A Luz da Escuridão é uma história de amor e redenção que emerge das profundezas da dor e da incerteza.
Madison Evans, uma jovem promissora, encontra-se à beira do abismo, com uma vida despedaçada e um futuro sombrio. a presença misteriosa e intensa de Matt Davies, no entanto, acende uma nova chama no seu coração. com ele, Madison descobre um amor profundo, que carrega a promessa de restaurar a paz que ela havia perdido.
Este amor, porém, não é isento de desafios. Surge das escolhas difíceis, dos momentos marcantes e das dores que a vida impõe. à medida que os dois jovens navegam por uma aventura cheia de altos e baixos, Madison vê-se dividida entre o passado que a assombra e o futuro incerto.
Será o amor suficiente para curar as feridas de ambos, ou será que as provações da vida acabarão por dominá-lo?
Eulália Rodrigues nasceu a 12 de janeiro de 1999 e é natural de Sobradelo da Goma, uma freguesia do concelho da Póvoa de Lanhoso.
É licenciada em Direito e Mestre em Ciências Criminais – Justiça Penal, pela Escola de Direito da Universidade do Minho.
Atualmente, divide o seu tempo entre a prática de uma tradição familiar, a filigrana portuguesa, e a escrita, duas paixões que descobriu e estiveram sempre presentes na sua vida.
Publica agora a sua primeira obra A Luz da Escuridão, com a Oficina da Escrita.
É um livro sobre o luto. Mas acima de tudo é um livro sobre o amor, de todas as formas que ele existe e tudo o que ele incorpora.
Acredito que seja uma leitura necessária. Que nos acrescenta algo. Não digo que seja de leitura fácil para quem já lidou com a perda de alguém que lhes marcou, mas digo que é uma leitura ainda mais necessária especialmente para quem já lidou com essa perda.
É bonito a forma como a autora entrelaçou algo tão inerentemente negativo - como o luto - com algo tão inerentemente positivo - como o amor - e daí nos mostrou que na verdade um não existe sem o outro, e vice versa.
Como o próprio nome do livro indica há sempre uma luz na escuridão e por isso também é muito interessante ver o quão pessoas diferentes lidam com o luto de forma diferente, e ao passo que uns conseguem sentir a esperança que as coisas hão de melhorar e as feridas irão sarar, outros perdem se na escuridão do abismo que é o luto e não conseguem encontrar a saída, em parte porque não a vêem e em parte porque não a querem ver. A beleza de tudo isto encontra se no facto de que só quando nós próprios passarmos pela fase de luto - que acontecerá inevitavelmente mais tarde ou mais cedo (esperemos que mais tarde) - é que saberemos em qual desses dois cenários cairemos. Mas a boa notícia é que nunca é tarde demais para mudar a narrativa da nossa vida.