Twenty years ago, the last Kaiju, a giant monster from the sea, was defeated by the Sentai, a group of colorful vigilantes. Today, the Sentai are mere shadows of their former selves, relegated to low-paying odd jobs. Warren, Nikki, Heloise, Satoshi, and Sofia try to find their place in this disillusioned world where heroes have disappeared...
Un univers hyper original, des personnages stylés et hauts en couleur (Satoshi est bien trop beau, pas sûr que ce soit légal), et dessin jouissif, bref j’ai grave kiffé ! Tome 1 lu d’une traite, on veut la suite maintenant !
franchement ??? ça tue ??? des power rangers uberisés ?? toutes les meufs ont l'air lesbiennes et même parfois elles le sont ??? j'ai juste kiffé pouvoir juste lire une aventure kiffante sans me poser trop de questions, apprécier les chara design et le dessin incroyable
PT Imaginem os Power Rangers sem a sua tecnologia, a trabalhar para um sistema ao estilo Uber, num mundo onde os Kaiju — outrora uma verdadeira ameaça — desapareceram por completo.
Não esperem muita acção, porque ela praticamente não existe. E isso foi, aliás, uma das coisas que eu mais esperava encontrar. Em vez disso, acompanhamos um grupo de jovens adultos que, cada um à sua maneira, decide trabalhar para um serviço de vigilantes tipo Uber, movidos por motivações muito pessoais.
A partir daí, a narrativa concentra-se sobretudo nos seus desafios, nas suas motivações e na forma como se relacionam entre si. Paralelamente, mantém-se a procura de respostas para o misterioso desaparecimento dos Kaiju.
Uma coisa é certa: esta é uma obra bastante original, e adorei o conceito. A leitura é agradável e diverte, mas por vezes senti que estava a ler mais um slice-of-life do que aquilo que os autores parecem querer vender.
Ainda assim, estou suficientemente investido para querer continuar para o próximo volume.
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EN Imagine the Power Rangers without their technology, working for an Uber-style system in a world where the Kaiju — once a real threat — have completely disappeared.
Don’t expect much action, because there’s hardly any. And that was actually one of the things I was hoping to see more of. Instead, we follow a group of young adults who each decide, for their own reasons, to work for an Uber-like vigilante service.
From there, the story focuses mainly on their personal challenges, their motivations, and how they interact with one another. Along the way, there’s also the search for answers about why the Kaiju vanished.
One thing is certain: this is a very original work, and I loved the concept. It’s an enjoyable and entertaining read, but at times it felt more like a slice-of-life than what the authors seem to be trying to sell.
Still, I’m invested enough to want to continue with the next volume.
In a reality where kaijus have been gone for 20 years, the job of a sentai – a Power Ranger – has become a rather shabby private security gig, often taken part-time by students to pay for their studies.
Playing to the hilt on the nostalgia card for the TV shows that shaped their childhood, Bablet and Singelin paint a portrait of five immediately likeable young adults, a bit lost in defining their future, who end up living together and playing at being sentai together to pay for their studies or to make ends meet. This first volume of three takes its time introducing the characters and doesn't get going with the action until the end, but it immediately draws the reader into the slightly down-at-heel yet touching daily lives of our protagonists, and we wait with them – well, one in particular – for the hypothetical return of the monsters that terrorised the world decades earlier.
The artwork is admirable. Singelin tackles the codes of manga with a stunning talent. Everything is light, fluid and gives the impression of a formidable ease in the line work. The subtle use of colour, reserved solely for the sentai costumes, is a simple but devilishly effective idea.
J’ai hâte du 2 et surtout j’espère qu’on suivra d’autres personnages au premier plan car j’avoue que celui de celui-ci je suis pas fan même si c’est le but j’imagine bien ce côté antihéros ou jeune adulte qui deconne un peu
Warren il m’a saoulée Pis le concours de virilité entre les deux la je souffle Sinon j’aime bien les autres persos hehe Et l’ambiance est grave cool J’ai hâte de voir la suite
Eu geralmente tenho ojeriza a quem tenta denominar alguém como “o Kafka brasileiro”, por exemplo, ou dizer que tal obra é correspondente a outra - “o Crise nas Infinitas Terras da Marvel” e similares. Mas, porém, contudo, entretanto, todavia… é difícil achar uma definição melhor para Shin Zero do que “um Watchmen dos Super Sentai”.
