E se o melhor ilusionista da história fosse português? E se decidisse fazer o último espetáculo da sua carreira na sua cidade natal, em Braga? E se, durante esse espetáculo inigualável, fizesse desaparecer uma pessoa e esta nunca mais aparecesse?
Mais do que um policial, Pedro Miguel Ribeiro oferece-nos uma história sobre ilusão e desilusão, sobre o peso daquilo que é dito, mas sobretudo daquilo que fica por dizer. Sobre terrestres ou divinos. E sobre aparências. As tais que, como quase sempre, iludem.
Com raízes na realidade, o autor propõe uma viagem fantástica entre locais reais e imaginários. Entre o passado e o presente, entre a linguagem literária e a do cinema.
Uma obra diferente de tudo o que tenho lido. Move-se entre thriller, policial, suspense, terror, drama… ou será magia? Ilusão tingida de desilusão? Só lendo saberão...
Livro, publicado em 2025, marca a estreia de Pedro Miguel Ribeiro e habita a fronteira entre o visível e o que permanece nas sombras. Braga é a principal cidade que surge como cenário...discreto, onde o tempo deixou marcas que ecoam no presente: “Tão jovem como antigamente. Tão fechada quanto aberta. Tão cinzenta de tons de céu e pedra, quanto garrida em tons de luz.”
O livro prende-nos no jogo. A escrita é muito agradável, peculiar, ora poética, ora afiada em trocadilhos mordazes... um jogo de palavras habilmente construído que torna a leitura deliciosa.
A narrativa alterna entre cenas rápidas, detalhes minuciosos e um vaivém temporal que parece irrelevante ao início, mas que se revela essencial ao enredo. Há algo de cinematográfico, de espetáculo, que envolve e nos conduz à descoberta: “Aquilo que se vê nem sempre conta toda a história.”
Entre tensões presentes e raízes históricas, surgem críticas sociais, observações certeiras e notas incisivas sobre o mundo digital: “…não consegue evitar beber o fel no ecrã do telemóvel.”
E um aviso, sem tirar a cruz da cartola... quando sentirem que o enredo abranda, não se deixem enganar. É exatamente aí que o autor nos agarra sem aviso e nos empurra para entrar....
Recomendo vivamente!! Para uma primeira obra, está surpreendentemente sólida. Deixem-se levar por esta experiência e celebrem o que é português.
Este livro deixou-me curiosa desde o primeiro momento em que ouvi falar dele. Primeiro, trata-se de um novo autor português (ponto a favor)! Depois tem como personagem principal um mágico (inesperado e diferente). Por fim, o mote parte de um truque de magia que extravasa o mágico. Como não ficar interessada?
Assim que o comecei a ler, fiquei de imediato agarrada à narrativa e à escrita peculiar, mas tão boa! O tom deste livro é tão delicioso de se ler!
Zephiro é o nosso mágico. Ele irá apresentar o seu último espectáculo e quer um final de carreira em grande. Como tal muito planeou e treinou, para que fosse lembrado como um mágico incrível.
O dia chegou, o público selecto (o preço dos bilhetes assim o ditava) aguardava com ansiedade este espectáculo, que impunha como regra não entrarem telemóveis dentro do teatro.
Os três primeiros números foram um sucesso e tudo corria bem na quarta apresentação que iria fazer desaparecer uma pessoa do público para logo de seguida estar junto a Zephiro no palco, o que aconteceu conforme planeado levando a uma excitação adicional por parte do público. O que já não estava planeado foram os desaparecimentos seguintes que desencadearam uma avalanche de reações que Zephiro não sabe como controlar...
Intercalado com estes acontecimentos, teremos capítulos que no passado de várias personagens (ao longo da narrativa, as peças vão-se unindo, criando a explicação necessária). A partir daqui é desfrutar de uma construção muito bem conseguida, com uma explicação inesperada, mas plausível que acaba por levantar até uma questão bastante presente na nossa sociedade, sem que demos conta de imediato.
