Depois de dias agonizantes, uma mãe reencontra seu filho, desaparecido misteriosamente no parque da cidade. Mas o que parecia ser o fim de um pesadelo, se mostra apenas o início de um pavor ainda maior, afinal, ela alega que o garoto encontrado não é o seu filho.
A criança tem a mesma aparência que o menino, até então, desaparecido. Entretanto, a mãe reforç apesar de ser igual, tem algo diferente e perturbador. Intrigada com a denúncia, a delegada responsável pelo caso volta a investigar. O que parece ser o dilema de uma mente perturbada pelo trauma, se transforma em uma rede de eventos sombrios interligados ao ponto turístico da cidade. A cada depoimento, uma nova peça de um quebra-cabeças macabro aparece, desafiando todas as crenças e os pilares do que acreditamos ser a realidade.
Não é meu filho é um conto de suspense e terror psicológico que mergulha na psiquê humana, na fragilidade das certezas e os perigos ocultos sob a superfície do cotidiano.
Meu segundo contato com a escrita do autor e devorei a leitura, presa a cada movimento!
O conto vem com um viés investigativo, que já é uma marca registrada do autor, mas com uma pitada a mais: o terror. E é aquele terror sutil, leve, que vem se encaixando e arrepiando todos os pelinhos do braço e toda a espinha!
Repleto de reviravoltas, chance de teorias e um final totalmente inesperado para um conto de terror, mas mesmo assim, muito bem contado!
Quero e preciso de mais do autor no âmbito do terror, porque talento não falta! Bruno de Deeeeus, que conto foi esse???
Eu gostei, bastante. É um tipo de leitura rápida que deixa um pouco em dúvida a identidade e o relacionamento da família. A tenção generada é continúa, da vontade de lir tudo pra saber o que acontece ao final. recomendo muito!