Essa comparação funciona porque alguns procedimentos são muito similares, especialmente o cinismo. Em Watchmen, o Alan Moore pensa seriamente nas consequências sociais da existência de heróis mascarados atuando de forma independente - os conflitos com a polícia, o uso deles em guerras - e aplica uma moralidade cinzenta a esses personagens. Algo parecido acontece em Shin Zero.
A obra apresenta uma cidade cuja localização geográfica não fica muito clara, mas num mundo que foi repetidamente atacado por monstros gigantes, os Kaiju, enfrentados, repelidos e eventualmente destruídos pelos Sentai - os supergrupos típicos das séries live-action tokusatsu voltadas ao público infantil. Inicialmente, no lore da história, esses Sentai (termo que no caso se aplica a indivíduos também) eram pessoas gigantificadas temporariamente; depois, passaram a pilotar robôs gigantes desenvolvidos para combater as criaturas.
Há, portanto, dois eixos de consequência interessantes. Por um lado, os efeitos colaterais dos experimentos de gigantificação, que marcam fisicamente as pessoas que passaram por eles e oferecem uma ameaça à segurança da população. Por outro, após a aparente extinção dos Kaiju, surge uma crise profunda no trabalho dos Sentai - que perdem seu propósito e enfrentam uma precarização, uma espécie de “uberização”. Eles passam a ser trabalhadores que vendem seus serviços por aplicativos, pegando bicos como seguranças de lojas, guarda-costas, e assim por diante.
É interessante observar como o grupo de cinco personagens que acompanhamos possui caracterizações e motivações diversas: uma deles tenta se manter enquanto faz faculdade; outro quer honrar uma tradição familiar; outra busca, de algum modo, promover um tipo de justiça. Cada um tenta encontrar seu próprio lugar nesse mundo em transformação, onde o heroísmo virou trabalho precarizado.
Entre esse grupo de cinco personagens, temos uma figura particularmente interessante: alguém sobre quem ficamos sempre em dúvida se é um paranoico completo ou se é o único lúcido o bastante para perceber as pontas soltas e os furos na narrativa oficial sobre a (suposta?) extinção dos Kaiju. E, pelo menos por enquanto, ao contrário do Rorschach de Watchmen, a obra o retrata muito mais como alguém realmente obsessivo e paranoico.
Algo que achei muito interessante em Shin Zero é que, se lemos a obra esperando aquela narrativa “redondinha”, bem alinhada com modelos tradicionais do meio, pensamos encontrar pistas que parecem indicar claramente para onde tudo vai caminhar. Mas, felizmente, não é uma obra formulaica. Ao menos nesse primeiro volume (de 3), ela parece mais inclinada a surpreender, desviando-se das rotas previsíveis e apontando para um caminho que, ao mesmo tempo, homenageia referências do universo tokusatsu sem se apoiar apenas na nostalgia.
Em vez disso, Shin Zero traz elementos de comentário social bastante pertinentes, trabalhando com personagens que funcionam muito bem dentro desse contexto de precarização, crise de propósito e disputas de identidade heroica. Inclusive, um deles, até o momento, mostrou-se um baita FDP - e, sinceramente, quero muito ver o que mais ele vai aprontar nos próximos volumes.
Connaissez-vous les sentais ? La réponse est certainement oui, mais vous ne le savez peut-être pas – comme moi. Il s’agit d’un nom générique donné à des groupes de super-héros japonais vêtus de lycras colorés et dissimulant leur identité derrière un masque. Ils combattent courageusement les monstres géants, nommés kaijus, menaçant les habitants de Tokyo. Certains d’entre nous – les chanceux – ont pu suivre les aventures des différentes générations sur leur écran cathodique comme Bioman ou plus récemment Power Rangers.
L’idée géniale des deux auteurs et de transposer ces héros des années 90 devenus kitchs dans notre monde contemporain – ou dans un futur proche. Les kaijus ont disparu et les sentais en sont réduits à réaliser de petits boulots qu’ils contractent au travers d’une plateforme de services, pour faire court, l’ubérisation des super-héros. Ils nous proposent de suivre un groupe de jeunes – qui rappelle dans sa composition ceux de leurs illustres ainés – qui vit en collocation dans un immeuble bas de gamme. Les membres du groupe se comportent comme les générations actuelles (Z / A), avec leur quotidien, leurs problèmes, leurs préoccupations et leurs rêves. L’âge d’or est bel et bien terminé.
Quatre étoiles sur cinq. Ça va, c’est plutôt correct. Ça va même augmenter ma moyenne perso.
