✨ Um livro que abraça, toca e transborda sentimento.
Nesta coletânea de crônicas intensas e delicadas, Letícia Tavares nos conduz por uma jornada profundamente humana — uma travessia de peito aberto pelo amor em todas as suas o amor romântico que aquece, o amor que machuca, o amor que se vai, o amor que fica, o amor-próprio que se constrói em silêncio e dor.
Com uma escrita que mistura poesia, intimidade e verdade, a autora transforma palavras em lares — onde cada leitor pode se reconhecer, se emocionar e se curar. São cartas, memórias, desejos e reencontros embalados em prosa sensível, como quem oferece o coração em bandeja de versos.
📚 Um livro para quem já amou, para quem se feriu, para quem está recomeçando — ou apenas deseja lembrar que o amor ainda é possível, necessário e transformador.
“As palavras dela são abraço, são reencontro com a gente mesmo.”
algo sobre como autores millennials têm essa tendência em fazer uso excessivo de metáforas e simbolismos que no fundo não fazem sentido a fim de dar uma falsa profundidade ao texto me é muito forçado e brega…não gosto deste tipo de escrita e não foram muitas as partes em que isso foi exceção neste livro. outro ponto, já que já estou sendo chata: nada me brocha mais do que livros em que o autor diz o que se deve ouvir ao ler os capítulos, o texto tem que ser o suficiente ao fazer o leitor sentir algo real e músicas com letrinhas bonitinhas são apenas muletas para que isso seja possível. mais um ponto, aqui é tudo muito sobre si mesma ou sobre o outro, muito oito ou oitenta, falta reflexão REAL sobre a vida e as coisas. vou parar de reclamar agora, obrigada
entendo a escolha da construção desse livro (uma última carta pra ela) e é de fato um livro que apenas uma mulher que ainda ama e não quer superar uma outra mulher escreveria, e assim, felizmente não é o lugar que me encontro pra que o livro tenha me tocado tanto então me senti lendo carta ao pai de Kafka, invadindo uma intimidade que não é minha mas que é inegável que foi um livro regado de sentimentos
Impossível ler essa obra e não reconhecer ou imaginar a quem a autora se refere na maioria das páginas. Perdi as contas de quantas vezes a menção "esquinas" foi feita, dentre outras referências que podemos correlacionar. Senti como se estivesse lendo o diário da autora e invandindo uma intimidade que não me pertence. No mais, é um livro simples mas carregado de afeto.
é bonitinho e bem escrito, mas não me envolvi tanto, acabou ficando como uma leitura mais por curiosidade por toda a história por trás que ouvi falar sobre nas redes.