Em Singularidade, o Astronauta investiga um buraco negro, mas o que era uma missão científica se torna uma aventura muito perigosa. E, desta vez, ele não está sozinho em sua nave! Depois de Magnetar, Danilo Beyruth continua sua releitura do herói espacial de Mauricio de Sousa.
Ação, aventura e suspense muito bem executados. O que não me agradou foi a personagem feminina, pensada sob a velha ótica de "garota indefesa que precisa ser salva". Sem falar que seu traje de astronauta foi desenhado como aqueles uniformes machistas das heroinas de HQ.
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Roteiro chato que virou uma preguiçosa fumaça cósmica!
“Singularidade” dá sequência ao mediano “Magnetar”, também desenvolvido por Danilo Beyruth. Lamentavelmente, não houve evolução. Muito pelo contrário. A poluição visual do anterior, resultante do excesso de meteoros, deu lugar - em boa parte da HQ - a fundos com degradê preguiçoso ou à onipresença de uma “fumaça cósmica” (OK, o movimento da matéria sendo atraída para o buraco negro) que só não ficou mais constrangedor que o próprio roteiro. Este, sim, deprimente, lotado de clichês de sci-fi.
Quem curte ficção científica vai encontrar uma história angustiantemente ruim. Percebe-se que o autor tentou fazer algo maior que sua capacidade e se perdeu. É o “Prometheus” brasileiro em quadrinhos. A história é curta e, mesmo assim, contém páginas e páginas de enrolação. Quadrinhos recheados com sonolentas e repetitivas cenas de ação. Uma enganação!
Se na edição passada a preguiça foi protagonista, ela reaparece ainda mais pegajosa. Fundos abstratos e caóticos que não contribuem para nada são somados ao indolente uso de “copy & paste” para repetir ilustrações (sem alterar um fio de cabelo de uma pra outra). Um enredo que deve ter recebido consultoria do Programa Espacial Boliviano combina perfeitamente com um show de horrores na qualidade dos diálogos. Sabe... era bem melhor quando o Astronauta estava sozinho.
Péssimo. Essa hq parece que foi criada por um adolescente em conflito com seus hormônios.
Não gostei muito do primeiro, mas esse segundo é bem pior. A trama é preguiçosa, cheia de clichês e hipersexualiza a mulher.
A pessoa se dá o trabalho de pesquisar sobre buracos negros, mas não sabe como é um uniforme de mulher astronauta? Fazer um collant marcando todas as partes dela, com cenas de duplo sentido, vide a página 34. Além dela só servir para ser a mocinha inútil que precisa ser salva.
I didn't love the 1st one but this one was a whole different experience.
I'm just going to say it: This felt like reading Jeff Lemire's Black Hammer.
YES! I SAID IT! 😅
Now, wait a minute... hold your forks. Let me explain.
The story is not a deep, it's definitely much simpler, but it felt good just the same. I wanted to be there with the Astronaut exploring space.
Even though this is based on Mauricio's character. The character itself, with the exception of the look, it's very different. It's a different spin. It's not even comparable to the original stories, in my opinion.
But that doesn't matter. Danilo took that character and created a really enjoyable story around it.
I definitely want to read more! Not only I was introduced to a good series, I was also introduced to a good author and I definitely want to read more from this guy now.
Um dos pontos fortes é a pesquisa do autor, que mais uma vez fez a lição de casa. Apesar de não ser o foco, o conteúdo científico da revista é bem acertado e funciona como um excelente cenário para a trama e um ótimo paralelo com o herói. As cenas de ação e aventura também estão bem resolvidas, despertando no leitor a emoção que se espera desse tipo de história. Também é muito fácil gostar do protagonista, não só por termos crescido lendo suas histórias, mas também por conhecermos cada vez mais esse "novo" Astronauta e o quão próximo ele pode ser de nossos próprios dilemas, ocasionalmente. A HQ entrega o que promete e, apesar de ter deixado em mim um sentimento de que poderia ser melhor, foi uma boa leitura. É muito bom ver um dos personagens que marcaram a minha infância ganhando mais profundidade e, o que é melhor, com essa cara de ficção científica pulp!
