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Boca do Inferno

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Boca do Inferno é uma composição de peças humorísticas com a assinatura inconfundível de Ricardo Araújo Pereira. Das crónicas que pervertem os assuntos mais banais às que colocam na berlinda políticos de ponta, o traço comum é uma ironia certeira, um olhar sempre inesperado, que nos surpreende de cada vez que julgamos nada mais haver para inventar.
No Posfácio Relativamente Interessantíssimo, de Manuel Rosado Baptista, pode ler-se: "Falar deste conjunto de crónicas de Ricardo de Araújo Pereira é, acima de tudo, perder tempo. Nada se poderá dizer delas que o leitor não descubra logo à primeira leitura - ou ainda antes. No entanto, poucas coisas serão mais estimulantes para os ociosos do que uma tarefa fácil."

294 pages, Paperback

First published January 1, 2007

24 people are currently reading
374 people want to read

About the author

Ricardo Araújo Pereira

35 books617 followers
Filho de um piloto da TAP, Artur Álvaro Neves de Almeida Pereira, e de uma assistente de bordo, Emília Rita de Araújo, foi aluno de colégios de freiras vicentinas, franciscanos e jesuítas até se licenciar em Comunicação Social e Cultural, na Universidade Católica Portuguesa. Seguiu-se o trabalho como jornalista, na redacção do Jornal de Letras, Artes e Ideias.

De seguida tornou-se argumentista da agência de criadores Produções Fictícias, tendo sido co-autor de vários programas de sucesso do humor português, entre eles Herman 98 e Herman 99 (RTP, 1998 - 1999), Herman SIC (2000 - 2005), O Programa da Maria (SIC, 2001), Hermandifusão Portuguesa (RDP, 1999 - 2001), as crónicas Felizes para Sempre, no semanário Expresso e As Crónicas de José Estebes, no Diário de Notícias, entre outros.

Por volta de 2003, depois das primeiras aparições na televisão, designadamente no programa de humor stand-up comedy, Levanta-te e ri, na SIC, e criando, já ao lado de Zé Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis, várias rubricas no programa de Nuno Markl, O Perfeito Anormal, na SIC Radical, dá arranque ao projecto Gato Fedorento, cujo colectivo se tornou uma referência do humor português contemporâneo.

A equipa assinou várias séries do programa Gato Fedorento, na SIC Radical (Série Fonseca, Série Meireles e Série Barbosa), e depois na RTP1 (Série Lopes da Silva). Também na RTP1 apresentou Diz Que é Uma Espécie de Magazine em 2007, para de seguida voltar à SIC, com Zé Carlos, em 2008, e Gato Fedorento: esmiúça os sufrágios, em 2009. Na internet os humoristas mantêm o blogue homónimo, onde Ricardo Araújo Pereira assina as suas entradas com as iniciais RAP. Teve ainda várias aparições no programa de humor da SIC, Levanta-te e Ri, onde mostrou por várias vezes os seus dotes no stand-up.

Actualmente escreve todas as semanas no jornal A Bola e na revista Visão. Na TSF integra o painel do debate Governo Sombra, com Pedro Mexia e João Miguel Tavares.

As personagens de Ricardo Araújo Pereira, que encontram eco na actualidade política, desportiva ou social, destacam-se pelos tiques que «saltam» para a rua (como acontecia com as criações de Herman José) e são absorvidos em regime multi-geracional, alimentando campanhas publicitárias de sucesso.

É co-autor do livro O Futebol é Isto Mesmo (ou então é outra coisa completamente diferente) e do disco O disco do Benfiquista, naturalmente. Compilou as suas melhores crónicas da revista Visão nos livros Boca do Inferno e Novas Crónicas da Boca do Inferno. Com Pedro Mexia realizou uma adaptação da peça de teatro Como Fazer Coisas com Palavras, do filósofo inglês John Austin, que também interpretou, no Teatro São Luiz em 2008.

É casado com a produtora de rádio Maria José Areias, com quem tem duas filhas, Rita e Maria Inês. Vive na Margem Sul, Quinta do Conde, e gosta de afirmar que é o sócio nº 17 411, do Sport Lisboa e Benfica, clube de que é adepto fervoroso. Foi militante do Partido Comunista Português, partido que veio mais tarde a abandonar. Continua, porém a afirmar-se como "Marxista não Leninista".

