, porém após o capítulo que se apresenta a grande vilã da história o sentimento se perdeu um pouco, algo se misturando com It e Stanger Things, que começou com o sobrenatural clássico e se perdeu no meio não sendo na completude nenhuma dos três. Para mim, teria sido mais legal ser mais o que era do que o que tentou ser. 2. Os personagens em geral são agradáveis, todos têm suas particularidades e desenvolvimentos dentro do possível num livro curto. Curiosamente enxerguei mais química na inversão dos casais, Angélica com Mabê e Johnny com Dominique, mas isso é 100% pessoal. Em alguns momentos todos têm falas sarcásticas e com piadas, o que planifica a personalidade, mas não é tão frequente quanto costuma acontecer com outros livros da atualidade. Depois de algumas histórias fazerem sucesso, parece que há uma replicação comercial de personagens fazerem piadas e serem sarcásticos (a saga da assistente do vilão é um banho de exagero sobre isso e provavelmente é uma herança trazida das fanfics). Ademais, todos tiveram seus desenvolvimentos críveis e mereceram uma estrelinha na nota. Porém o que tirou uma estrelinha foi Fábio. Em específico a morte dele. Matar um personagem nunca é um problema, assim como nunca deve ser uma obrigação (depois de R.R. Martin virou uma necessidade obsessiva matar personagens). Durante a leitura cheguei a pensar “caramba, todo mundo tá tendo seu espacinho de falas bonitinhas, momentos de elevação de personalidade e o Fábio continua aqui um drogado fodido da cabeça sem um minuto pra ele melhorar”, páginas depois: morto. Minha reação foi “ah tá, explicado”. Há uma fragmentação na escolha. “Por que vou me importar se não se desenvolveu?” com “Por que matar se ele nem importa?”, no fim, ele ficou no drogado que matou a namorada e não teve redenção (ou melhor, a redenção foi a morte, mas nem sempre acho que essa escolha funciona). Particularmente, se a história não vai ter continuação, é menos importante o que aconteceu com ele, mas me incomodou o personagem que você mais anseia por melhora ter sido só uma passagem de roteiro para outros personagens. Inclusive, a própria falta de uma real atuação da Mabê com o amigo se drogando tanto, decepciona. Ninguém que ama é tão complacente daquela forma ao menos que no total do roteiro, nem importe muito, porque ele vai morrer. 3. A história tem poucos furos de roteiro. Eu sou caça furos, sou viciada em achá-los e vou diminuindo as notas quando os encontro. Nada nessa história me deu agonia como algumas outras leituras adolescentes têm me dado. Pra mim isso foi um ponto muito positivo. 4. Um detalhe final, que nem acrescentou ou tirou estrelinha, foi que eu gostaria de ter visto mais sobre a maldição em si e o papel dos pais neles nisso. Como descobriram, como fizeram, como se uniram. Talvez um futuro livro?! Fica o mistério.
Nada melhor do que adolescentes nos anos 90 lutando contra uma entidade desconhecida pra salvar o mundo, e o melhor de tudo, NO BRASIL! Os protagonistas são incríveis e me apeguei a cada um deles desde o início, queria continuação, filme, série, tudo tudoo, so pra poder ter mais um pouco deles. Sou meio suspeita pra poder falar de coisas com essa temática de mistério, garotos rebeldes apaixonados por patricinhas, um casal de saficas e um maconheiro engraçado, é impossível eu nao gostar disso, mas recomendo pra qualquer pessoa que queira uma leitura leve e divertida, e além de tido intrigante do começo ao fim. Confesso que chorei um pouco no final.