Havia alguma coisa no túnel… A noite chegou e as Caves Ferreira receberam o jantar de verão dos seus colaboradores. O ambiente foi de alegria e celebração, e já passava da meia-noite quando os últimos funcionários deixaram o edifício. No entanto, um deles voltou atrás… Na manhã seguinte, o seu corpo é encontrado numa poça de sangue junto ao túnel que atravessa as Caves, apresentando sinais de ter sido agredido com violência. O inspetor Bruno Saraiva, recentemente transferido para a Polícia Judiciária do Porto, é chamado para liderar a investigação. Um estranho pormenor salta imediatamente à vista: os registos mostram que todos os funcionários saíram das Caves antes da hora do crime. Haveria mais alguém nas Caves naquela noite? Como terá conseguido apagar o seu rasto? Com poucas evidências que indiquem a identidade ou a motivação do assassino, a polícia terá de mergulhar no passado da vítima para chegar à verdade. Conseguirá fazê-lo a tempo de evitar mais um homicídio?
Concluiu em 2015 o Curso de Formação de Atores da ACT – Escola de Atores e trabalha há mais de dez anos em teatro, televisão e cinema.
Paralelamente à representação, é professor de Expressão Dramática e orienta formações de Team Building para empresas através do Teatro em Equipa.
Estreou-se na literatura policial com "A Mão que Mata", ao qual se seguiram "A Maldição", "Crime na Quinta das Lágrimas", "Crime na Aldeia", "Morte nas Caves" e "Morte no Parque".
No seguimento da sua atividade enquanto escritor, dá aulas de Escrita Criativa.
4,5✨ O melhor livro do Lourenço até agora! Adorei adorei adorei Fiquei completo viciada e intrigada com esta história. O Lourenço conseguiu manter-me curiosa o livro todo e sempre a pensar “só mais um capítulo” até que dei por mim a terminar o livro e a perceber que na realidade não sabia nada. Sou fã deste autor
Li este livro em 24 horas 🤓. Simplesmente impossível parar! @lourencoseruya surpreende, como sempre, do início ao fim.
A história desta vez passa-se em Gaia, nas Caves Ferreira. Primeiro, agarra-nos logo levados pela curiosidade: quem morreu? Depois, é impossível largar sem perceber: quem matou, e porquê? Mais uma investigação intensa e cheia de possibilidades e cenários infinitos!
Gosto sempre da forma como o autor vai semeando as pistas e das temáticas paralelas que vai desenvolvendo ao longo do livro.
É sempre difícil falar de um thriller para evitar não dar spoiler. Por isso o melhor que vos posso dizer ⬇️ Um verdadeiro page-turner, óptimo para quem gosta de thrillers inteligentes e viciantes.
✨Este livro além de vermos a continuação da história pessoal do nosso querido Bruno é também uma linda homenagem a essa instituição Caves Ferreira, e também à cidade do Porto. ✨Um enredo bem construído e adorei o fator suspense ser uma constante. Só me apetecia administrar um soro da verdade a cada personagem.
Estava com expectativas elevadas quando comecei o livro e não me desiludi. A escrita do Lourenço está cada vez mais envolvente e fluída.
Temos uma família com os seus segredos, um jantar que termina num homicídio.
À medida que a investigação decorre, começamos a conhecer os "podres" dos personagens num ritmo alucinante que torna difícil o leitor parar de ler.
Para mim, este livro teve um "sabor" especial, pois, sendo eu da cidade do Porto, consegui visualizar perfeitamente os locais onde decorre a história, o que tornou a experiência mais gira.
Continuo rendida à série Bruno Saraiva. "Morte nas Caves" foi outra excelente leitura. Adorei o novo cenário - Porto - e as Caves Ferreira que é tão original. Tenho pena de ainda não ter visitado as Caves para ter o cenário presente na memória e imaginar o espaço onde a história se desenvolve.
Gostei muito do caso policial e como o autor dá as informações aos poucos, metendo por ali mudanças de ponto de vista para outros personagens para manter o suspense. Jogada de mestre😉. De facto, eu adoro a estrutura dos livros do Lourenço Seruya: os capítulos com cenas que mudam de ponto de vista entre o grupo de personagens. Os próprios personagens são super bem caraterizados. Os enredos têm a dose certa de mistério, suspense e são tão intrigantes.
Quanto ao assassino... Bem, só desconfiei daquela pessoa um pouco antes do Bruno😁. Este é um daqueles casos de, nada justifica o que o assassino fez, mas senti uma boa dose de empatia💔. É triste...
Pronto, demorou tanto a este livro chegar e agora recomeça a espera pelo próximo.