Comme d’habitude avec les deux compères du Label 619 – Mathieu Bablet et Guillaume Singelin –, la réalisation est irréprochable. Quel style, quel dynamisme dans les dessins et la composition des planches. Le dessin de style manga en noir et blanc est uniquement rehaussé par les couleurs flashy des héros, c’est très réussi. J’ai hâte de lire la suite de cette série qui comptera trois tomes.
Oh le banger c'était incroyable ce 1er tome, j'attends la suite avec impatience ! Vraiment l'univers et les personnages sont top, j'adore que les seules couleurs soient celles des costumes aussi. Bon par contre encore une preuve que sans les énergumènes hommes ça se passerait bien mieux hein...
Pas besoin de tergiverser, avec des auteurs de la trempe de Mathieu Bablet et Guillaume Singelin, ce premier tome de Shin Zero, véritable hommage au Sentai et au tokusetsu, est un banger. Pour qui a grandi dans les années 90, on partage forcément l'enthousiasme et la nostalgie un peu méta d'un de ses protagonistes, Satoshi.
J'aime tellement les prémices de cette histoire, scénarisée par Mathieu Bablet, qui promet d'explorer des thématiques fortes, à la fois d'un point de vue individuel et de de celui de l'univers construit.
Les kaijus, qui sont apparus soudainement et ont ravagé la Terre, ont été défaits par les premiers Sentais, héros volontaires qui ont subis de multiples expériences pour parvenir à les combattre. De nos jours, les sentais existent encore, mais à défaut de monstres géants qu'ils seraient les seuls à pouvoir combattre, ils sont cantonnés aux petits boulots ingrats, mal payés, dans une ubérisation de leur métier. Agir comme agent de sécurité dans un magasin, aider à faire redescendre un chat d'un arbre, rares sont les quelques missions d'intervention où ils sont en soutien de la police.
Loin des héros volontaires, animés par l'envie de sauver le monde, ce sont surtout des étudiants cherchant un moyen de financer leurs études, des adultes qui ont besoin de complément pour leur fin de mois, bref, des précaires qui tentent de s'en sortir. Rares sont ceux comme Satoshi, réellement motivé par la noblesse du titre et convaincu que les kaijus n'ont pas tout à fait disparus, ou comme Warren, inscrit d'abord pour suivre sa pote, dont il est amoureux, puis par curiosité.
Et il y a aussi le pan des anciens sentais, thématique que je trouve particulièrement bien trouvée, et qui fait quelque part un peu échos à nos sociétés, je trouve. Que faire de nos retraités, dès lors qu'ils ne sont plus rentables ? Ces derniers ont sauvé la Terre des kaijus, ce sont de véritables héros, mais héros ou pas, à présent que la menace est devenue une histoire ancienne, presque une légende, ils représentent un coût pour les hôpitaux contraints de maintenir des machines onéreuses en entretien et en utilisation pour maintenir les héros retraités dans un état normal. Ayant fait l'objet d'expériences et dus prendre des traitements lourds pour devenir des géants à la force surhumaine capables de combattre les kaijus, ces derniers perdent parfois le contrôle de leur corps, dont tout ou partie peut soudain prendre des dimensions démesurées, à moins d'être mis en stase dans ces machines.
Côté esthétique, ce tome n'est pas en reste. Pour qui a déjà joué à Citizen sleeper ou vu des visuels, ou pour qui a déjà lu une bande dessinée de Guillaume Singelin, cela n'a rien d'une surprise. Encore une fois, le choix esthétique est travaillé finement pour s'adapter au ton du récit, renforçant les multiples hommages à la fois au tokusetsu mais aussi à la pop culture nippone des années 90. J'ai adoré ce choix d'une bande dessinée en noir et blanc, qui évoque certes les mangas, mais met encore plus en exergue les couleurs vives des costumes de sentais, seuls tons colorés de la bande dessinée. Le trait est fin et dynamique dans les scènes d'action et le charadesign est délicieux.
En bref, ce premier tome est loin d'être un volume introductif. Par cette question des anciens héros, de la possible existence des kaijus tapis quelque part, de ces jeunes sentais en quête de sens et de subsistance, par l'introduction de personnages attachants, riches de leur propre leitmotiv, contraintes, histoires personnelles, et enfin par la force de son visuel, c'est déjà un coup de coeur, et j'ai très hâte de mettre la main sur les deux autres volumes pour lire la trilogie d'une traite.