Mais um da série Graphic MSP que, na minha opinião, caiu a qualidade do roteiro do primeiro para o segundo volume ... (o outro, a que me refiro, foi "Laços")
Traços lindos, história legal, principalmente a parte científica, mas o estereótipo “personagem feminina gostosa louca pelo protagonista masculino” me deu uma bodeada.
Segundo álbum com o personagem Astronauta recriado por Danilo Beyruth, continua a aventura anterior de Magnetar (que, não sendo obrigatório, vale ler antes), ambas na série "Graphic MSP", as graphic novels dos Estúdios Maurício de Sousa. Nesta série, assim como já feito por outros autores (Uderzo e Goscinyy com Asterix, por exemplo), artistas convidados reinterpretam os personagens.
Este novo álbum, tão bom quanto o primeiro, continua a releitura, em grande estilo, com muita revisão, não apenas gráfica, mas conceitual, do personagem originalmente criado por Maurício de Sousa em 1963. Enquanto em Magnetar era o Astronauta em sua solidão no espaço, agora ele interage com outras pessoas, superiores, colegas de missão, etc. Excelente história de ficção científica, com destaques para as cenas do espaço e do buraco negro, assim como as da nave alienígena, e para a trama mais aventureira e menos especulativa.
Danilo Beyruth é profissional de arte do mercado publicitário, ilustrador e autor de "Necronauta", "Bando de dois", este, bastante premiado, e “São Jorge”, em dois volumes.
Ao final, os “Extras” que são um destaque em toda a série, com story boards, rascunhos e estudos de desenho e de capas, informações sobre o personagem original, reproduções de antigas tiras e páginas da história original, e ainda informações sobre o autor.
Verifique sempre que edição está adquirindo, existem duas para vários títulos: em capa dura ou em capa comum. A segunda em geral é mais em conta. Esta resenha foi feita a partir da versão de capa dura.
As publicações da série Graphic MSP (Volumes 1 a 10)
Reli, agora no Astronauta - Integral Vol. 1, e achei um tantinho decepcionante na releitura. Ainda bem que resolveram aumentar o número de páginas nas Graphic MSP, porque essa história se beneficiaria de um pouco mais de desenvolvimento. A Singularidade do título são várias coisas, como o próprio buraco negro da missão do Astronauta e ele mesmo. Astronauta é um ser humano singular, tanto por sua profissão quanto pela maneira como a encara, e é sim, apaixonante... para quem o lê! A única personagem feminina da história não precisava se apaixonar por ele. Aliás, qual o nome dela, mesmo? Doutora? Talvez faça sentido se o nome do personagem é Astronauta... Eu tenho algumas ressalvas com a disposição de umas páginas duplas, mas nada que atrapalhe muito a leitura. Apesar de ter mais críticas na releitura, vou manter minha nota 5 estrelas.
Even though the story is quite simple and expected, its constructed with much care. What really impressed me on the Graphic Novel is how Astronauta's origin story is maintained whilst keeping me very curious about how it went.
O traço do Danilo é muito bonito, as cores são fantasticas, o design das naves e especialmente o alienigena são muito muito muito fantasticos!! Achei muito legal que deixaram em aberto o propósito da nave, qual motivo ela teria pra estar ali? A criatura ja estava morta? Pensei que ela fosse uma espécie de túmulo pra esse alienigena. O jeito como a nave funciona também é muito legal. Porém a história infelizmente acabou sendo super fraca, esteriotipos de personagem super genericos e há muito tempo cansativos foram usados aqui; o homem do outro pais que não expoe suas verdadeiras intenções e veste um traje mais escuro e que mais tarde trai o protagonista, wow por essa reviravolta eu não esperava eim. A psicóloga que não tem personalidade ou propósito fora do personagem do protagonista, ela serve só como suporte, interesse romantico e que mais tarde precisa ser salva, nossa isso aqui me matou por dentro, torci o nariz. Não tenho nada a dizer sobre o Astronauta, ele é ok até, cabeça dura e persistente, as vezes irritante, só faço cara feia pra esse traço que vai do nariz até o maxilar dele que o Danilo faz, não é a dobrinha do sorriso, é um traço adicional, não sei pra que serve mas acho feio eim, o traje espacial dele tbm nossa senhora que bagulho feio, só o que salva é aquele mecha que ele usa depois, ai sim arrasou. Pelos desenhos muito bonitos e pelas cores fantasticas, design de trajes, naves e do alienigena, acho que vale a pena a leitura, só saiba que os personagens são extremamente superficiais e genericos.