Adorei esta leitura, desde a escrita, incrível, principalmente para uma primeira obra, até ao desenrolar da acção, passando pelo humor e pelo sentido crítico do autor.
Vi a capa e li a sinopse deste livro e fiquei logo com as orelhas no ar! Comentei com as minhas psico! Foi directamente para a wish list! Confesso que o início até quase a meio do livro, foi muito lento e algo complicado de me conectar à história... Mas depois disto começa a levar-nos e conectamo-nos ao enredo e fica muito mais interessante! Amei o final... Amei! Um livro com temas difíceis como a pedofilia na Igreja, a morte, os problemas que a fama esconde, bullying, etc. Mas também nos dá amor, amizades, magia. As descrições que o autor nos dá dos horrores que se passam no Orfanato... desculpem, Colégio (inside "joke", ao lerem vão perceber), são de nos dar uma pontada no coração... Fiquei muito sensibilizada, triste, zangada... Viajamos por Braga (uma cidade que adoro!), entre o passado e o presente, entre o real e o irreal. A ilusão aqui apresentada não é sobre magia, mas sim uma ilusão emocional. A ligação entre as personagens, memórias. Considero um livro denso, pesado e inquietante, e andamos pelo livro sempre com sensações de dúvida e tensão. Aconselho a todos este primeiro livro de Pedro Miguel Ribeiro e irei de certeza estar atenta às futuras "ilusões" do autor!
Disclaimer: o Pedro ofereceu-me um caderno personalizado que muito prezo e portanto esta crítica não é 100% isenta.
Dificilmente poderia ser de qualquer forma. Comprei e li este livro enquanto encenava uma versão rock n roll com grupo de percussão de musicas do John Williams no palco do Theatro Circo. Comprei o livro e li-o antes de conhecer o Pedro, mas ele já me tinha ganho ao arriscar fazer uma história tão arrojada fora do conforto dos lugares conhecidos de uma Lisboa mil vezes retratada em literatura.
Levou-nos antes ao Gerês, a Viana, a Braga, ao meu Minho de onde vem todo o meu imaginário e paixão. E conseguiu fazer algo muito difícil, muito impactante para mim, que foi encontrar nesses sítios um espaço fundamental para fazer a sua história viver. As pessoas dele agem como as minhas, falam como as minhas, temem como as minhas e encontram o conforto e a calma como as minhas.
O enredo não o consigo minimamente explicar sem o estragar. Tendes mesmo que vos envolver na trama como eu me envolvi. Os passes de mágica que o Pedro foi deixando pelo livro também não os posso desvendar.
Mas posso-vos dizer uma coisa, mais simples: é um privilégio cair de paraquedas num momento da literatura nacional em que existem histórias assim, onde encontro os meus lugares e as minhas pessoas envolvidas em histórias tão singulares que não sei sequer ao que as comparar.
✨Um thriller um pouco diferente daquilo que estou habituada a ler, pois mistura o Thriller suspense com drama, com muitas emoções. ✨ Um livro cheio de gaps temporais que nos suscita ainda mais a curiosidade para teorizar sobre o enredo. ✨Logicamente com muitas alusões à vivência num orfanato, dirigido por padres, a mim causou-me muitos momentos de agonia e revolta, pois o autor conseguiu e bem, expôr nesta obra de ficção, a podridão, o terror em que as crianças viviam em instituições dirigidas por estes senhores supostamente da fé, do bem, do amor, da igreja. Shame on them. ✨E uma excelente capa, que nos diz muito.... ✨ Parabéns ao Pedro. Que continues ✨
"A Última Ilusão" é um livro magnífico. Uma autêntica ilusão para o leitor. Até terminar a primeira metade do livro nunca deixei de acreditar que seria uma dessas histórias fantásticas sobre o sobrenatural medonho que habita as grandes salas de Teatro, onde afirmam existir os mais hediondos fantasmas de sempre. Mas o autor iludiu-me. E muito bem. Mais não digo senão estragaria a belíssima leitura. É, de facto, um livro belo. A voz do autor é hipnotizante, melodiosa, cativante e a história arrepiante e genial. Uma história sobre mal-entendidos, sobre a ausência de bondade humana, sobre os demónios que habitam este mundo e que nos rodeiam. Uma história aterradora e que merecia ser lida por salas cheias de leitores/ espectadores.