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Community Reviews

5 stars
133 (16%)
4 stars
373 (46%)
3 stars
256 (31%)
2 stars
36 (4%)
1 star
4 (<1%)
Displaying 1 - 30 of 31 reviews
Profile Image for Maria Espadinha.
1,162 reviews518 followers
February 22, 2018
A Lingua Viajada De RAP


Quem é RAP?

É um cronista português com especial predilecção pela palavra 'quão', que já surgiu na capa do Expresso (para grande espanto e inveja de Mozart) e que se auto-intitula "O Maior" -- passe o eufemismo!

A língua acutilante de RAP adora viajar. Enfia por ruas e ruelas da Sociedade Lusófona, não falhando os becos. Vai a tudo e todos, sem que nada lhe escape!...
Dos locais visitados recolhe abundantes souvenirs que partilha generosamente com os fãs que o aguardam ansiosamente na Boca do Inferno para os desfrutar com deleitadas gargalhadas!

Obrigada Ricardo :)
Profile Image for Lúcia Parreira.
98 reviews54 followers
March 6, 2024
É um livro com o humor, muito irónico e sarcástico. É bom para darmos umas boas gargalhadas ao estilo do R.A.P.😀😀😀
Profile Image for Maikeru.
28 reviews
January 8, 2012
Este livro é uma colectânea das crónicas escritas pelo Ricardo Araújo Pereira para a revista Visão entre 2004 e 2007 e é, portanto, um livro que trata os assuntos desses anos, o que nos pode deixar um bocado deslocados no caso de não estarmos a par dos assuntos em questão. No entanto na maioria das vezes entende-se facilmente o que está na mesa, assim como a critica do RAP.

Em relação às crónicas propriamente ditas são na minha opinião uma leitura refrescante, interessante e com um humor tremendo, típico do autor. É acima de tudo um conjunto de criticas a tudo e todos feitas de um modo inteligente com um humor descarado e sem escrúpulos.
Um livro fácil de ler e que proporciona uns bons momentos de riso.
Profile Image for Lilibeth Teixeira.
88 reviews28 followers
September 3, 2015
Acho que nunca tinha lido um livro de crónicas. Mas gostei.
Ricardo Araújo tem um grande sentido de humor ao tratar de problemas graves do nosso dia-a-dia.
Apesar de ter rido imenso com este livro não foi nada demais. Por isso as 3 estrelas.
Profile Image for Tomás  Ferreira .
44 reviews3 followers
April 29, 2024
Na verdade, como é dito no Posfácio Relativamente Interessantíssimo presente no livro "(...) vale a pena observar com particular cuidado a forma absolutamente brilhante como, ao longo de todo o livro, Araújo Pereira consegue camuflar que, na verdade, não tem nada para dizer". E é isso. O Ricardo consegue escrever e discorrer de coisas que muito sinceramente não interessam a ninguém, desde a lírica em Tony Carreira até à anormal falta de carisma de Santana Lopes. A diferença é que o faz de uma maneira que leva o comum mortal (qualquer leitor) a dar por si a reparar no absurdo e cómico de tantas coisas que nos passam despercebidas à luz da pressa do dia a dia. Isto, claro, sem nunca abdicar da linguagem comicamente cara que se usa para descrever tudo o que aparece no livro.

Esta coleção de crónicas é escrita entre os anos de 2004 e 2007, sendo que exige algum conhecimento de cultura já "pop" nacional para se entender alguns dos assuntos e entrar no humor do livro. E, quando se entra, ganha-se uma leitura leve, muito divertida e acessível a qualquer verdadeiro amante do humor.

É por estas e por outras que o Ricardo se tem afirmado como a maior referência do humor nacional neste século (o que não é difícil, assumindo que o século só tem 24 anos).
Profile Image for Sei Da relva.
3 reviews
February 21, 2013
Objectivo: descrever este livro numa só frase.

1ª tentativa: «Conjunto de crónicas escritas pelo melhor criador humorístico português desde Gil Vicente.»

Feito.

Profile Image for Barbara Maidel.
109 reviews44 followers
July 8, 2023
UM POUCO ALIENÍGENA PRA BRASILEIROS, MAS DIVERTIDO

Foi o terceiro livro que li de Ricardo Araújo Pereira (um livro difícil de achar pra comprar, aliás). Também acompanho há anos suas colunas na Folha. As colunas na Folha são mais palatáveis do que os textos selecionados neste Boca do inferno (2007?): primeiro porque tratam de assuntos e pessoas que são conhecidos dos brasileiros, segundo porque parece que o humorista “abriu” seu estilo (não sei se pra ficar mais acessível ao Brasil ou se no todo). Aqui, no capítulo “Meditações políticas”, por exemplo, o autor acaba falando de muitos personagens que desconhecemos. Embora ainda assim consiga fazer rir em alguns momentos, faz falta saber de quem ele está zombando.