Une plongée dans un univers dépaysant avec des personnages qui se cherchent, adulescents, transition entre l'adolescent et l'adulte. Un pas dans le vide où il ne tient qu'à eux decrire leur futur, mais comment ? Je dois parler du travail d'édition et de la direction artistique qui m'ont tapé dans l'œil. Des couleurs pour caractériser les personnages, leurs émotions, leurs intuitions, etc. bref une merveille de mise en scène, oh et les fumigènes ! J'attends de lire la suite mais je remercie les auteurs pour leur créativité.
Si vous avez 40 ans et des brouettes, cet album qui ressuscite les Bioman et autres sentai, va réveiller vos souvenirs de mercredi devant la télé ! Pour les plus jeunes, ça marche aussi ! Dans cet objet hybride entre BD et manga, les justiciers masqués sont relégués à des petits boulots et ont des préoccupations très actuelles. C’est hyper réussi et veut vite la suite !
je vis pour lire les aventures d'une coloc de power rangers ubérisés les meufs sont super bien écrites mais par contre les personnages masculins ..? bah pour une fois que c'est dans ce sens je vais pas me plaindre ok
3,5 le format est trop cool, de même pour les dessins et les couleurs ici et là ça m’a fait kiffer par contre warren mais OMG étranglez le je le DÉTESTE ça m’a donné envie de reregarder les power rangers du coup jppppp
My Selling Pitch: A graphic novel about Task Rabbit superheroes with surprisingly nuanced social commentary.
Pre-reading: Let’s blow through some more graphics, shall we?
(obviously potential spoilers from here on) Thick of it: 2008? Fuck, a historical then lol.
Task Rabbit superheroes, got it.
Poor grandma!
I’m really not loving the misogyny in this. All the men in it suck!
The girlies are just trying their best, and the boys keep ruining it, ugh!
The Godzilla old man dong is crazy.
Shoot it up his ass to save the world is crazy!
Oh shit, to be continued!
Post-reading: This is such a fun story for younger readers! I think high schoolers are the best age demographic for this. At 28, I felt a smidge old for it. There’s surprisingly nuanced social commentary packed in here regarding misogyny and elder neglect.
The art style is easily digestible and appealing but nothing standout. The characters are stock archetypes but still satisfyingly developed. It gives you a complete story arc while still setting up for a sequel. I don’t think you need to rush out and read this, but if you like superhero dystopians, I think you’ll have a lot of fun.
Who should read this: The Boys fans Superhero dystopian fans
Ideal reading time: Anytime
Do I want to reread this: I think I’ll just remember it, but I would continue the series!
Would I buy this: I don’t think you’ll be disappointed if you buy it, but I think it’s a prime get it from your library candidate.
Similar books: * Hench by Natalie Zina Walschotts-dystopian, workplace satire, revenge thriller * Nightbreaker by Coco Ma-YA dystopian, enemies to lovers, family drama * Last Call to Leave Earth by Cassio Ribeiro-graphic novel, contemporary romance, social commentary, family drama * The Tin Can Society-graphic novel, superheroes, crime, revenge thriller, romance
Thank you to Netgalley and the publisher for a copy of this book in exchange for an honest review.
Un titre qui mise beaucoup sur la nostalgie de ses lecteurs, en se réappropriant les codes des séries japonaises Super Sentai et de l'univers des Kaijus. Dans un univers où les Kaijus ont disparu depuis une quinzaine d'années et dans un contexte d'ubérisation de la fonction de héros masqués, on suit les deux amis d'enfance Éloïse et Warren, qui décident pour des raisons complètement différentes de prendre l'uniforme. Très vite, ils rejoignent un groupe de sentai et on assiste au quotidien de 5 jeunes adultes plus ou moins paumés, qui cherchent à se faire une place dans une société qui a connu de grands bouleversements et qui n'a plus forcément besoin de ces héros à grande échelle. Un premier tome efficace qui érige la trilogie en chronique sociale tout en réussissant à approfondir équitablement ses 5 protagonistes avec un traitement des personnages féminins que j'ai particulièrement apprécié. Le dessin de Singelin toujours aussi précis et vivant offre une véritable identité à l'ouvrage grâce aux couleurs vives uniquement employées pour les costumes des héros.
Petite (grande) préférence pour Nikki (rose) et j'ai eu ce que je voulais pour son perso 🙌 J'ai vraiment très hâte de lire la suite.
