Decidindo que sua vida deveria chegar ao fim, mas sem coragem de cometer suicídio, uma mulher contrata Soares, um matador de aluguel. Resolve que sua morte acontecerá na bela cidade de Barcelona, e para isso envia ao seu futuro algoz a passagem de avião e o endereço de onde ficará na Espanha. Ele deverá matá-la no prazo de quatro meses, quando for mais conveniente. Junto com o pagamento, manda também uma foto sua, para que ele saiba quem ela é. Mas ela não quer saber como é a aparência de seu matador. O destino, porém, nem sempre cumpre à risca os planos que costumamos traçar para ele.
Nasceu em Belo Horizonte em 1983, foi criada no Rio de Janeiro e atualmente mora em São Paulo. Jornalista formada pela PUC-Rio, passou por redações da Editora Abril e pelo grupo O Estado de São Paulo, onde foi repórter de Cultura no Jornal da Tarde. Entre os prêmios recebidos na carreira destacam-se o Prêmio Abril de Jornalismo e o Prêmio de Jornalismo pela Associação Brasileira de Educação, ambos em 2010. No mesmo ano, foi finalista do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo. A autora é pós-graduada em Jornalismo Literário e foi selecionada, em 2013, para participar do Curso Livre de Preparação do Escritor, na Casa das Rosas. Mate-me quando quiser é seu romance de estreia e foi finalista do Prêmio SESC de Literatura 2013. O livro teve os direitos vendidos para o cinema e será publicado na Espanha.
Adorei a premissa do livro: uma mulher decide pôr fim à própria vida e contrata um assassino de aluguel, de modo a garantir que ela seja, de fato, morta.
A história se passa em Barcelona e seus desdobramentos são bem diferentes do que se possa esperar. Aliás, acho que dentro de uma série de expectativas tradicionais, o romance rompe com várias.
Soares é o único personagem com nome. Os outros são tratados pelos substantivos genéricos a Mulher, o Homem, a Loira e a Morena.
O narrador onisciente vai focando cada momento em um personagem, de modo que conseguimos acompanhar tudo aquilo que eles pensam que está acontecendo quando, na real, só narrador e leitores sabem o que se passa de verdade.
Ainda, o narrador às vezes conversa com o leitor, na dose certa, sem forçar uma cópia do que Machado de Assis fazia.
Li em uma tarde e achei muito bem construído. Foi um fluxo daora.
Eu tô meio chocado com o final desse livro. Juro que eu nunca esperaria nada do que aconteceu. No entanto, fiquei meio irritado com a explicação que a autora quis dar para determinado acontecimento. Não tem como concordar com o que ela disse.
É um livro ok. O final surpreende, mas não tem como engolir certas coisas.
Esse livro foi uma grata surpresa. Foi muito diferente do que esperava e fiquei muito feliz por isso. O que acontece com cada personagem no fim é surpreendente. Acredito que todos eles são o misto do que cada ser humano tem dentro de si: A inveja, a raiva, a ignorância (que muitas vezes é uma benção), ganância, luxúria e por aí vai.
A história se desenvolve de uma forma muito interessante e você não imagina quais caminhos podem se cruzar e, melhor, ser tão importantes para a vida da protagonista. Anita escreve muito bem e estou ansiosa para seu próximo lançamento.
Da Anita já tinha lido No fundo do oceano e tinha muita curiosidade para ler Mate-me quando quiser. Da pra perceber como Anita domina, de fato, a linguagem, ainda que de maneira diferente nos dois livros. Mate-me quando quiser fui uma companhia maravilhosa pra esse domingo!
Eu sou completamente apaixonada nesse livro! Gosto muito do desenvolvimento da história, de como a autora consegue manter uma história com 9 personagens nomeando apenas 3 deles. Achei muito interessante como a história se desenvolveu
Da Anita já tinha lido No fundo do oceano e tinha muita curiosidade para ler Mate-me quando quiser. Da pra perceber como Anita domina, de fato, a linguagem, ainda que de maneira diferente nos dois livros. Mate-me quando quiser fui uma companhia maravilhosa pra esse domingo!
Achei um pouco forçada a forma como se deram os encontros entre os personagens. Teve momentos que eu pensei que parecia até uma novela mexicana. Mas enfim, bom para passar o tempo.