Dickinson transforma o ordinário em uma abelha, uma folha, um pensamento. E nesta edição inédita em português, você tem acesso a algumas das obras mais impactantes da autora, com tradução sensível e fiel ao espírito original. Seja para quem já conhece sua poesia ou para quem irá descobri-la pela primeira vez, este livro é uma jornada íntima e inesquecível pela alma humana.
Descubra o poder silencioso das palavras de Emily Dickinson, uma das vozes mais profundas e enigmáticas da poesia universal. Você será conduzido por temas como morte, esperança, isolamento, alma, dor e transcendência, em versos que atravessam séculos com impressionante atualidade. Cada poema é um convite à introspecção, revelando os mistérios da existência com delicadeza e intensidade.
Se você busca poesia que te toca de verdade, que ecoa depois da leitura, e que oferece abrigo em meio ao caos do mundo, Poemas Existenciais é o livro certo.
Emily Dickinson was an American poet who, despite the fact that less than a dozen of her nearly eighteen hundred poems were published during her lifetime, is widely considered one of the most original and influential poets of the 19th century.
Dickinson was born to a successful family with strong community ties, she lived a mostly introverted and reclusive life. After she studied at the Amherst Academy for seven years in her youth, she spent a short time at Mount Holyoke Female Seminary before returning to her family's house in Amherst. Thought of as an eccentric by the locals, she became known for her penchant for white clothing and her reluctance to greet guests or, later in life, even leave her room. Most of her friendships were therefore carried out by correspondence.
Although Dickinson was a prolific private poet, fewer than a dozen of her nearly eighteen hundred poems were published during her lifetime.The work that was published during her lifetime was usually altered significantly by the publishers to fit the conventional poetic rules of the time. Dickinson's poems are unique for the era in which she wrote; they contain short lines, typically lack titles, and often use slant rhyme as well as unconventional capitalization and punctuation.Many of her poems deal with themes of death and immortality, two recurring topics in letters to her friends.
Although most of her acquaintances were probably aware of Dickinson's writing, it was not until after her death in 1886—when Lavinia, Emily's younger sister, discovered her cache of poems—that the breadth of Dickinson's work became apparent. Her first collection of poetry was published in 1890 by personal acquaintances Thomas Wentworth Higginson and Mabel Loomis Todd, both of whom heavily edited the content.
A complete and mostly unaltered collection of her poetry became available for the first time in 1955 when The Poems of Emily Dickinson was published by scholar Thomas H. Johnson. Despite unfavorable reviews and skepticism of her literary prowess during the late 19th and early 20th century, critics now consider Dickinson to be a major American poet.
Esta seleção de poemas da Emily Dickinson (deusa!) denota seu apreço pela comunhão à natureza e pelo divino, me indagando se o panteísmo não seria seu objeto de escolha, já que se revoltara com a religião protestante em outros momentos. Não podemos saber a qual eu lírico Dickinson levava no seu real modo de pensar, mas podemos sim apreciar o modo dela utilizar as palavras em toda sua glória.
Minha experiência com Poemas Existenciais, de Emily Dickinson, foi bastante irregular.
Antes mesmo de entrar nos poemas, a edição já me causou certo incômodo. Logo no prefácio, há alguns erros de português que acabam prejudicando a primeira impressão do livro. Pode parecer um detalhe pequeno, mas, em uma edição literária, especialmente de poesia, esse tipo de descuido acaba desestimulando um pouco a leitura.
Também senti falta de um cuidado editorial maior na organização dos poemas. A edição não informa, ao menos de forma clara, o período ou o ano em que cada poema foi escrito/publicado, e isso me parece uma ausência importante. Ao longo da leitura, tive a impressão de que alguns poemas soavam muito mais maduros, enquanto outros pareciam bastante imaturos — quase como reflexões de alguém ainda descobrindo ideias muito banais sobre existência, morte, esperança ou sofrimento. Ter esse contexto cronológico talvez ajudasse a entender melhor essas diferenças de tom e profundidade.
Quanto à própria Emily Dickinson, minha leitura foi ambivalente. Alguns poemas realmente me pareceram simplórios demais, não naquele sentido bonito da simplicidade essencial, mas no sentido de parecerem constatações muito óbvias, quase juvenis. Em certos momentos, tive dificuldade de entender por que determinados textos foram incluídos em uma coletânea de “poemas existenciais”, já que algumas reflexões me pareceram pouco desenvolvidas e sem grande força poética.
Por outro lado, quando Dickinson acerta, ela acerta de forma muito bonita: a mente como casa assombrada, a morte como presença educada e inevitável, a dor como estado mineral, o apagamento dos nomes pelo musgo. Nesses momentos, a simplicidade deixa de ser pobreza e se torna precisão. São poemas que realmente sustentam uma atmosfera mais profunda, melancólica e perturbadora.
No fim, foi uma leitura nota 3. Não foi uma autora que me arrebatou por completo, e talvez parte disso venha da própria seleção e da edição. Mas também encontrei imagens muito fortes, capazes de permanecer depois da leitura.
3,5/5 eu amo os poemas da emily, e sinto que toda vez que dou uma nova lida nela ela se renova e muito na minha cabeça como essa incrivel poetisa que foi, obviamente, nem todos seus poemas sao perfeitos, mas acho que ate quando eu não sinto conexão com algum poema dela ainda sou capaz de entender ela, gosto muito também das referências a natureza que ela faz como forma de expressar seus sentimentos, de qualquer maneira, ela continua tendo um espaço sempre enorme no meu coração.
Eu deveria ter lido em inglês. Sinto que perdi muita coisa lendo em português, mas mesmo assim foi uma boa leitura. Gostei de conhecer esse novo lado da Emily.
Os poemas sobre a eternidade são bem bonitos. Gostei também dos poemas sobre a brevidade, os pequenos momentos da vida. Livro legal para quem quer conhecer mais da obra dela.
emily dickinson e essa frase “a dor tem um elemento de vazio, ela não consegue recordar quando começou ou se houve um tempo em que não existia. ela não tem futuro, exceto a si mesma. seu infinito contém, seu passado iluminado para perceber novos períodos de dor.”