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Moby Dick

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Seeking adventure at sea, young Ishmael joins the crew of a whaling ship. Soon, however, he finds that he's gotten more than he bargained for. The captain, having lost his leg to a whale he calls Moby Dick, is crazed with revenge and gives little thought to his crew's safety. This is the story of how one man survives the vicious struggle between a determined hunter and a spirited animal!

Hardcover

Published January 1, 1995

27 people want to read

About the author

Herman Melville

2,449 books4,565 followers
There is more than one author with this name

Herman Melville was an American novelist, short story writer, and poet of the American Renaissance period. Among his best-known works are Moby-Dick (1851); Typee (1846), a romanticized account of his experiences in Polynesia; and Billy Budd, Sailor, a posthumously published novella. At the time of his death, Melville was no longer well known to the public, but the 1919 centennial of his birth was the starting point of a Melville revival. Moby-Dick eventually would be considered one of the great American novels.
Melville was born in New York City, the third child of a prosperous merchant whose death in 1832 left the family in dire financial straits. He took to sea in 1839 as a common sailor on a merchant ship and then on the whaler Acushnet, but he jumped ship in the Marquesas Islands. Typee, his first book, and its sequel, Omoo (1847), were travel-adventures based on his encounters with the peoples of the islands. Their success gave him the financial security to marry Elizabeth Shaw, the daughter of the Boston jurist Lemuel Shaw. Mardi (1849), a romance-adventure and his first book not based on his own experience, was not well received. Redburn (1849) and White-Jacket (1850), both tales based on his experience as a well-born young man at sea, were given respectable reviews, but did not sell well enough to support his expanding family.
Melville's growing literary ambition showed in Moby-Dick (1851), which took nearly a year and a half to write, but it did not find an audience, and critics scorned his psychological novel Pierre: or, The Ambiguities (1852). From 1853 to 1856, Melville published short fiction in magazines, including "Benito Cereno" and "Bartleby, the Scrivener". In 1857, he traveled to England, toured the Near East, and published his last work of prose, The Confidence-Man (1857). He moved to New York in 1863, eventually taking a position as a United States customs inspector.
From that point, Melville focused his creative powers on poetry. Battle-Pieces and Aspects of the War (1866) was his poetic reflection on the moral questions of the American Civil War. In 1867, his eldest child Malcolm died at home from a self-inflicted gunshot. Melville's metaphysical epic Clarel: A Poem and Pilgrimage in the Holy Land was published in 1876. In 1886, his other son Stanwix died of apparent tuberculosis, and Melville retired. During his last years, he privately published two volumes of poetry, and left one volume unpublished. The novella Billy Budd was left unfinished at his death, but was published posthumously in 1924. Melville died from cardiovascular disease in 1891.

