Quando o irmão de Juliano, doente, pede que ele volte a Candelabra para assumir a padaria da família, ele se vê diante da única certeza que tem na a morte. No meio de incêndios suspeitos, memórias difíceis e a ameaça de um resort brega, Juliano precisa enfrentar o passado e decidir se está pronto para construir um futuro com raízes. "Grão" é uma comédia dramática cheia de afeto, acidez e esperança. Um romance sobre raízes, reconstruções e sobre como, às vezes, o futuro mais bonito é aquele que preserva o passado.
Johnatan “Johncito” Marques, paulistano, cresceu no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo. Formado em Arte-Educação, é autor e conta histórias por meio de ilustrações, roteiros e quadrinhos. Seu terceiro quadrinho, Fadiga, foi finalista do 36º Troféu HQMIX.
adorei trabalhar nessa história e ver o audiolivro pela skeelo foi muito daora! os atores que fizeram a dublagem dos meus personagens mandaram muito bem. eu literalmente GRITEI ouvindo.
As histórias do John sempre me deixam de coração quentinho, e com essa não foi diferente! Amei acompanhar a jornada do Juliano (único rico possível) para salvar a padaria da família, e amei como esse processo vem junto de discussões importantíssimas sobre meio ambiente, identidade e memória. Os personagens são muito carismáticos e cheio de personalidade. Espero que o John revisite Candelabra em histórias futuras!
Uma decepção! Sinto que teve muito mais “contar” ao invés de “mostrar” e isso acaba vindo as custas do mal desenvolvimento dos personagens, enredo e o casal principal.
Nada parece ter muita importância porque a forma como o autor resolveu escrever isso concentra-se em descrições de algumas cenas e pouquíssima profundidade na narração em primeira pessoa.
Sinto que havia muito para ser explorado, mas ficou de fora.
Um adendo tenebroso que não influenciou minha nota mas tornou a experiencia de leitura pessima: o audiolivro. As falas de Simas claramente gravadas em outro estudio, com ruídos e os som ambiente extremamente falsos, preferia que não tivesse. A entonação de algumas frases também foi feita de forma quase criminosa.
Espero ler mais do Jonathan Marques no futuro, e que não seja decepcionante como foi “Grão”.