Um thriller intenso e emocionante sobre vingança, culpa e redenção.
A aguardada continuação de O Regresso de Larry Miller surpreende com revelações sombrias e um final de cortar a respiração!
Quando os inspectores Thomas e Lauriane julgavam ter encerrado o caso Larry Miller, descobrem uma carta com pistas para encontrar uma jovem desaparecida — o jogo acabou de começar. E há um psicopata determinado a ditar as regras.
O caso revela-se cada vez mais complexo e perigoso, à medida que o assassino envia novas cartas, cada uma com jogos infantis tornados macabros.
Thomas e Lauriane travam uma corrida contra o tempo para apanhar o assassino e impedir que torne a matar. Mas segredos sombrios abrem uma brecha entre os dois, que têm de enfrentar os seus passados antes que seja tarde.
A sombra que paira sobre os inspectores promete fazer tudo para se vingar. Ninguém estará a salvo com a chegada da última carta.
Carlos Miguel Ferreira é um escritor português nascido 1996, em Lisboa.
Desde sempre apaixonado por histórias, acabou o seu primeiro livro em 2014. Atualmente tem 10 livros escritos, explorando géneros diferentes: Romance, Thriller, Fantasia, Distopia e Realismo Mágico.
Livros lançados:
O Regresso de Larry Miller (Thriller, Saga Thomas #1) A Última Carta (Thriller, Saga Thomas #2)
✨ O livro é muito fluído, intenso, precisávamos de respostas e tivemos! Continuo a adorar os relatórios no livro. Enriquece bastante. ✨ Muito emotivo, o autor trabalha bem toda a parte psicológica, emoções e motivos do criminoso e outras personagens. ✨As partes dos abusos foram fortes, mas necessárias para perceber as personagens e motivações.
“A Última Carta” é um thriller nacional que prende desde a primeira página, com uma premissa intrigante e um ritmo que alterna habilmente entre suspense e revelações inesperadas. A narrativa é envolvente e consegue manter a tensão constante, convidando o leitor a montar o puzzle enquanto o autor vai soltando pistas e falsas direções.
O cenário e a ambientação contribuem para a atmosfera inquietante, e os diálogos são eficazes na construção de personagens críveis. Embora algumas partes possam parecer mais explicativas do que necessário, o enredo mantém-se sólido e entrega um final satisfatório, que amarra bem as pontas e deixa uma boa impressão.
É uma ótima escolha para quem gosta de thrillers inteligentes, com um toque nacional e uma escrita que flui bem, sem perder a capacidade de surpreender.
Bem, que viagem! Esta é a continuação e conclusão do mistério que começou em "O Regresso de Larry Miller" e se eu gostei mas não fiquei totalmente convencida com esse primeiro livro, este veio provar que tudo existe por um motivo e é necessário.
Senti uma grande evolução na história e toda a parte psicológica e de construção das personagens foi muito bem equilibrada com a parte do crime em si e nada ficou descurado.
Não tive propriamente o efeito surpresa, porque honestamente a minha teoria era esta desde o primeiro livro, mas isso não estragou a experiência da leitura e aquele twist no final foi uma jogada diferenciadora e que me fez gostar ainda mais!
Senti que este livro veio responder a algumas das questões que o primeiro me fez sentir que ficaram no ar. A história envolveu-me mais e, ao longo da leitura, percebi uma evolução clara do autor..na forma como aprofundou os personagens, como criou tensão e como me conduziu a descobrir cada segredo... pareceu-me tudo muito mais trabalhado.
A narrativa mantém-se fluída, mas ganhou uma dimensão maior.. há mais subtileza nas emoções, camadas mais complexas nas relações entre as personagens e uma capacidade de prender o leitor que me conquistou página após página.
"Era como se cada palavra escrita naquela carta guardasse um segredo que apenas o coração podia decifrar."
Sem dúvida que o enredo e o mistério, que aqui, se desenrolou cativaram-me mais do que no primeiro livro.
Em resumo, A Última Carta é uma leitura que vale realmente a pena. Para quem leu o primeiro livro, aqui encontrará respostas e uma história mais envolvente, que confirma o talento do autor e revela uma notória evolução na sua escrita.
Tive o privilégio de assistir a duas apresentações deste livro e nas duas ouvi comentários de que, “A Última Carta”, sendo um seguimento do “O Regresso de Larry Miller” era “melhor”. Nesta coisa de comentar livros é costume usarem-se estrelas como unidade de medida, o que pressupõe atribuir uma ou mais quando dizemos melhor. Eu atribuí só mais meia estrela e dei 5. Mas não por ter achado melhor, pior ou diferente. Mas sim porque fechou a dilogia e o vejo-o como um todo. Fechou-se o ciclo do inspetor Thomas (embora como muita pena minha), mas trouxe-me novas situações que me levaram ficar a pensar. E é no tempo de ficar a pensar na história e, também, no tempo que o livro fica fora da estante, propositadamente, à vista dos meus olhos antes de o arrumar, que contribuem para a minha pontuação (regra que aceito por estar no Goodreads).