Entrei no livro sem expetativas, sem ler a sinopse, conhecendo apenas a capa, que é como prefiro.
Acho que de início pode ser um pouco confuso, mas à medida que os anos avançam e as perspetivas se unem, começamos a perceber (ou a acreditar que percebemos) um pouco mais daquilo que nos levou a este dia fatídico. Acho que a grande revelação foi muito bem conseguida, apanhou-me completamente de surpresa ainda que já tivesse contectado alguns pontos sobre quem era quem.
Achei as temáticas tratadas de extrema importância, mas pessoalmente uma destas questões é um tema que eu pessoalmente evito, e acabou por me prejudicar a leitura (mas, novamente, é inteiramente escolha pessoal e acho que fez todo o sentido com a história).
Eu adoro livros com múltiplas perspetivas e linhas temporais, portanto a obra tinha tudo para correr bem, e acho que o conseguiu de uma forma muito interessante.
Achei as motivações um pouco rebuscadas, mas o trauma realmente pode levar as pessoas à loucura. O final foi dramático e impactante e fiquei genuinamente triste.
Por fim: não consegui, por nada, resolver o enigma que se verifica no fundo de algumas das páginas, acho mesmo que devia haver a resposta algures numa última página, mesmo que virada do avesso como se faz com as soluções das palavras cruzadas 😂
Este é o livro de estreia do Pedro Miguel Ribeiro, por mais que seja difícil de acreditar, dada a qualidade narrativa e de escrita. Desde a primeira página, ficamos intrigados por descobrir mais sobre esse desaparecimento e sobre quem é, afinal, Zephiro.
Dividido em várias temporalidades, o livro ganha profundidade tanto na construção da história como nas relações entre as personagens. O autor convida-nos a desvendar segredos e enigmas recheados de simbolismo, com referências bíblicas, mitológicas e uma presença constante do número 12.
Se procuram um thriller que vos agarre do início ao fim, vos leve a criar inúmeras teorias e, ainda assim, consiga surpreender com um final impactante ; este é o vosso sinal para o lerem.
Há livros que nos contam uma história. E há livros que nos devolvem uma cidade.
Como alguém que mora no distrito de Braga, que estudou e viveu na cidade, A Última Ilusão fez-me sentir em casa… não pela nostalgia, mas pela precisão com que capta a alma bracarense. Braga não é apenas o cenário: é personagem viva, pulsante, e isso torna tudo mais íntimo. Para quem conhece as ruas e o ritmo da cidade, a leitura torna-se ainda mais especial.
A narrativa é envolvente, muito cinematográfica. Há uma fluidez no enredo, uma cadência nos diálogos e uma construção de tensão que prende sem esforço. É como assistir a um filme em câmera lenta, cheio de detalhe emocional.
As personagens são memoráveis, reais nos defeitos e nas vontades, e atravessam temas fortes (alguns deles delicados) com um cuidado raro. Gosto especialmente de como as fragilidades são expostas sem dramatismo fácil. Estão lá, e por estarem, acrescentam humanidade.
Se por um lado esperava mais magia no sentido literal (sobretudo com um título como este), por outro, percebo que a ilusão é trabalhada de forma mais subtil. Está nos silêncios, nas sugestões, nos limites da realidade. E talvez seja essa a verdadeira magia do livro.