Acho que tinha expectativas muito elevadas pelos comentários que tinha lido aqui pelo goodreads. Gostei do enredo, gosto muito da escrita do Lourenço e adoro que a narrativa se passe numa realidade tão próxima da nossa, muito portuguesa. Contudo, houve dois diálogos entre os dois inspectores que não acho plausíveis: quando o Bruno em dois momentos fala de fazer terapia e partilha detalhes sobre a sua relação anterior. Acho difícil que este tipo de partilha exista em contexto profissional especialmente por dois homens. Depois, senti pouco plausível que o nome Ana Silva escapasse à memória, porque não acredito que numa investigação não sejam tidos em conta os nomes inteiros das pessoas que façam depoimentos.
Achei que aquela parte da relação aberta da Francisca foi demasiado explorada para depois não ter nenhuma ligação ao crime.
O crime na aldeia foi para mim superior, mas este é um 4 estrelas e com vontade de ler o próximo!!!
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Mais uma delicia de livro, quem já leu os outros livros do Lourenço sabe para o que ele nos prepara. Mesmo assim, engana-nos sempre no final. Quando irei adivinhar o culpado? não sei, mas prefiro assim🤭
Este vai ter um lugar especial no meu coração por ser passado na minha cidade.
Bem, agora tenho de esperar mais um ano por mais um livro, não é? 😅
Considero que foram introduzidas situações que nada acrescentaram ao livro e que desviaram a atenção do que realmente interessava.
Não adivinhei quem seria a vítima mas adivinhei a pessoa culpada. Quanto às motivações estava longe de imaginar, mas, para mim, o timing foi demasiado forçado.
Os livros do autor são sempre simples e rápidos de ler, e este não foi diferente. Mas depois de um livro tão bom como o anterior passado em Piodão, as expectativas talvez estivessem demasiado altas, o que fez com que a mim o livro não satisfizesse na totalidade.
Gostei mais deste Bruno Saraiva, sem dramas pessoais! Fiquei com vontade de provar o Vinho do Porto com água tónica, o problema é que não tenho por hábito beber. Ao ler a Morte nas Caves fiquei com vontade de ir conhecê-las, afinal, ficam relativamente perto de onde moro. Espero não encontrar ninguém lá estendido morto enquanto faço a visita. Desde cedo que desconfiava de quem era o culpado, mas só com o avançar da história é que consegui saber a razão. Mais uma vez, gostei imenso da escrita do Lourenço.
Mais um livro em que Lourenço Seruya se aproxima do leitor português, levando-nos a um espaço cheio de história e simbolismo. A descrição da arquitetura, a autenticidade histórica, o apuramento dos sentidos, o ambiente do livro é peça fundamental e característica da escrita do autor.
Ponto positivo para a introdução do Inspetor Gil na vida do Inspetor Bruno. Aligeirou o tom e ainda deu para rir um pouco.
A atmosfera de mistério num espaço físico, temporal e relacional bastante confinando, permite desenvolver a história clássica de investigação, que é o que se pretende neste tipo de leitura. Mas... (pois, há o "mas") são tantas as histórias paralelas, tão importantes para a sociedade e tão pouco necessárias para investigação, que o mistério acabou a cair para segundo plano. Fiquei com a sensação de uma narrativa que desmascara a hipocrisia (gostei muito), ao invés de desmarcarar um assassino (gostei menos).
É imprescindível que alguém escreva de forma tão apurada, arrisco dizer tão limpa, sobre consciência social, nas várias vertentes abordadas. É importante que seja lido e chegue aos leitores das várias gerações. Ainda assim, ou se escreve sobre uma coisa, ou se escreve sobre outra. No geral, achei um novelo de pensamentos que deviam ser mais concretizados. Dava para vários livros.
A cada livro que leio do Lourenço, fico ainda mais impressionada com ela evolução da sua escrita e dos crimes que ele constrói. Sinto-me sempre dentro de um cluedo, onde crio teorias e mais teorias, desconfio de todos para no fim me surpreender completamente. Gostei muito que este livro se passasse nas caves ferreira, um local tão conhecido e que é tão bem descrito neste livro. Fico sempre encantada com o quanto este autor respeita as tradições de cada terra, cidade sobre a qual decide escrever, neste caso estamos em Vila Nova de Gaia, e apesar de não ir lá há muitos anos, senti-me como se estivesse. Todo o mistério foi muito bem conseguido e desenvolvido. Senti-me muito intrigada durante toda a leitura, desconfiei de todos os personagens. É incrível como só descobri no final quem era o culpado, mesmo sendo grande consumidora de policiais. Foi um livro que também me ajudou nesta fase tão stressante no meu trabalho, consegui desligar totalmente da minha própria realidade nesta leitura, o que vos diz que é um livro totalmente viciante e eloquente. Muito grata ao Lourenço por mais uma vez escrever um livro fantástico.