O Carlos colocou na pág. 242 uma citação do Thomas: O valor do nosso trabalho não está no reconhecimento que possamos ter. Isto é uma enorme verdade. O valor do Carlos como escritor não está nas estrelas que atribuem aos seus livros. As estrelas pontuam, apenas, os nossos gostos pelos seus livros. E eu gostei muito, tanto da história como das capas. Parabém, Carlos.
O valor, esse, não tem pontuação e é indiscutível. Vamos ver como ele se dá com os romances. Estou ansioso por ler…(correção), estamos todos (os seus fiéis leitores).
Adorei o rumo inesperado da história e o plot twist que me apanhou de surpresa! O Carlos não se inibe de nos mostrar o lado mais negro da humanidade e ainda bem. Os criminosos horríveis que encontramos aqui existem mesmo, e o autor não teve medo de os retratar de forma crua e realista.
Gostava que a relação entre as personagens e o discurso tivessem sido um pouco mais trabalhados, mas para uma duologia de estreia, está muito bem conseguida e deixou-me curiosa para acompanhar o percurso do autor.
Aviso: este livro é cru, violento e nada recomendado para pessoas sensíveis. Se tiverem coragem, preparem-se para serem surpreendidos!
Este livro é a continuação de “O regresso de larry miller” que por sinal, já tinha sido muito bom, em termos de enredo e de nos prender do início ao fim, mas senti que faltava algo …
Com “a última carta” notei uma evolução gigante na escrita do Carlos, um cuidado na construção das personagens, um seguimento temporal lógico com pistas, mas sem revelar muito. Mais uma vez presenteou-nos com aqueles relatórios criminais e autopsias que estão muito bem descritas, e senti uma conexão ainda maior pelas personagens dos inspetores, parecia que estava a sentir o sofrimento deles, e todos aqueles traumas do passado.
Quanto às descrições de locais e crimes propriamente ditas, são tao bem escritas que imaginava tudo na minha cabeça como se fosse um filme.
Genial, Carlos! Preciso dessa tua originalidade toda para mais géneros literários porque já vi que tens jeito para os thrillers
A Última Carta foi uma leitura super leve e envolvente. Já tinha gostado da escrita do Carlos Miguel Ferreira, mas desta vez senti-a ainda mais trabalhada: mais cativante, descritiva na medida certa, sem nunca cair em exageros. As personagens foram uma das minhas partes favoritas muito mais humanas, com nuances que nos fazem sentir próximos delas, quase como se fossem reais. E o final… a surpresa! Admito que já contava com uma das “descobertas” ao longo da narrativa, mas o desfecho em si foi completamente inesperado. Adorei essa reviravolta! Um livro que me deixou de coração cheio e surpreendida até à última página.
Esta é a tão aguardada conclusão do mistério iniciado em "O Regresso de Larry Miller" e que, honestamente, superou ABSOLUTAMENTE todas as minhas expectativas 🤯
Como referi na altura, embora tenha gostado do primeiro livro, não fiquei totalmente rendida. Mas este segundo volume conquistou-me desde a primeira página, e fez-me vibrar do início ao fim!
Nota-se, de forma muito clara, uma evolução na escrita do autor, mais madura, envolvente e confiante, bem como no desenvolvimento das personagens e na construção do enredo.
Reencontramos os inspetores Thomas e Lauriane, arrastados para um novo jogo macabro, quando uma carta os leva a uma nova pista e a um caso de desaparecimento que, no fundo, é o início de algo muito mais sombrio e pessoal.
Mais uma vez, o autor recorre a elementos como relatórios criminais e autópsias, que, para mim, são verdadeiramente a cereja no topo do bolo! 🍒 Adoro este lado mais técnico, quase forense, que dá um realismo brutal à narrativa e estimula imenso a leitura, tornando-a ainda mais imersiva.
Adorei os capítulos que exploram a mente do assassino, são inquietantes e viciantes, cheios de tensão psicológica.
Neste segundo volume senti-me ainda mais ligada às personagens, sobretudo à inspetora Lauriane, que revela uma grande profundidade emocional e uma evolução muito marcante, especialmente na forma como enfrenta a culpa e os fantasmas do passado.
A interação entre ela e o inspetor Thomas é intensa, humana e com uma química que salta das páginas. Fiquei com uma enorme vontade de a acompanhar numa próxima investigação, esta mulher merece o protagonismo!