Mas o que mais me surpreendeu e encantou foi o código escondido ao longo de algumas páginas. Um detalhe inesperado, que eleva a leitura do comum ao quase interativo. De repente, deixamos de ser apenas leitores e passamos a ser cúmplices. E esse jogo discreto entre autor e leitor fez-me subir esta leitura de um 4 para um 5. Um gesto simples, mas absolutamente delicioso.
Uma história muito bem escrita, com um jogo de palavras, entoação e pontuação fenomenal que leva o leitor a "perceber" como deve interpretar cada palavra.
Ao longo da história recebemos bombons na forma de símbolos, o que nos leva a pesquisar qual o possível significado do mesmo.
Por último, não condicionando a interpretação da história, Pedro dá um desafio extra ao leitor em que a "chave" encontra-se num dos símbolos da história.
Uma história maravilhosamente urdida, acompanhada de uma escrita onde o humor e a sensibilidade pontuam o texto. (E ainda com um desafio aos leitores mais atentos e apaixonados por enigmas 😉)
A Última Ilusão, é aquele tipo de livro que você começa sem grandes expectativas e, de repente, percebe que está completamente envolvido. Os personagens são muito bem construídos, cheios de camadas, cheios de contradições e isso deixa tudo muito mais interessante. Eles não são previsíveis e, por isso mesmo, parecem reais. Você termina cada capítulo querendo entender melhor o que passa na cabeça de cada um.
E a escrita? É muito fluida. Nada de frases pesadas ou enroladas. O autor escreve de um jeito leve, natural, que te puxa sem esforço. Você lê alguns parágrafos e já está lá na frente sem perceber. É aquela leitura que simplesmente acontece. Li o livro em 2 dias.
No fim das contas, é um livro que te prende porque tem profundidade, mas não exige que você “lute” pra seguir. É envolvente, bem escrito e cheio de personagens que ficam na cabeça depois.
Se você quer uma leitura marcante, com pessoas complexas e uma narrativa que flui fácil, A Última Ilusão vale demais. Recomendadíssimo.
Bem que avalanche de emoção no final, não estava à espera de ser atropelada com amor, saudade, trauma, abusos e sei lá mais o que 😢 O plot é fantástico e as personagens têm tantas camadas que realmente só no fim é que realmente ligamos todos os pontos e percebemos tudo ! Adorei do meio para o fim sou sincera, o início foi lento pois não criei conexão com nada nem ninguém, mas valeu pelas revelações fantásticas do passado do Zephir! Muito bem construído e muito bem escrito parabéns (na minha cabeça, a certa altura, estava ‘aquele’ quadro com as imagens, os nomes e o fio vermelho que liga toda a trama 🤣)
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É um orgulho dizer que este autor é da minha família.
Uma história cheia de mistérios, com críticas à Igreja e à sociedade que é cúmplice por nada fazer e personagens complexos com passados complicados. E ainda com um toque de amor e amizade no meio.
Fiquei sempre curiosa para saber quais eram as respostas para as múltiplas perguntas que foram surgindo ao longo do livro e fico feliz por tudo ter sido explicado.
Um livro muito interessante, com uma linguagem espetacular e uma escrita incrível como se fosse um Eça de Queirós dos tempos modernos que escreve mistérios. Deixa o leitor a querer saber sempre mais e a sentir tudo profundamente.
Uma estreia imperdível de um autor que nos traz um livro com uma estrutura imensa e dá ao leitor várias emoções a sentir, além de o envolver neste livro. Temos suspense, temos magia, temos drama e temos toque de tópicos sensíveis. Isto com pequenos detalhes que faz o leitor tentar desvendar alguns segredos. Sem dúvida temos aqui um escritor promissor que nos deixa com curiosidade com o seu futuro.
"e se o melhor ilusionista da história fosse português?" Pois meus amigos, que thriller viciante. Li em menos de 48h e quando isso acontece já sei que é um 5 estrelas. Se este é o primeiro livro do Pedro, então não estou preparada para o que virá a seguir.