"O que aconteceria se os Power Rangers fossem uberizados e precarizados?" Essa é a premissa de Shin Zero, de Mathieu Bablet e Guillaume Singelin. A resposta, ao ler esse quadrinho, parece fácil: nada. Se você está esperando algo parecido com Power Rangers, vai encontrar apenas nas fantasias dos personagens. A história se parece mais com os quadrinhos melancólicos e derrotistas de Chester Brown, Adrian Tomine, Chris Ware e Daniel Clowes. Não é um mangá japonês, é um mangá francês. Me venderam como se fosse o Watchmen dos super-sentais, mas não tem, de longe, a sofisticação e complexidade do roteiro de Alan Moore, e sim, de uma trama de cinema indie dos anos 2000. Os desenhos também não têm estilo de mangá, lembrando mais o quadrinho independente estadunidense, por assim dizer. Apesar de toda a fancyness que a Comix Zone aplicou na sua edição visualmente caprichada, o lobby foi grande demais para o que a obra oferece. Mais uma vez foi "alarde" falso, e a gente caiu. Não devo continuar a comprar os próximos volumes.
Divertido, original, y con un dibujo apabullante. Al ser el primer número (de tres), todo se abre demasiado y se cierran muy poquitas cosas, pero me parece bien. Te deja con ganas de más. De mucho más. Para los fans de Ultraman y los Power Rangers, sobre todo. También para los de Sailor Moon, por ejemplo. Para cualquiera que no lo sea, también. Porque es cachondo y tiene su interés narrativo, desde luego.
Tout fonctionne très bien. J'adore l'idée qu'une société est réussi à capitalisé à fond sur le concept des super sentai/Power Ranger jusqu'à en faire un travail étudiant relativement mal payer. La dynamique du groupe est déjà attachante (j'adore suivre des étudiants perdue dans leurs vie) et j'aime beaucoup l'ecriture de Sofia et nikki. JE VEUX LA SUITE.
Comme d'hab j'adore les bd de Guillaume Singelin : les dessins sont incroyables et touchants, on entre dans un univers dans lequel on a envie de rester. Trop contente de lire une nouvelle œuvre de lui et très hâte de lire la suite ! Le personnage principal n'est pas mon pref, j'espère qu'on verra encore plus les quatre autres dans le tome 2.
Vraiment sympa ces power rangers urbains en job d'étudiants. les illustrations en noir et blanc avec juste leurs costumes en couleur ça marche de ouf ! la dynamique de groupe est sympa, mais les hommes... on souffle quoi. Warren est vraiment détestable, jsp comment l'ambiance va être dans le tome 2 vu ce qu'il a fait. j'imagine que Satoshi va être giga jaloux. sinon slay les lesbiennes ;)
Un excellent premier tome, avec des personnages qui me font déjà ressentir plein de sentiments différents (j'en déteste un, j'ai très envie d'en aider d'autres...) et un univers prometteur. J'ai parfois eu du mal avec certains dessins, et certaines story lines me laissent mitigées mais c'est car j'ai peur qu'elles tournent mal.
alors d'un côté j'ai adoré la vibe power rangers, + trop trop trop cool si plus tard y'a vraiment des kaijus qui débarquent le gros hic : deux bougs qui hypersexualisent les meufs et surtout les lesbiennes genre ?? super mal fait ça me gave
Thank you to Edelweiss for the E-ARC! This E-ARC was sent to me in exchange for an honest review.
A new take on the coming-of-age story! Filled with rebellion, "superheroes" known as Sentai (Inspired by Power Rangers!) who are really just teenagers trying to find their place in the world, and possibly a few Kaiju (Giant supernatural monsters thought to be eradicated in the 90's). Equipped with a unique art style entirely in black, white and grey except for the pops of color on the Sentai costumes and the battle/fight scenes. This graphic novel really encapsulated what it feels like to be fresh out of high school/entering college, having complicated relationships with your family, and also not knowing who you are or what you want to do with life. Mix that with possibly saving the world, desperately wanting to find love, and not to mention waking up with questionable bruises every day from the fight the night before-It seems every world makes being a teenager hard.
Ufff qué maravilla, tan cotidiano y tan fantástico a la vez. Attack on Titan conoce a los Power Rangers y sale bien. El dibujo está constantemente al detalle y las escenas en las que los colores deciden hacer acto de presencia son una gozada. Esperando con ganas la salida de los siguientes ❤️💚💙🩷💛