Primeiro romance publicado por Jane Austen, o clássico Razão e sensibilidade explora, com perspicácia, os dilemas da balança pouco equilibrada entre impulso e prudência. Após a morte do pai, Elinor e Marianne Dashwood são forçadas a abandonar o conforto da antiga casa da família e se adaptar a uma realidade nova e consideravelmente menos abastada. Jovens, solteiras e lançadas em um mundo onde o casamento é o destino mais seguro para uma mulher, as irmãs Dashwood precisam desbravar, cada uma à sua maneira, os altos e baixos das convenções sociais. No entanto, ao passo que Elinor é marcada pela razão, Marianne entrega-se aos impulsos sem medir consequências. Publicado anonimamente em 1811, Razão e sensibilidade lança as bases da literatura de Jane Austen e carrega os traços que definiriam, dali em diante, sua crítica social, ironia e uma profunda análise sobre nossos desejos mais íntimos. A edição da Antofágica conta com tradução inédita de Isadora Prospero e mais de 60 ilustrações da artista Greta Coutinho. A apresentação é assinada pela jornalista e apresentadora Marcela Ceribelli, que fala sobre as pressões sociais e os papéis tradicionalmente reservados às mulheres. Nos posfácios, Maria Clara Pivato Biajoli, professora de Literatura Inglesa na UNIFAL-MG, aprofunda as complexidades das protagonistas da trama e o sentido da "sensibilidade" no título; inspirada pelas personagens do livro, a escritora Liana Ferraz reflete em um ensaio as liberdades e responsabilidades das mulheres ontem e hoje; e Adriana Sales, professora do Cefet-MG, discute como os romances da autora têm sido reimaginados em adaptações para o audiovisual e em recriações literárias contemporâneas. O QR Code na cinta direciona a duas videoaulas sobre o livro, disponíveis no YouTube, com Marcela Santos Brigida, professora e doutora em Literatura Inglesa pela UERJ.
Jane Austen was an English novelist known primarily for her six novels, which implicitly interpret, critique, and comment upon the English landed gentry at the end of the 18th century. Austen's plots often explore the dependence of women on marriage for the pursuit of favourable social standing and economic security. Her works are an implicit critique of the novels of sensibility of the second half of the 18th century and are part of the transition to 19th-century literary realism. Her deft use of social commentary, realism and biting irony have earned her acclaim among critics and scholars.
The anonymously published Sense and Sensibility (1811), Pride and Prejudice (1813), Mansfield Park (1814), and Emma (1816), were a modest success but brought her little fame in her lifetime. She wrote two other novels—Northanger Abbey and Persuasion, both published posthumously in 1817—and began another, eventually titled Sanditon, but died before its completion. She also left behind three volumes of juvenile writings in manuscript, the short epistolary novel Lady Susan, and the unfinished novel The Watsons. Since her death Austen's novels have rarely been out of print. A significant transition in her reputation occurred in 1833, when they were republished in Richard Bentley's Standard Novels series (illustrated by Ferdinand Pickering and sold as a set). They gradually gained wide acclaim and popular readership. In 1869, fifty-two years after her death, her nephew's publication of A Memoir of Jane Austen introduced a compelling version of her writing career and supposedly uneventful life to an eager audience. Her work has inspired a large number of critical essays and has been included in many literary anthologies. Her novels have also inspired many films, including 1940's Pride and Prejudice, 1995's Sense and Sensibility and 2016's Love & Friendship.
Eu lembro que li esse livro aos 19 anos e era um dos meus livros favoritos, mas relendo... acredito que seja, até agora, um dos livros mais fracos da Jane Austen.
A Marianne é uma das personagens mais chatas que tem. Eu entendo que no final do livro, como é comum nas histórias da Jane, ela tem a redenção. Mas ela passa 95% do tempo sendo insuportável, então mesmo quando ela sofre, não consigo criar empatia por ela.
Sinceramente, eu falo que o Coronal Brandon é bom demais para a Marianne. Ele era bem melhor com a Elinor. Os dois se davam bem, eram amigos... enfim, mas adorava também a Elinor e o Edward, já que somos pessoas tímidas desejo que ele seja feliz 🙏
Enfim, no geral, o livro é bem mediano kkkk não tem tanta crítica à sociedade inglesa quantos nos outros e gostei apenas de 3 personagens, os outros eram bem irritantes. Também fiquei decepcionada porque esse livro não estará mais na minha lista de livros favoritos 🥹. Eu lembrava dele com tanta felicidade.
Admito que eu esperava mais desse livro, não é um livro ruim e tem personagens amáveis como a elinor e a senhora jennings, porém o livro é muito arrastado e muito demorado com coisas desnecessárias, o final foi bom com todos felizes porém foi um final muito apressado e rápido, destoando de todo o livro e deixando as explicações corridas. No geral é um livro bom.
Bela história, mas acho que falta algo para pegar a essência completa que este livro poderia passar com sua leitura. Gosto muito de Jane Austen e não achei ruim, mas é o mais fraco da autora.