La llegada de un misterioso hombre de negro interrumpe la rutina de una banda de narcotraficantes. Balas rasantes, drogas alucinógenas y un luchador enmascarado en una historia simple y directa como las buenas películas de acción. Matiné es un homenaje al cine clásico de acción y aventura con un toque de sangre y humor.
PT Estava com vontade de ler algo diferente e decidi pegar neste, de entre algumas compras recentes.
Adorei. Adorei. Adorei.
Uma leitura perfeita no momento certo. Argumento excelente, narrativa envolvente, visuais incríveis—tudo no ponto. São três mini-histórias relativamente simples, mas que acabam por se interligar de forma interessante.
Três histórias intensas e impactantes, especialmente para quem aprecia policiais noir ou tramas de crime.
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EN I was in the mood for something different, so I picked this one from some recent purchases.
Loved it. Loved it. Loved it.
A perfect read at just the right moment. Excellent writing, engaging narrative, stunning visuals—everything spot on. These are three relatively simple short stories, but they end up connecting in an interesting way.
Three intense and impactful stories, especially for those who enjoy noir detective tales or crime dramas.
Em três curtas histórias de acção Matiné relembra os filmes de acção onde a violência extrema é altamente justificada, componente prática resultante da realidade em que se apresenta, quase normal e dessensibilizada no contexto em que se integra.
O ambiente é negro e pesado, mas nem por isso totalmente desprovido de esperança e amor, uma pequena ilha positiva, por vezes esmagada num extenso mar de confronto físico onde se excede a maldade e a indiferença. Como resultado ocorrem episódios pontuais de justiça que, não compensando a totalidade do mal causado, expiam parte da carga negativa.
Como os filmes antigos, Matiné apresenta-se a preto e branco, num belíssimo trabalho visual que espelha bem o ambiente e expressa a dureza dos episódios, com um ou outro toque fantásticos, colocando em relevo o papel da morte, bastante principal nas histórias que aqui se reúnem.
As três histórias criam um ciclo quase perfeito onde não há lugar para a justiça dos polícias e dos tribunais mas onde, alguns homens, pelas suas próprias mãos se dedicam a balancear o mundo onde se encontram. O único defeito de Matiné é a sua extensão, demasiado curta e que gostaria de ver mais extensamente explorada.
Três histórias curtas que se estendem pelas vinhetas numa coreografia de hiperviolência sem redenções nem gradações morais, apenas pancadaria e balas certeiras. A visceralidade e sentimento de inquietação são sublinhados pela crueza do traço. Um livro altamente recomendável para fãs do policial noir violento e duro. Crítica completa no aCalopsia: Matiné.