Seguem alguns trechos pra captar as maneiras de Araújo Pereira (mantive a ortografia do português de Portugal):

Em duas páginas de entrevista, César das Neves usa cinco vezes a palavra deboche e condena o aborto, o preservativo, a homossexualidade, a masturbação e tudo que, de um modo geral, ele calcula que possa dar prazer a alguém.

*

Conhecem aquela espécie de intelectual que trata temas complexos numa linguagem acessível a todos? Não aprecio. Mas o meu coração bate mais forte quando se fala em Luís Freitas Lobo, colunista do Público, que faz o contrário: fala de um tema acessível a todos numa linguagem que ninguém entende. Isso é que é verdadeiramente prodigioso.

*

Nada tenho contra os autodidactas – antes pelo contrário. Um autodidacta é, como todos sabemos, um indivíduo que se instrui a si mesmo. O problema é que Rosa Casaco, como é óbvio, teve um péssimo professor. Foi azar. Isto da autodidáctica é como a escola: é preciso ter a sorte de apanhar um bom mestre.

*

Vasco Pulido Valente inventou uma extraordinária técnica para escrever crónicas. Primeiro, põe-se a imaginar: “O que é que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso pensaria sobre este assunto?” Depois, senta-se e escreve exactamente o contrário. Como escreve sem erros e sabe coisas sobre o século XIX, as pessoas vão fingindo que não percebem que o truque é banal e antigo.

*

Há toda uma superioridade linguística que também achincalha. Na maior parte dos casos, os empregados de café corrigem subtilmente o fraseado dos nossos pedidos. Quem me dera ter um euro por cada vez que mantive este diálogo com um empregado:
Eu: Queria um café.
Ele: Deseja uma bica?
Repare-se que, na minha frase, nem uma palavra se aproveita. É impossível não sentir embaraço por termos dito que queríamos um café quando, na verdade, o que se passa é que desejamos uma bica.

*

Quando este repórter entrou em Amarante, encontrou uma cidade envergonhada. Os amarantinos sabiam que tinham procedido mal. Com alguma relutância, alguns cidadãos acederam a falar à minha reportagem. “Você não parece jornalista”, disse o primeiro. Fiz-lhe saber que não me compraria com elogios.

*

Nunca fui a um congresso partidário, mas tenho pena: nutro grande interesse por manifestações religiosas em geral.

*

Pus a mão na consciência – o que além de ser pouco higiénico costuma ser, ainda por cima, doloroso – e constatei que não tenho dado ao leitor aquilo que, ao que suponho, ele esperaria. É que a Visão é uma revista e, em revistas e jornais, normalmente faz-se jornalismo. Pelo menos, lá fora. Cá em Portugal, não é obrigatório. Mas, seja como for, parece-me prudente que os meus textos passem a ser mais jornalísticos. Hoje, optei por fazer uma entrevista, por ser um género em que o jornalista, fingindo ter interesse nas opiniões do entrevistado, se entretém a explanar as suas. Queria um entrevistado que conhecesse a fundo a realidade portuguesa e fosse mais informado que o Nuno Rogeiro, mais perspicaz que o Pacheco Pereira e mais eloquente que o professor Marcelo. Mas onde é que eu ia encontrar um taxista?

*

Segundo uma interessante reportagem do Diário de Notícias, há muitas mulheres que recorrem à cirurgia plástica genital, com o objectivo de “recuperar a virgindade”. Confesso que não percebo esta obsessão com a virgindade. Eu lembro-me bem do que é ser virgem. Não apreciei. E, para mim, o significado da virgindade era muito claro. A minha virgindade não queria dizer honra, pureza, inocência. A minha virgindade queria dizer: “Cá estamos, não é? Ninguém me pega, pá”. Felizmente, um dia este calvário terminou. Já lá vão mais de duas semanas.


***

Recomendo o livro, mas pra quem nunca leu Araújo Pereira acho melhor começar pelas colunas dele na Folha e pelo compilado Se não entenderes eu conto de novo, pá, que saiu pela Tinta da China Brasil.
Profile Image for Paulo Teixeira.
917 reviews14 followers
September 9, 2018
(PT) Ricardo Araújo Pereira é algo raro: para além de ser um dos elementos dos "Gato Fedorento", foi um dos dois homens que foram capa... da Playboy portuguesa. Estas crónicas foram escritas entre 2004 e 2007 na revista Visão, logo, os assuntos estão datados, mas apesar disso, não deixa de arrancar sorrisos na cara do leitor, após este tempo todo, mais de uma década.

