A abordagem da autora sustenta que o desaparecimento da alquimia foi um acontecimento inevitável diante da transformação da visão de mundo que lhe dava suporte e sentido. O homem alquímico se relacionava com a natureza apoiado em uma visão vitalista e qualitativa do mundo: já o homem químico se dirige a ela com um olhar mecanicista e quantitativo.