Já li todos os livros do Lourenço. Este talvez não tenha o crime mais empolgante, mas acho que tem mais qualidade literária. Gostei do cenário, conheço-o bem, gostei dos regionalismos bem encaixados nas personagens certas, e gostei do novo parceiro do inspetor Bruno Saraiva. Ao contrário de muita gente, não acertei no culpado, estava fisgada para outro lado, e só isso já é bom. É um livro que se lê muio bem, entretém, não promete por aí além, mas cumpre.
Assim que soube que o Lourenço ia publicar um novo livro, parei o que estava a fazer e fui logo comprá-lo claro! O autor é um dos meus favoritos cá em Portugal, para quem não sabe 🤭
Desta vez, o cenário do livro é nas Caves Ferreira, cidade do Porto, mas com o inspetor de sempre, o nosso Bruno, que vai investigar uma morte que decorreu perto das Caves.
Mais uma vez, temos uma família abastada e muitos segredos entre eles, que é algo que adoro em todos os livros! 🙂
Apesar disto, este livro não superou as expectativas que tinha.
Confesso que não foi o meu caso preferido! Não me consegui ligar muito bem a estas personagens e achei até um pouco mais parado em relação aos livros anteriores.
O meu favorito do autor continua a ser Crime na quinta das lágrimas. Claro que o cenário também ajudou imenso e neste caso talvez tenha sido esse o “problema”.
Claro que o autor continua com uma escrita cada vez melhor e que prende qualquer um à história! 🤯
Concluindo, eu gostei mas não foi nada por aí além! Para mim claro. 🙂
4.5⭐️ mais um livro da série de que gostei! Uma leitura agradável e sem tentar fazer "render o peixe", ainda que sem enormes surpresas. ...e com pontos extra a favor, quem é do Porto vai adorar carago 🥰❤️
As saudades que eu já tinha de ler um livro do Lourenço e sair dele com uma cara de 🤡.
Tem todos os elementos certos como já nos foi habituando. Um crime. Uma lista reduzida de suspeitos. Muitas pistas falsas e outras tantas verdadeiras que nem vemos passar. Um assassino para descobrir.
Adorei a história, o crime e o motivo, as descrições do Porto, a relação do Bruno com o Gil e todos os temas que o autor abordou de forma ligeira e ao mesmo tempo carregada de significado.
Não é, para mim, o melhor livro do autor (esse prémio continua em "Crime na Aldeia") e senti umas incoerências em alguns aspetos (até podem nem ser, na verdade, mas fizeram-me uma certa confusão), contudo foi uma ótima leitura e mal posso esperar pelo próximo ano para mais aventuras do Bruno e do Gil!
"Morte Nas Caves" de Lourenço Seruya . Foi com grande entusiasmo que recebi a encomenda no dia 29. A expectativa era enorme, depois de ter lido os primeiros 4 livros todos de seguida e ter terminado em grande com a "Crime na Aldeia". Sobre este livro, começo já pelo fim: É fantástico, adorei e recomendo 100%! Transportou-me aos meus tempos de secundário, quando fiz uma viagem com a turma até às caves de vinho do Porto, e fiquei sem dúvida com uma vontade enorme de regressar.
Aborda várias temáticas desde o bullying na escola, o suicídio, o que a dor extrema de perder alguém que amamos nos pode fazer, a vingança, as questões de sucessão nas famílias poderosas/ricas, o ciúme de irmãos a forma como por vezes as pessoas de determinado estatuto social se acham tão superiores aos outros....enfim...um livro riquíssimo, que nos absorve, que nos comove, que nos desperta a curiosidade, que nos faz querer ler desenfreadamente(tive de aproveitar todos os minutos livres).
O inspetor Bruno parece gostar do Porto, e eu adorei a sua primeira aventura nesta nova fase. Parece que vou ter de assistir a um pôr do sol no Jardim do Morro 😍 Leiam, não se vão arrepender! O único problema? Terminei com a sensação de aperto, por saber que terei de esperar pelo próximo😉
Finalmente, o inspetor Bruno Saraiva chega ao Porto e que por cá permaneça por muitos mais livros desta saga 🙂 Os policiais de Lourenço Seruya continuam a conquistar-me não apenas pelo mistério central, mas também pela forma como integram temas atuais na narrativa.
Eu gosto muito do tom quase novelesco do enredo, bem visível na construção das personagens e nos diálogos envolventes. Mas o melhor deste livro, para mim, está nas descrições do meu querido Porto, dos cenários familiares que reconheço do quotidiano e no cuidado do autor em captar as expressões e os trejeitos tão característicos de quem é da cidade.