A escrita está fluída, o ritmo é viciante e o final... SURPREENDENTE e de cortar a respiração!
Um thriller nacional que mergulha com ousadia nas sombras da mente humana, e que recomendo a quem procura uma leitura intensa, inteligente e emocionalmente impactante.
Este livro agarrou-me desde a primeira página! Embora seja uma continuação do anterior, pode ser lido de forma independente — mas aviso desde já: se leram O Regresso de Larry Miller e acharam que já sabiam tudo… preparem-se para uma grande surpresa. Aquilo era apenas a ponta do iceberg!
A escrita está mais madura, as personagens mostram uma evolução clara, sobretudo na forma como lidam com a culpa e com os fantasmas do passado. É fascinante ver como, à medida que vão resolvendo os crimes e seguindo as pistas, também vão curando as próprias feridas. A construção psicológica está muito bem conseguida.
A leitura é viciante, cada capítulo termina com uma deixa que obriga a continuar. A narrativa é tão visual e intensa que facilmente imaginamos as cenas, como se estivéssemos dentro da ação.
Os mistérios vão-se acumulando, deixando-nos constantemente a tentar montar o puzzle. E quando chega a revelação… fiquei de queixo caído! Não estava mesmo nada à espera, e ainda assim tudo encaixa na perfeição.
Uma leitura intrigante, emocional e extremamente bem construída. Recomendo vivamente!
Precisava deste livro desde que terminei o primeiro, que sem dúvida me cativou. A escrita é incrível, capítulos pequenos, mistério, intrigas, segredos e muitos nervos à mistura. Certamente irei ler tudo o que o nosso autor nacional escrever.
Este livro é viciante e é impossível parar de ler até sabermos tudo. Dei por mim a metade do livro num instante. Adoro as partes interativas do livro como os relatórios de investigação, autópsias, depoimentos, tudo.
Vamos em buscar de respostas, vamos acompanhar o detetive Wesley Thomas e a detetive Lauriane Bonnet.
Depois do desfecho de Larry Miller descobrem uma carta, ou seja uma vítima. Mas com o desenrolar das pistas mais cartas surgem e os nossos Inspetores vêem-se obrigados a jogar como peões num jogo de xadrez.
Sentimos cada passo, cada tensão, cada medo com os nossos protagonistas.
Sempre tive as minhas suspeitas desde o primeiro livro e confimei a minha teoria, tornando assim no meu ponto de vista previsível. Mas não estava preparada para tudo o que este livro foi.... Quero muito acompanhar a jornada da Inspetora Lauriane.
A Última Carta é um thriller policial intenso que nos prende desde a primeira página. Carlos Miguel Ferreira conduz-nos por uma trama densa e emocional, onde nada é deixado ao acaso. O autor aborda temas complexos e tensos, descrevendo os acontecimentos com uma precisão quase cinematográfica — desde os relatórios de autópsia até aos pequenos detalhes das investigações, tudo é tratado com um realismo impressionante. A escrita de Carlos é fluida e envolvente, mantendo-nos completamente agarrados à história. Cada capítulo é uma nova peça de um puzzle que o leitor tenta decifrar, numa corrida constante para compreender o que realmente aconteceu. E quando finalmente chegamos ao desfecho... é impossível ficar indiferente à força dos acontecimentos. Sem dúvida, A Última Carta é uma leitura que nos desafia e nos emociona em igual medida. Fico ansiosamente à espera do próximo livro de Carlos Miguel Ferreira - um autor que sabe, como poucos, prender o leitor até à última linha.
Acabei de ler "A Última Carta" do Carlos Miguel Ferreira e, uau, eu AMEI!!!!!
Se pensavam que a história do Larry Miller tinha sido intensa, preparem-se, porque este livro leva tudo a um nível completamente diferente. É como se o autor tivesse decidido mergulhar ainda mais fundo na mente das personagens, explorando temas pesados como culpa, trauma e sobrevivência.
A escrita é tão viciante e cinematográfica que é impossível não ficarmos agarrados a cada página. A cada capítulo, somos puxados para uma teia de mistérios que se vai desenrolando de forma brilhante.
E o final? Meu Deus! Fiquei de queixo caído. A revelação foi uma daquelas que, mesmo fazendo todo o sentido, nunca vi a chegar. Não estava mesmo nada à espera 🤯
Se és fã de thrillers psicológicos com personagens complexas e emoções à flor da pele, "A Última Carta" é, sem dúvida, o livro que precisas de ler, já. Para mim, este livro, foi o final perfeito para esta duologia. Amei muito!
