Monster Romance – Mitologia egípcia – Deus do Submundo – Romance possessivo e proibido
Anabete Benete é uma jornalista recém-formada que acaba de ser contratada para o emprego dos seus sonhos no maior jornal de Washington. Ela lutou muito para chegar onde chegou, e agora está prestes a deixar Nova Iorque rumo à capital dos Estados Unidos. Decidida a comemorar essa contratação, ela se reúne com seus amigos para uma noite regada à bebida e muita irresponsabilidade. O que Anabete não sabia ao entrar naquele estúdio de tatuagem 24h, era que estaria ligando a sua vida a de um deus egípcio muito antigo, altamente sombrio e perigosamente envolvente. Mortius sentiu o exato momento em que a ligação de sangue o conectou à sua companheira, já que a inquietante névoa de curiosidade o submergiu. O que ele não sabia era que sua parceira seria uma humana irritante, inquieta e de língua afiada, que resistiria o máximo possível à sua nova condição, o que para ele deixava a conexão ainda mais instigante. O Submundo acabava de ter a balança da vida desestabilizada, e a cobiça dos seres subterrâneos e a curiosidade com a nova moradora, levam os perigos de se estar tão próxima de monstros sombrios até a sua porta. Mortius precisará decidir se manterá a harmonia na travessia das almas, ou se enfrentará todas as consequências de manter uma humana no mundo dos mortos. Prepare-se para um romance com altas doses de safadeza, intensidade e escuridão, com toques de mitologia egípcia, magia proibida e uma paixão que desafia os deuses. A DUOLOGIA DEUSES EGÍPCIOS não é um DARK ROMANCE, eé recomendada para maiores de 18 anos. Acorrentada ao ANÚBIS – Dani Medina Aprisionada ao ANÚBIS – Caroline Andrade
sometimes you have to read something bad to truly appreciate everything else and that’s ok! the idea for the plot was actually good, but the written itself… i don’t know, i guess the author didn’t really manage to sell it to me. there was also a little bit of punctuation problem which DROVE ME INSAAAANE!!!
HOWEVER seeing as this series is a collab between authors, i want to read the sequel to see how the other author can develop the plot and the romance.
Vamos aos tópicos: 1. O único conteúdo do livro é hot, e o hot é péssimo, a protagonista fica falando "vai safadão", depois do terceiro comecei a pular as cenas, e aí sobrou pouco para ler. 2. O drama é mal desenvolvido e eu não consegui sentir empatia por absolutamente nenhum personagem. Por mim todos poderiam morrer que eu não ligaria. 3. A trama é um poço de acontecimentos previsíveis, mal pensados e mal desenvolvidos.
Em resumo, não percam seu tempo lendo essa bomba.
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A melodia do amor. Aquela conexão de milhões que transcende o agora para se tornar eterna. O problema? Ele é um deus egípcio e ela uma humana de língua afiada. Anabete Benete é uma jovem jornalista recém-formada, apaixonada pela mitologia egípcia como sua mãe que é geóloga. Em uma noite de despedidas, - afinal, ela estava se mudando para Washington - regada a muitos cosmopolitans, ela e seus amigos resolveram tornar aquele momento único, mas ao mesmo tempo inconsequente. Foram para um estúdio de tatuagem para se tatuar. Enfatizando sua paixão pelo Egito, ela tatuou em suas costas a imagem do deus Anúbis, porém o mais inacreditável aconteceu, ela encontrou dentro do estúdio um livro com hieróglifos e começou a recitar o texto sem saber o que de fato estava fazendo. Era uma cerimônia de casamento, tipo votos, e essa ligação a levou direto para o duat. Mortius é o deus Anúbis, ou melhor um deles. Seu irmão gêmeos Morteus divide as responsabilidades da vida após a morte com ele. Para manter o equilíbrio entre os vivos e os mortos, a mando do deus Rá, cada um cuida de uma parte no duat, sendo o Mortius o guardião do portão norte e o seu irmão o do sul. Juntos, eles são a balança perfeita entre ordem e destruição. Mas em hipótese nenhuma podem coexistir no mesmo plano, pois podem quebrar a ordem do céu. Foram ensinados a guiar as almas e proteger o ciclo, mas nunca a amar e nem desejar algo para além de suas obrigações. A perda da família e a separação foi realmente dolorosa para ambos, mas eles haviam prometido aos pais que não iriam contra as ordens de Rá. Após anos de solidão, simplesmente do nada, uma linda humana apareceu e o mais bizarro, casada com ele. A conexão foi rápida e certeira. Por amar a mitologia egípcia, ela não teve medo e sim curiosidade. Mas é aquela coisa, né? Curiosidade não é amor. Mas nada que não pode ser construído e no fim o som do coração foi ouvido pelos quatro cantos do duat. Esse é o primeiro livro da duologia e foi escrito pela Dani Medina, a Rainha dos monstrões, e o segundo foi escrito pela Caroline Andrade. A guerra se aproxima e ninguém esta a salvo. Agora só basta saber se o caos entre os deuses os faria ruir ou o amor seria a chave da renovação.
Gostei bastante da leitura! É aquele tipo de clichê romântico que a gente já conhece, mas não resiste: proximidade forçada, química explosiva e uma boa dose de comédia. A narrativa tem aquele jeitinho de “farofinha” deliciosa, perfeita para passar o tempo, dar boas risadas e se envolver com personagens carismáticos e situações absurdamente divertidas.
A mistura de mitologia egípcia com romance contemporâneo funciona bem, e o enredo entrega exatamente o que promete: entretenimento com pitadas de sensualidade, magia e caos. É o tipo de livro que não se leva tão a sério, e talvez por isso mesmo seja tão gostoso de ler.
Obs.: Notei um pequeno erro na página 261, capítulo 36 — o nome "Alexandria" aparece grafado como "Anexandria". Nada que atrapalhe a leitura, mas vale o registro.
Mano, não tenho palavras para descrever o quanto esse romance era absolutamente tudo que eu estava precisando na minha vida. To até emocionada cara. Que perfeição, que euforia, que prazer imenso poder ler essa obra pela primeira vez. Eu achava que era uma leitura de sacanagem pra derreter o cérebro mas no fim só me devastou e encheu o meu coração dos sentimentos mais felizes que poderia ter