A Literatura Universal em 100 Perguntas, de Felipe Díaz Pardo, é um presente para desembrulhar com paixão. Nas suas páginas desfilam, com graça e rigor, géneros, obras e autores fundamentais; formas, estilos e personagens que atravessaram os séculos; épocas, movimentos e gerações literárias que hoje vivem entre as estrelas e a imortalidade.
Às 100 perguntas, estruturadas tematicamente, Díaz Pardo responde com paciência e agilidade, no que é uma excelente introdução à descoberta do tesouro cultural da literatura universal.
O que tem o vinho a ver com o nascimento do teatro? Quais são as grandes obras da literatura para jovens? Que novas formas literárias estão a ser inventadas na literatura moderna? Porque é que os temas das peças de Shakespeare continuam a ser actuais? Quando é que surgiu o romance de folhetim na Europa? Onde nasceu o modernismo? As personagens da literatura universal são úteis para a psicologia? Quando é que se tornou mágico o Realismo? Quais são os bestsellers da literatura universal?
Una obra que sirve de guía o mapa para saber qué leer, cuáles son las principales corrientes literarias en la historia, los precursores, los máximos exponentes y los géneros literarios. En poco más de cuatrocientas páginas nos damos una idea de la literatura universal, pero es solo eso, una idea, un boceto; toca a nosotros los lectores profundizar en el aspecto que deseemos.
Todos os livros são bons livros para os amantes dos livros. Verdade. Mas depois existem “os livros”, aqueles que tem falam dos bastidores dos livros, das curiosidades, das entrelinhas, do mundo dos livros. As minhas duas últimas leituras foram dedicadas a “esses livros”, o primeiro foi este “A Literatura Universal em 100 Perguntas”.
Não tenho muito a dizer sobre o livro a não ser que é obrigatório para quem é bicho dos livros. Muitas curiosidades, informações úteis da antiguidade ao presente. Um manjar livresco que se recomenda vivamente.
Las 100 preguntas sobre literatura universal de Díaz Pardo acaban convertidas en una buena obra de consulta cuando se quiere responder a algún periodo histórico concreto o cuando se quiera utilizar como recurso para ampliar información en otros trabajos. El autor le da un supuesto orden y concierto que, aunque acaba siendo un poco caótico, se le pasa por encima porque las preguntas que propone son bastante amenas y las respuestas interesantes. Recomendado solo a estudiosos o interesados en historia de literatura, cualquier otro lector presumo que acabará aburrido en la tercera cuestión.