Desde o primeiro livro que aguardava pelas respostas que este traria. Gostei bastante da evolução notória da escrita e da maior envolvência criada. Só não dou 5 estrelas porque algumas "migalhas" deixadas bem cedo no livro, fizeram-me desconfiar e acertar no final, perdendo um pouco do suspense e do plot twist que gostava de ter sentido. Fico atenta a aguardar as próximas obras :)
Mais um livro do Carlos e uma boa conclusão para esta duologia.
Tal como o primeiro, também este se destaca pela forma de construção através da inclusão dos relatórios de investigação criminal, assim como pela presença dos símbolos que representam cada personagem ou parte da história em cada capítulo.
Apesar de ter percebido logo desde o início quem era o assassino, o enredo continuou a cativar pelo interesse em descobrir o resto da história e acompanhar o seu desenrolar. No conjunto dos dois livros, foi uma narrativa interessante e bem construída.
Uma excelente continuação de "O regresso de Larry Miller". É com certeza um livro emocionante e que mexe com o psicológico de quem tenha gostado tanto desta dilogia quanto eu. O final é comovente e capaz de levar alguns às lágrimas.
4.5 ⭐️ apesar de o primeiro livro ter parecido um pouco uma "batota" (não me alongo aqui para não deixar spoilers"), este 2° volume é bastante mais empolgante. Mesmo tendo adivinhado o assassino logo no início, não deixou de ser uma leitura muito boa, e um final com muita acção. Autor português a manter debaixo de olho 👌 vamos ver o que por aí virá!
Gostei muito! Bom final para a história mas gostava de ter sabido mais detalhes sobre o assassino mas se calhar sou só eu que sou cusca ! Acho que teve um bom ritmo e bons detalhes como no primeiro Recomendo 🖤
UAU é só o que eu tenho para dizer deste livro, peguei nele e foi impossível largar, cativante, e a reviravolta que dá, jamais esperei um final daqueles. Mas no fim, terminamos com uma lição valiosa dada sublimemente pelo autor: " Que a vida é curta demais para odiarmos, que vale mais perdoarmos". Recomendo vivamente que leiam para entenderem.
Tal como o primeiro livro da saga do inspetor Thomas, este não desiludiu! Além de ter um enredo bem construído e de ser um autêntico page turner, surpreende pela ousadia de arriscar no que diz respeito às personagens e ao desfecho. Uma leitura que valeu muito a pena!
Notei uma ligeira diferença entre a escrita deste livro e do primeiro, mas gostei de ambos de igual forma. Mas não esperava, de modo algum, por este plot twist e, muito menos, por este final. Também esperava que houvessem mais livros desta saga, não apenas dois, pois o inspetor Thomas, na minha humilde opinião, não merecia este final. E gostava muito de um livro, ou de uma saga, dedicada à Lauriane. De resto, não tenho nada a apontar, simplesmente adoro a capacidade que o autor tem de contar histórias tão macabras quanto esta de um modo discreto mas muito frio e realista.
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Pronto, Carlos Miguel Ferreira, conseguiste. Outra vez. Já tinha adorado o regresso de Larry Miller, mas este segundo livro... este é de cortar a respiração ... e o coração.
A escrita continua envolvente, certeira, carregada de frases que nos ficam a martelar a cabeça. A narrativa está mais madura, mais densa e mergulha fundo em temas que nos moem por dentro. E depois há a última carta. Aquela última carta. Um murro no estômago, sem aviso nem piedade.
É um final que marca, que abala, que fica. Não é fácil, não é bonito, mas é honesto e por isso resulta. Ainda estou a tentar decidir se quero agradecer ou culpar o autor por este trauma emocional. Provavelmente as duas coisas.
Não sei o que dói mais: o final do livro ou a consciência de que fui voluntariamente.
"A força que temos nunca vem só de nós mesmos, não somos só o coração que bate dentro do nosso peito. Somos mais!"
Gostei muito deste livro. Está muito bem escrito, é bastante realista e adorei acompanhar os vários pontos de vista importantes para a história.
Um ponto muito positivo, em comparação com o livro anterior, é a organização dos capítulos: as personagens estão identificadas, o que torna a leitura muito mais clara e fácil de acompanhar.
O final surpreendeu-me bastante (não estava mesmo à espera!) e adorei os detalhes dos relatórios de investigação criminal, achei que estavam muito bem construídos e deram ainda mais realismo à história.
Não dei 5 estrelas porque sinto que não aproveitei o livro tanto quanto podia. Já não me lembrava bem da história do primeiro e houve partes em que fiquei um pouco confusa por causa disso. Acho que teria gostado ainda mais se tivesse tudo fresco na memória.
Mesmo assim, é uma continuação muito bem conseguida e valeu mesmo a pena ler.