Porque é isto que este livro é, um bom policial. É um livro seguro, um plot inteligente. Na minha opinião, é uma história com um plot seguro, onde no final tudo se encaixou. Sem pontas soltas.
E um dos meus pontos preferidos foi que a história se passa numa cidade bem conhecida para mim. Mal posso esperar pela continuação!!!
O Lourenço foi empurrando o Bruno Saraiva para norte, fazendo-o chegar ao Porto. Uma história de vingança que nos leva a viajar pela cidade e pelas Caves Ferreira. Como é seu estilo, o Lourenço refere sempre a gastronomia, o que se torna engraçado para quem vive no Grande Porto ler referências a lugares e a especialidade do local que nos são conhecidos. Uma história muito bem conseguida que nos prende durante todo o livro.
Cheguei ao fim e lembrei-me de uma citação do Camilo Castelo Branco “Um pobre também sabe vingar-se como se vingam os ricos.” Mas o Lourenço quis adicionar um pormenor à citação que é: “…só que é apanhado” …
Mais um romance de Lourenço Seruya que não acrescenta nada ao que ele - e outros -, já escreveu antes. A mesma prosa convencional, sem traços distintivos de criatividade linguística e enredo simples e telenovelesco. Há uma tentativa de criar suspense escondendo do leitor conteúdos inteiros no decorrer de diálogos entre personagens, apenas para serem revelados uns capítulos mais à frente. Ao contrário de me estimular, achei essa técnica muito irritante, não por ser uma novidade, mas porque penso que estava particularmente mal executada. Só o tempo que leva a descobrirmos a identidade da vítima, já depois de sabermos que houve um homicídio é no mínimo, ridículo.
As personagens têm pouca consistência, nomeadamente Constança, que como diretora de uma empresa de sucesso há décadas, e sempre apresentada com uma personalidade dominante, acaba por se comportar de forma estúpida, fraca e totalmente incoerente. Há sequências inúteis, como o caso de uma personagem que de repente se apercebe de quem é o assassino sem que isso tenha qualquer desenvolvimento ou consequência no enredo.
Depois deu-me ideia de que houve a intenção de tocar em (demasiados) temas da atualidade com um objetivo eventualmente didático ( relacionamentos abertos e infidelidade, rendas altas, emigração que leva a trocar a família por remuneracões mais latas, tabus familiares, bullying escolar, a dificuldade de inserção de ex presidiários na sociedade - este pareceu mesmo metido a martelo -, entre outros que provavelmente me estão a escapar) que será muito meritório, mas tratados com pouca profundidade e muitos lugares comuns o que me provocou, aqui e ali, alguns revirar de olhos.
Como policial é simples, pouco imaginativo e não oferece nada de novo, muito pelo contrário.
Um livro que se lê sem grande interesse, mas também sem qualquer dificuldade, dirigido talvez a adolescentes, sendo que pode servir como um início de criação de hábitos de leitura, o que será sempre positivo, ou a pessoas com um grau de exigência muito baixo.
Enfim, depois da história de Piódão, em que se notava alguma evolução positiva, Lourenço parece ter voltado ao princípio.
Que bom que o inspetor Bruno Saraiva foi para o Porto!!
O inspetor é chamado, juntamente com o seu colega Gil, para resolver o homicídio de um homem nas Caves Ferreira, após o jantar de verão. Devido ao sistema de segurança consegue-se saber quem entrou e saiu do espaço. Então, quem será o culpado desta morte? E que motivação teve?
Seruya conseguiu enganar-me durante grande para da história, mas a dada altura consegui descobrir o culpado mas gostei muito da forma como o autor construiu o enredo. As pistas são subtis mas estão lá!
A personagem principal, o inspetor Bruno Saraiva evoluiu neste novo livro de Lourenço Seruya e isso agradou-me mesmo muito. Também gostei da interação dos dois inspetores. Apesar do imbróglio em que se encontravam, conseguiam manter o humor e a descontração.
Como acredito acontecer com vários leitores, fiquei cheia de vontade de regressar ao Porto. Quero ir à Leitaria da Quinta do Paço comer um eclair e visitar as Caves Ferreira!
"A felicidade está na simplicidade. Nas pequenas coisas que preenchem o dia a dia."
Não é o meu favorito da série. Apesar de ter um enredo muito bom, e de eu não ter descoberto quem era o assassino, as personagens não me cativaram tanto quanto em Crime Na Aldeia e Crime Na Quinta Das Lágrimas.
As ligações entre personagens neste livro eram mais fracas e menos complexas. Senti falta de mais relações entre as personagens, de mais motivos para terem tido determinadas ações.
Ainda assim, a escrita do autor evoluiu muito positivamente.