Escrita fluída, a alternância de cenas entre o passado e o presente, o mistério...e desculpando o termo 'fazer de nós palhaços'. Adoro ser surpreendida e sentir aquela sensação de querer ler rápido e perceber o que se passa.
Recomendo muito, vai para os meus favoritos do ano.
Ainda não sei se tenho palavras, porra, que livro, sabem aqueles livros que nos dão um nó no cérebro e ao mesmo tempo nos fazem ir de uma boa emoção para uma péssima? Aqui têm! 🫴🏼 A questão é, eu amei o livro, acho que já há algum tempo não lia um livro tão assoberbante, mas não sei se fui eu que acabei o livro ou ele comigo. 🫣😂
(...)
Aqui tens uma escrita diferente, requintada até, além de que há partes em que deixamos de estar perante prosa para passar a um diálogo guião de teatro/cinema. Há muito tempo que um livro não me metia os nervos em franja e me picava os miolos desta maneira.
Completamente aprovado, espero que gostem tanto como eu, é mesmo muito muito bom 😍
“Os grandes artistas são aqueles que impõem à humanidade a sua ilusão particular” (Guy Maupassant). O Pedro com este livro conseguiu impor a sua ilusão ao leitor. Sendo o seu primeiro livro do género, está no caminho certo para se posicionar como grande artista (escritor). É uma história bem conseguida com vários temas à mistura e em posições temporais distintas. Embora com capítulos, alguns longos, consegue captar a atenção do leitor. Faz viagens por lugares que, para quem os conhece, torna a leitura ainda mais agradável.
First and foremost, I must say that I know Pedro Miguel Ribeiro. He's been a colleague and a friend for a while, but before that I knew him through his work as a TV presenter, scriptwriter, etc. I can say he was someone I grew up watching, and meeting him in person did nothing to diminish the admiration I had (and still have) for him.
With A Última Ilusão, he's unlocked yet another skill: book author. Most likely, it was always there, it was just a matter of time before he made it public. I liked the story, the themes, the characters, and the way it plays with numbers and riddles. As I turned the pages, I could somehow (though I can’t quite explain why) recognize his style and way of thinking. At times, I could even hear his voice in my head, reading the story to me.
Tudo o que escrever aqui não fará jus ao que este livro me fez sentir. Começa logo no primeiro capítulo, o cenário (que me é familiar, tenho o Gerês aqui tão perto) é já por si diferente, e os acontecimentos causam estranheza e curiosidade. Depois, achei que todo o livro seria à volta da ilusão e do espetáculo. E é, mas de uma forma que eu não previ, de uma (des)humanidade e sentimento que me deixou no vazio ao ler as últimas páginas. É um livro sobre amor, sobre malícia, sobre um ser tão frágil que me fez querer entrar naquelas linhas e abraçá-lo.
Tudo o que acrescentar poderá ser um spoiler, pelo que me resta recomendar esta leitura. Estará nos meus favoritos de 2025, sem dúvida.
Nota: o livro tem alguns enigmas para resolver, o que exacerbou o meu entusiasmo. Genial.
Livro de estreia do Pedro Miguel Ribeiro, e um livro que consumiu totalmente a minha vida durante o espaço de tempo que o li. Este livro foi um livro bastante recomendado, por vários motivos, e que fez todo o sentido quando peguei nele para o ler. O maior ilusionista português leva-nos ao seu último espetáculo, em Braga, e num dos seus truques faz alguém desaparecer. E se essa pessoa nunca mais aparecer? Entrei no livro sabendo o mínimo possível sobre o mesmo, e isso enalteceu bastante a experiência, à medida que a história avança, e avançamos no tempo, torna-se impossível largar a leitura. Cheguei mesmo a um ponto que não conseguia pousar o livro por muito que o quisesse fazer. O livro conta também com bastantes referências que nos oferece um verdadeiro enigma. É um thriller um pouco fora da caixa, e que nos deixa a pensar se foi tudo uma ilusão, ou realidade. Acho que também é importante ressalvar que este livro é todo ele uma caixa de surpresas contendo também um enigma, com uma mensagem secreta para decifrar, que também me consumiu, porque adoro um bom puzzle. Se este é o seu livro de estreia, estou muito curiosa com o que nos vai presentear no futuro.