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207 reviews
October 1, 2024
“Os verdadeiros amigos compartilham as tristezas de seus corações com o mesmo carinho com que dividem suas alegrias.”
Herman Melville/ Moby Dick
A frase "Os verdadeiros amigos compartilham as tristezas de seus corações com o mesmo carinho com que dividem suas alegrias", retirada da obra “Moby Dick” de Herman Melville, revela uma visão profunda sobre a natureza da amizade e suas implicações emocionais e éticas. O trecho, além de poético, contém uma reflexão sobre a reciprocidade afetiva e a intimidade entre seres humanos, mostrando que as relações autênticas são forjadas não apenas nos momentos de felicidade, mas, talvez com mais força, nos momentos de sofrimento compartilhado.
A Dualidade da Amizade
Melville, em “Moby Dick”, explora a complexidade das relações humanas em meio a um contexto de isolamento e desafios existenciais que permeiam a jornada de caça à baleia. A tripulação do Pequod, composta por homens de origens diversas, encontra-se unida por uma missão comum, mas é na convivência diária, nas lutas internas e externas, que emergem as verdadeiras dinâmicas de amizade e solidariedade. A frase em análise revela a dualidade essencial de qualquer amizade genuína: a partilha tanto das alegrias quanto das dores.
Na visão de Melville, um verdadeiro amigo é aquele que está disposto a dividir não apenas os momentos de celebração, mas também a carga emocional das dificuldades, perdas e sofrimentos. A capacidade de compartilhar tristezas com carinho implica uma profundidade de compreensão mútua e aceitação, onde a empatia e o respeito pelo sofrimento do outro tornam-se elementos centrais. O vínculo de amizade é, portanto, algo que vai além de uma simples conveniência social ou troca superficial de companheirismo, envolvendo uma conexão mais profunda, que exige coragem e vulnerabilidade.
O Papel da Vulnerabilidade
Este trecho também toca em um tema essencial nas relações humanas: a vulnerabilidade. Compartilhar tristezas é, de certa forma, uma exposição de fraqueza, um ato que requer confiança e coragem. No entanto, é justamente nesse ato de vulnerabilidade que as amizades verdadeiras se consolidam. Melville sugere que a força de uma amizade reside na capacidade dos amigos de se apoiarem mutuamente nos momentos de dor. Essa partilha não é apenas um alívio para o sofrimento, mas uma forma de demonstrar o cuidado e o carinho, valores fundamentais em qualquer relação significativa.
Em “Moby Dick”, as relações entre os personagens, especialmente entre Ismael e Queequeg, ilustram esse princípio. Ismael, um homem de mente aberta, inicialmente estranha o comportamento e a aparência do exótico Queequeg, mas rapidamente desenvolve um forte laço de amizade com ele, que transcende suas diferenças culturais e de valores. A camaradagem entre eles é moldada tanto pela aventura compartilhada quanto pela aceitação mútua de suas vulnerabilidades, especialmente em momentos de perigo e incerteza, como a dura realidade da caça à baleia e o enfrentamento das forças indomáveis da natureza.
A Amizade em Meio à Adversidade
Outro aspecto que emerge desse trecho é a ideia de que a verdadeira amizade se revela em tempos de adversidade. Na obra de Melville, a caça à baleia não é apenas uma metáfora para os desafios épicos enfrentados pelo homem, mas também um ambiente que testa os limites da resistência emocional e física dos indivíduos. Em tais circunstâncias extremas, os vínculos de amizade se tornam mais evidentes, já que é na adversidade que a autenticidade das relações é testada.
Melville aponta que compartilhar alegrias é algo natural e muitas vezes até fácil, pois a felicidade tende a aproximar as pessoas. No entanto, compartilhar tristezas exige uma forma mais profunda de conexão e compromisso. Os verdadeiros amigos não fogem da dor alheia, mas a acolhem, tratando-a com o mesmo cuidado com que celebram as vitórias e as conquistas. Essa capacidade de empatia e solidariedade fortalece os laços humanos, transformando a amizade em um refúgio contra as vicissitudes da vida.
A Ética do Cuidado e a Humanidade em “Moby Dick”
A reflexão sobre amizade também se conecta a um tema mais amplo que Melville desenvolve em “Moby Dick”: a ética do cuidado. Em um mundo frequentemente dominado pela competitividade, egoísmo e obsessão (como exemplificado pela busca implacável do Capitão Ahab pela baleia branca), a amizade verdadeira emerge como um contraponto, uma alternativa ética baseada no cuidado, na partilha e na compaixão. A noção de compartilhar tristezas "com carinho" sugere que a amizade verdadeira não é simplesmente uma transação emocional, mas um ato de cuidado desinteressado, em que o bem-estar do outro é colocado em primeiro lugar.
Essa abordagem humaniza os personagens, lembrando ao leitor que, apesar da brutalidade do ambiente em que estão inseridos, existe uma necessidade inerente de conexão e apoio mútuo. É essa capacidade de se preocupar com o outro que define o que há de mais nobre no ser humano. Melville, ao destacar a importância de se compartilhar tanto as alegrias quanto as tristezas, promove uma visão de amizade como um elemento essencial para a sobrevivência emocional e espiritual em um mundo marcado pela incerteza e pela dor.
Conclusão
A frase de Herman Melville sobre a partilha das tristezas com carinho revela uma visão sensível e filosófica sobre a natureza da amizade e a condição humana. Em “Moby Dick”, Melville explora a amizade como um dos valores mais profundos e resilientes que o ser humano pode cultivar em um mundo repleto de desafios e adversidades. A verdadeira amizade, segundo ele, é marcada pela capacidade de compartilhar tanto as alegrias quanto as tristezas, reforçando que a autenticidade e a profundidade das relações humanas residem na empatia, na vulnerabilidade e no compromisso de cuidar um do outro. Através dessa reflexão, Melville eleva a amizade a um princípio ético que transcende o individualismo e a indiferença, propondo uma visão de humanidade centrada no cuidado mútuo e na solidariedade.
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221 reviews34 followers
March 18, 2023
An old times book of a life on the sea, the whale ahs stolen a leg and the mad captain is bent on gaining her revenge. on this death search who will survive? the whale, or the captain and his crew?
83 reviews10 followers
November 27, 2013
This felt too shortened. J really enjoyed the story, but it felt to chopped short for me to get much enjoyment out of it.
Displaying 1 - 4 of 4 reviews

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