Astronauta está passando por uma psicóloga por conta de sua última missão. Ele no entanto, não aceita que esteja com algum tipo de problema e garante está apto para o trabalho. Por conta de uma missão de investigar um buraco negro, ele acaba sendo liberado, mas sob supervisão da psicóloga. Assim, Astronauta, a psicóloga e um outro astronauta, chamado de Major, partem para o espaço. A missão seria de Major e do país que ele representa, enquanto nosso Astronauta seria mais um piloto que levaria a todos até o local desejado. Ao chegarem ao local, descobrem que o buraco negro em questão não é apenas um buraco negro como outro qualquer. Desconfiado de possíveis problemas e perigo, Astronauta quer ir embora e deixar o local como encontraram, mas Major não aceita e coloca a todos em perigo, inclusive a Terra. De todos os graphic que li até aqui desta coleção, este foi o que menos gostei. A forma como a psicóloga foi descrita e sexualizada não ficou de acordo com o enredo. Acho que o autor pecou nesta parte. De resto, nosso herói continua um lobo solitário do espaço.
Nessa segunda participação de Danilo Beyruth no selo MSP, o Astronauta continua a sua saga após o retorno do seu isolamento em sua primeiro aparição sob a tutela de Danilo.
Apesar de a arte ser muito bonito, não gostei, assim como no primeiro, do aspecto tão afastado do mundo lúdico das histórinhas que eu lia quando criança.
A direção de enredo em um aprofundamento da ficção científica fez com que a história me perdesse. Nunca fui um grande fã deste personagem, mas ainda assim acho que poderia ter algo que nos remetesse mais aos anos passados.
É uma releitura do personagem Astronauta do Maurício de Sousa feita pelo Danilo beyruth só que focada no realismo e na vida adulta do Astronauta.
A história é dark e cheia de camadas. Eu nunca imaginaria que o Astronauta se tornaria algo parecido com o personagem do Danilo, mas faz todo sentido. E nesse capítulo a solidão e as percas do Astronauta são explorados, assim como sua motivação. Afinal só sendo louco para arriscar a própria vida em toda missão no espaço, né?
Eu até gostei do conceito da história (bom, adoro histórias que se passam no espaço) e da arte, mas a personagem feminina (sem nome) me incomodou muito. Hipersexualizada, sem nome, se apaixona do nada (e nada profissionalmente) pelo Astronauta e tem de ser salva pelo herói no fim. Muito triste que tenha sido assim, sem isso a história seria muito melhor.
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A história não é ruim, mas nós já passamos da fase de usar personagens femininas unicamente como plot devices e fazer delas cascas sem personalidade, né? É tão absurdo que ela NEM NOME TEM. Roteiro deplorável.
Só não dei apenas uma estrela porque eu adoro a equipe de arte que trabalha na HQ, fizeram um ótimo trabalho. Simples e bonito.
voltei recente para esse universo e tô gostando demais! É incrível o como Beyruth dá complexidade a esse personagem sem tirar a sua essência. Ele também se esforça pra trazer conceitos reais e não fugir muito disso. Tem crítica a ganância de governos, até onde pode ir os limites da exploração. É um baita quadrinho e tá muito bem explicado porquê virou uma série tão longa
Outro presentão de aniversário! Se Magnetar já marcou época, Singularidade veio para expandir ainda mais o universo do Astronauta, um personagem que eu não gostava muito na versão dos gibis, mas que o Danilo Beyruth nos faz venerar. E não parou por aí, pq o Assimetria é também muito legal!
Interessante ver uma personagem da nossa infância com outra cara.
Porém, devido aos vários elogios que ouvi da série, confesso que eu estava esperando muuuuuito mais. O visual é interessante, mas o enredo é super raso.
desapontada. O primeiro por mais que seja redundante e não tenha nada de novo eu gostei, mas esse além de se perder na história e ter um final meia a boca tem um romance sem pé nem cabeça que enfia um beijo numa tentativa de ressuscitação, acabou tudo pra mim ali.