E de uma certa forma, é esse o objetivo: sorrir perante assuntos sérios. Se conseguir com que o leitor sorria, mesmo muitos, muitos anos depois, então o livro cumpre o objetivo. E no final, esse poderá ser ser o seu legado.

(EN) Ricardo Araújo Pereira is something rare: besides being one of the members of "Gato Fedorento", the Fab Four of portuguese comedy on early 21st century, he was one of the two mens that ever was on the cover of local Playboy magazine. These are written chronics to "Visão" magazine between 2004 and 2007. The subjects are dated, but it cannot leave the reader without a smile on the face, after more than a decade.

In a way, it fufills its objectie: smile about serious issues. And that can be its legacy.
Profile Image for Inês .
349 reviews5 followers
June 18, 2022
6/10 estrelas
Como sempre, ler Ricardo Araújo Pereira é um tempo bem passado. Aconselho a não ler muitas crónicas num só dia porque pode se tornar cansativo. Para além disso, considero que cada uma merece uns momentos de reflexam para podermos realmente perceber o contexto e a crítica. Daí que a minha forma preferida de ler ou ouvir Ricardo Araújo Pereira seja muito esporadicamente. É quase como uma sobremesa. Se estivéssemos sempre a consumir não sabia tão bem.
A maioria desta crónicas já estão ligeiramente desatualizadas sendo que o livro de 2009 fala precisamente, na sua grande maioria, daquilo que se passava nesse período de tempo. No entanto, é sempre fácil compreender a que é a história se refere e qualquer coisa mais confusa basta pesquisar no google e ainda ficamos a saber mais. Acima de tudo, Ricardo traz isso mesmo. Um gosto pelo rir dos dias de hoje e uma aprendizagem que não esqueceremos facilmente.
Este livro consegui comprá-lo em segunda mão na Feira do Livro de Lisboa, e vai para a minha estante junto de "Estar Vivo Aleija".
Profile Image for Pedro André.
40 reviews
January 15, 2022
Simplesmente hilariante… é uma “medicamento” fantástico para quando nos sentirmos menos bem!
12 reviews
October 9, 2024
Crônicas de duas duas paginas. Ideal para distrair
Profile Image for ana  morais.
100 reviews2 followers
Read
October 19, 2025
O humor escrito não é a mesma coisa.
Falta a voz os trejeitos e tudo o que o completa a qualidade de escrita não está em causa mas prefiro humor falado.
Profile Image for Jorge.
103 reviews1 follower
June 24, 2014
Gosto muito de Ricardo Araújo Pereira (RAP) . Inegavelmente é um excelente humorista. Mas não se fica por aí. Eu considero-o uma pessoa culta e que escreve muito bem. Também o aprecio enquanto analista político e social, nomeadamente nas suas intervenções no excelente programa Governo Sombra da TSF/TVI 24.

Estas crónicas compiladas no livro " Bocado Inferno" (título extraordinário) estão datadas no tempo e portanto algumas delas ,agora, menos relevantes. Mas todas estão bem escritas e muitas são verdadeiramente hilariantes. Destaco as duas seguintes:

"Reentré Política - a Análise que Faltava", onde RAP refere que "todos os comentadores políticos estão de acordo sobre a falta de qualidade da classe política... e com razão pois eles são todos comentadores políticos excelentes, perspicazes e inteligentes. Não posso estar mais de acordo.

"I like to press trangenic flowers" é um artigo muito divertido sobre um protesto contra os transgénicos que consistiu na destruição duma plantação o que RAP considera tão inteligente como ir a uma estrebaria espancar uma mula (um bicho transgénico). Ele acha a este propósito curioso que os cientistas andem a investir em formação superior para conseguir misturar genes de espécies diferentes quando um cavalo e uma burra sem sequer frequência do ensino secundário conseguem fazê-lo em dez minutos...