Este livro é arrebatador e qualquer crítica que seja aqui escrita não faz jus ao seu conteúdo. Sou fã incondicional de thrillers e este livro tem todos os ingredientes para nos deixar agarrados até à última página: Inúmeros “plot twists” que nos desarmam em vários momentos, saltos temporais muito bem articulados que nos relevam informações gradualmente e dão profundidade à narrativa, suspense, uma escrita irrepreensível (e que surpresa para um primeiro livro do autor!) e acima de tudo sobre a relação amor/ódio na espécie humana.
É um livro desconcertante de leitura obrigatória para quem gosta de thrillers. E quem não gosta, vai passar a gostar!
Adorei 😭😭😭 Uma história sobre o amor, sobre não largar a mão. Mas sobre tantas outras coisas que condenam estes amores. E tantas outras que poluem o mundo e entorpecem as almas. Prendeu-me do início ao fim. Desconcertante muitas vezes. As viagens no tempo foram perfeitamente conduzidas e nunca me senti perdida. As reviravoltas chocaram-me muitas vezes! Por favor, se assim for o seu desejo, continue a escrever, cá estarei para o ler.
P.s: se alguém tiver recomendações deste género, pls help a girl out! ❤️
Isto foi sem dúvida diferente de qualquer coisa que eu já tenha lido antes. Não diria que isto é um thriller, chamaria quase de drama psicológico, se é que isso existe.
A escrita do Pedro é maravilhosa, tanto na estrutura quanto no vocabulário. Gostei muito da forma como a história estava construída e como fomos descobrindo pedacinhos destes personagens pouco a pouco. Como é que o autor conseguiu misturar tantos tópicos de uma forma tão perfeita, esse sim é um verdadeiro mistério.
Um livro que aconselho vivamente. Um "Thriller" que vicia e que nos prende por querer saber cada vez mais das histórias pessoais das personagens e os "truques" por trás das ilusões. O título do livro aplica-se mesmo ao livro.
"E vê-se aprovada pelo like de um punhado de comparsas, ou pelo silêncio das multidões porque quem cala, consente: na rede social, a menos que comentemos contra, estamos a consentir."
Que livro impressionante, a forma como foi construída a história onde tudo no fim faz sentido. Fala daquele amigo.. Sempre com suspense em cada página,pensas e se fosse contigo ? Este livro aborda a magia das relações,fala de amor e das paixões. E além disso fala da confiança do ódio e da dor .
Por tudo isto vale a pena ler. Esta história tem de tudo e aconselho vivamente a não perder .
Magnífica obra de estreia literária de Pedro Miguel Ribeiro, que se lê de um fôlego. Sob o formato de thriller, o livro propõe ao leitor um conjunto de temas de importância fulcral como aquilo - ou aqueles - em quem confiamos, a fama e as suas consequências, e o mal que um ser humano consegue infringir ao seu semelhante. Brilhante!
Nunca escrevo reviews… Mas não podia deixar passar em branco. Foi daqueles livros que após ler a última página, fechei o livro, juntei-o ao peito, e fiquei a olhar durante uns 3 minutos para a parede á minha frente a contemplar tudo o que acabei de ler.
Acho que isso diz muito. Viciante, chocante, misterioso e muito mais!
Comprei sem saber do que se tratava, tudo por causa da capa e revelou-se uma agradável surpresa. Cheio de plot twists, um thriller absolutamente viciante e profundo que nos faz sofrer a par com as personagens.