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Ganá más, viví mejor

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Una guía honesta para mejorar tus ingresos de forma realista, sin fórmulas mágicas

¿Estás cansado de las promesas vacías y las fórmulas mágicas que nunca funcionan? En Gana más, viví mejor,Rodrigo Álvarez Langon — responsable del podcast referente de la educación Neurona Financiera— te ofrece una guía práctica y sincera para aumentar tus ingresos de manera realista y sostenible. Este libro no solo te proporcionará estrategias efectivas para mejorar tu situación financiera, sino que también te ayudará a descubrir y superar las barreras mentales que te impiden alcanzar tu máximo potencial.

Con un lenguaje, simple, amable, didáctico, con humor y lleno de ejemplos de la vida cotidiana estas páginas te acercarán estrategias, hábitos y conductas que te ayudarán en construir tu propio camino financiero.

Un libro que abarca los más amplios escenarios de tu situación financiera y que te servirá de apoyo desde cómo construir un buen currículum hasta qué debés tener en cuenta para validar tu negocio; desde explotar tu lado creativo para generar y potenciarte a vos como marca.

Con este libro disfrutá, aprendé y mejorá tu camino en las finanzas personales.

175 pages, Kindle Edition

Published July 16, 2025

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About the author

Rodrigo Alvarez

31 books10 followers
“Sem sorte, melhor nem sair de casa”, costuma dizer Rodrigo Alvarez. O acaso pode até ter sido generoso com o repórter no início de sua carreira, mas de pouco adiantaria isso não fosse também sua iniciativa e ousadia – e ele também foi um dos jornalistas de TV que mais souberam usar a seu favor as novas tecnologias digitais. Rodrigo Nascimento Alvarez nasceu em 8 de junho de 1974, no Rio de Janeiro. Formou-se em jornalismo pela PUC e fez pós-graduação em negócios no IBMEC. Sua ideia quando entrou para a faculdade, porém, era ser escritor; até o sexto período, quando colegas de faculdade o convenceram a fazer uma prova para a Globo News, que estava para ser inaugurada. “Eu não queria, mas elas insistiram muito. E no fim do longo processo de seleção, acabei passando. Passaram sete pessoas de fora da Globo”, conta.

Alvarez foi contratado como editor de imagens pouco antes de a nova emissora entrar no ar, no dia 15 de outubro de 1996. Exerceu a função até 1999, no Jornal das Dez, quando virou repórter da madrugada e deu o seu primeiro furo – durante a realização da Cimeira do Rio de Janeiro, que reuniu Chefes de Estado da América Latina, Caribe e União Europeia. “Eu dei a sorte de entrevistar Fidel Castro. Ele estava no hotel com o Hugo Chávez, que ninguém conhecia direito na época, e só eu e um repórter argentino ficamos esperando até ele sair do quarto, às 5h. Ficamos meia hora entrevistando o Fidel. Acabou que entrou no Jornal Nacional”. Era a primeira vez que Cuba participava deste tipo de encontro.

No ano seguinte, o repórter vendeu seu carro e comprou uma câmera, foi para a Califórnia durante as suas férias e produziu, sozinho, uma série de reportagens sobre o Vale do Silício. “Entrevistei 30 daqueles jovens que criavam empresas de internet, inclusive os fundadores do Google, quando eles não eram conhecidos. Pouco depois, a Bolsa Nasdaq entrou em crise, foi a semana da bolha da internet. Então, o meu material se tornou atualíssimo”, lembra.

Ainda no Jornal das Dez, registrou o naufrágio da plataforma P36 da Petrobras, em Macaé, no Rio de Janeiro, em 2001. “A Globo News foi a única televisão que gravou as imagens, que depois foram para o mundo. Na época, disseram que era o único registro de uma plataforma afundando em alto-mar que já tinha sido feito”. Novamente, viajou sozinho, na virada de 2001 para 2002, desta vez à Europa, para produzir uma série de reportagens sobre a implantação do Euro. “Acompanhei a chegada das notas e das moedas, fisicamente, a Portugal, Alemanha e Itália. Na virada do ano, eu estava em Berlim e entrei ao vivo, por telefone, no Jornal das Dez, contando como os alemães haviam recebido a nova moeda”. A partir daí, especializou-se de vez em reportagens internacionais; logo depois, fez parte da equipe da emissora que cobriu a Copa do Mundo do Japão e da Coreia do Sul, em 2002.

Em 2006, tornou-se correspondente da Globo em Nova York. Sua primeira grande cobertura foi a do massacre na Universidade de Virgínia, em abril de 2007, quando o estudante Cho Seung-Hui matou 32 pessoas e se suicidou. O repórter e o cinegrafista Orlando Moreira foram os primeiros a entrar com uma câmera escondida no dormitório onde os crimes haviam ocorrido. Para o Jornal da Globo, fez uma série de reportagens sobre a fronteira do México com os Estados Unidos. “Foi no momento em que estava se construindo o muro entre os dois países. O México estava começando a ficar violento, roubaram nossa câmera”, conta. Depois, foi para a Califórnia. “Eu sempre busquei a possibilidade de fazer as coisas de maneira mais independente do padrão. E acabou que lá eu me fixei no Fantástico. Acho que o perfil de repórter que tenho hoje se consolidou na Califórnia”, diz.

Durante a cobertura das eleições americanas de 2008, ele e o cinegrafista Sérgio Telles viajaram pelo país de carro, percorrendo 18 estados, um por dia. “O objetivo era mostrar o que americanos diferentes pensavam das eleições. Fomos a uma cidade fantasma em Nevada que

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