Claro que dum ponto de vista mais sério, RAP tem uma visão de esquerda do mundo e também talvez por isso eu me identifique tanto comas suas observações, humorísticas ou não
Profile Image for Inês Montenegro.
Author 49 books147 followers
Read
November 8, 2021
Tratando-se de um reciclar das crónicas escritas por Ricardo Araújo Pereira na revista Visão durante o período entre 2004 e 2007, o livro encontra-se datado. Em especial, porque as crónicas visam essencialmente política e futebol – os casos de Justiça, esses, permanecem ainda os mesmos, mas menos falados. Interessante. Também interessante notar que as patetices desses anos são muito similares às de agora. O que me leva a ponderar sobre a minha afirmação de o livro ser datado – já não me lembrava de muitas das situações em específico, algumas nem consegui mesmo relacionar, mas a base na sua origem ainda é a mesma de hoje.
Ressalva-se ainda a ironia humorística da escrita. Um sarcasmozito de vez em quando, para não haver acusações de desigualdade, vah.
Profile Image for Artemisa.
306 reviews18 followers
February 16, 2009
Gostei do livro, lê-se bem, mas achei que as crónicas são muito politicas (sobre politicas, não que expressem uma opinião politica, num sentido ou noutro) e muito benfiquistas.
Também são bastante datadas, algumas tinha uma data aproximada implicita, outras eram mais dificeis de situar no tempo, o que para quem mal sabe quem é o actual primeiro-ministro e presidente da república, de tão desligada que sou de politica, dificulta a contextualização dos acontecimentos referidos.

Por outro lado adorei as pequenas referencias culturais, como uma ilustração que diz (parodiando um quadro célebre) "Ceci n'est pas um fasciste"

Profile Image for David.
166 reviews
June 6, 2013
Ricardo Araújo Pereira é um excelente humorista. E os seus textos são, geralmente, muito bons.
Esta colectânea de crónicas escritas para a revista Visão compila alguns anos de textos. Infelizmente os textos não estão organizados cronologicamente nem há indicação da data em que foram publicados o que torna as piadas, muitas vezes, difíceis de entender porque estas estão relacionadas com pequenos acontecimentos da vida nacional que hoje, 6 anos depois, já ninguém recorda.
Uma colectânea engraçada, se excluirmos os textos panfletários e esquerdalhos onde o humorista dá lugar ao revolucionário da esquerda caviar. E se excluirmos também os textos de elogio ao clube dos passarinhos, claro.
Profile Image for Ana Raquel.
162 reviews12 followers
June 21, 2012

Através do humor inteligente de Ricardo Araújo Pereira, onde é patente a sátira e a ironia, assiste-se ao retratar da crise económica, social e política que assola o nosso querido País!

Este livro, de crónicas deveria ser lido, por todos os jovens do nosso Portugal! Talvez, a nossa geração, como as gerações vindouras, deixassem o comodismo. E passassem a estarem presentes e conscientes do que se passa atualmente no nosso País!
Profile Image for Tony Almeida.
165 reviews5 followers
April 10, 2009
Pouco há a dizer sobre este livro. Trata-se de um conjunto de crónicas que o Ricardo Araújo Pereira escreveu para a Visão, numa espécie de "best-of", produto comercial muito em voga.

É um livro em pretensões e que serva para se passar um bom bocado, sendo divertido e ácido q.b., um traço habitual do RAP
Profile Image for Ke.
901 reviews7 followers
June 4, 2012
While this collection may work as comedy, I found most of the author's arguments fallacious. Also, the value of this collection, literary and economic, may be a bit dodgy, since the author may have exploited his columns.

That said, I recommend this book to anyone who has been a bit inattentive to Portugal's biggest events from 2004 to 2007.
Profile Image for David Cunha.
2 reviews
December 17, 2012
Ricardo Araújo Pereira is probably one of the best Portuguese writers of modern times. His writing, although being really ironic and humorous, is also very simple (although it has some difficult vocabulary) and transmits its ideas and views really well. If you're Portuguese, then don't miss the opportunity to read the chronicles of this transcendent artist.
Profile Image for Sara.
68 reviews3 followers
June 28, 2009
Passei momentos muito agradáveis e divertidos, com algumas das crónicas deste livro :) Tal como a Ligia, também fiquei com um sorriso com a leitura... 5*!!!!
Profile Image for Goncalo.
160 reviews2 followers
August 8, 2012
Uma selecção de textos humorísticos de RAP para a revista Visão, editados em livro.

Delirante do início ao fim, é impossível não deixar uma ou outra gargalhada aqui e ali.

Muito bom.
Profile Image for Margarida.
188 reviews7 followers
September 15, 2012
Gostei. É bom para relaxar e intercalar leituras mais intensas :)
Displaying 1 - 30 of 31 reviews

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