Na noite de Halloween, dois jovens são encontrados brutalmente assassinados. Eden estava lá.
Ela ouviu os gritos, viu o sangue, sentiu o medo. E, então, nada mais fez sentido.
Desde pequena, Eden aprendeu a se esconder. Filha do jardineiro da família Leugen, ela cresceu circulando invisível pela peculiar mansão — observando, ouvindo e imaginando versões melhores de si mesma. Versões que talvez fossem mais fáceis de amar.
Quando Kaden Harper começa a lhe dar atenção, ela acredita que finalmente está sendo vista. Popular, bonito, carismático e confuso, ele representa tudo o que ela sempre desejou e parece notar nela o que ninguém mais vê.
Mas o que começa como um possível romance logo se transforma em uma espiral de confusão. Eden se perde entre o que sente, o que imagina e o que teme, e a linha entre fantasia e realidade começa a desmoronar.
Com uma narrativa lírica e inquietante, Gabriela Costa conduz o leitor por um thriller psicológico intenso e perturbador sobre identidade, obsessão, amor e perdas.
Já esperava um trabalho exemplar da Gabriela, acompanho tem um tempo e já li Caledrina 1, que é uma vibe e universo completamente diferente de COLLAPSE. Terminei o livro de maneira rápida e cheguei a ofegar de surpresa nos capítulos finais
A autora escreve muito bem, isso eu não posso negar, mas a personagem principal é muito chata. Eu não consegui gostar dela nem um pouco e foi bem ruim tendo que continuar a ler o livro como se ela estivesse falando comigo, eu nem gosto dela.
O livro começa a ficar bom somente a partir da página 160, o que complica a situação. Eu acho que tudo o que estava escrito antes poderia ter sido resumido em bem menos páginas e que a parte da festa, principalmente a do crime, poderiam ter sido mais detalharas, elas pareceram rápidas demais.
Eu achei confuso também o fato deste livro ser da Thomas Nelson, sendo que de cristão só tem a nota da autora no final, que aí tu consegue ver um fundo de cristianismo nas últimas 50 páginas em alguns momentos, mas nada que justificasse a escolha do selo Thomas Nelson
Esse livro não me cativou como foi com Caledrina Cefyr, que é meu livro favorito dessa autora. Mesmo assim, eu vou continuar lendo quaisquer livros que ela publique por que ela realmente tem um dom tanto para a escrita quanto para criar plots
li em duas noites e adorei , toda a simbologia em sí sobre a religião me lembrou bastante o filme mother protagonizado pela jennifer Lawrence sla achei a vibe de ambos parecido
Livro cheio de plot twists, recomendo demais pra quem está passando por uma fase da vida em que está tentando se encontrar novamente, onde acha que está se entregando demais para determinados relacionamentos ou que não se sente pertencente há esse mundo. Cada capítulo foi feito de forma bem minuciosa pela autora, é possível ver o tanto que ela entregou de si em cada palavra.
Acabei de ler Collapse, da Gabriela Costa, e fiquei profundamente impactado. O livro me levou por uma jornada emocional intensa e perturbadora. A história se passa na Califórnia, em 1983, e tem como cenário principal a enigmática Mansão Vermelha, onde um crime horrível acontece na noite de Halloween. Eden, filha do jardineiro da família Leugen, presencia tudo — e isso começa a afetar seriamente sua mente. Desde pequeno, ela sempre foi uma menina quieta, que se escondia e tentava se moldar às expectativas dos outros. Quando Kaden Harper, o garoto popular da escola, começa a demonstrar interesse, Eden acredita que, finalmente, alguém está enxergando quem ela realmente é. Mas o que parecia um romance comum rapidamente se transforma em uma espiral de obsessão e desequilíbrio.
O que mais me impressionou no livro foi a forma como mergulhamos na mente da Eden. Gabriela constrói uma narrativa em que realidade e ilusão se misturam, e isso nos obriga a questionar tudo o tempo inteiro. O estilo da autora é forte, lírico e, às vezes, perturbador — cada passagem foi feita pra provocar, pra fazer sentir. Ela aborda temas densos como identidade, solidão, desejo e loucura com muita sensibilidade e coragem.
Os personagens são incrivelmente humanos. Eden não é só uma vítima indefesa, e Kaden não é apenas o vilão da história. Ambos têm camadas, contradições e atitudes que os tornam reais, críveis, complexos. A mansão também exerce um papel essencial — seus corredores escuros e seus mistérios funcionam como um reflexo da mente fragmentada da protagonista, quase como um personagem por si só.
Dei nota máxima porque Collapse é muito mais do que um thriller psicológico. É uma experiência literária intensa, do tipo que te prende, te desconcerta e te faz pensar. Gabriela Costa mostrou que domina a arte de contar histórias profundas e inquietantes.
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