Jump to ratings and reviews
Rate this book

L'Avana per un infante defunto

Rate this book
L'Avana prima dell'avvento di Castro è la protagonista del romanzo. L'altro eroe è lo scrittore stesso che, tra infanzia e adolescenza, vive proprio all'Avana una iniziazione alla vita di inebriante intensità: curiosità e timidezze, infatuazioni e amori, entusiasmi e delusioni, incontri e amplessi, tutto confluisce in questo romanzo di formazione epico e picaresco, che inizia come un libro di ricordi per poi trasformarsi in una incalzante fantasmagoria licenziosa, raccontata con sottile umorismo. (Prefazione di Carlo Bo).

585 pages, Paperback

First published January 1, 1978

36 people are currently reading
887 people want to read

About the author

Guillermo Cabrera Infante

92 books157 followers
Escritor de origem cubana, Guillermo Cabrera Infante nasceu a 22 de Abril de 1929, em Gibara, Cuba, e faleceu a 22 de Fevereiro de 2005, em Londres, Inglaterra.
Filho de pais directamente ligados à política - fundadores, em Gibera, do Partido Comunista - desde cedo se viu confrontado com um forte ambiente de consciência política. Motivado pela profissão dos pais, Cabrera Infante viu-se forçado a mudar para Havana em 1941.
Em 1959 Cabrera Infante era já bastante conhecido pelas fantásticas críticas de cinema que publicava na revista Carteles e por alguns textos e contos que publicava em revistas como Ciclón. Mas foi, indubitavelmente, em 1964 que ganhou notoriedade ao publicar a sua "obra-prima" Tres Tristes Tigres, publicada depois em Espanha, pela Editora Seix Barral, em 1967 (sendo esta a edição mais conhecida e mais referida).
Cabrera Infante exerceu diversos cargos, dentre os quais se destacam os de Presidente do Conselho Nacional de Cultura, Director de Lunes de la Revolución - suplemento cultural do jornal com o mesmo nome, Director Executivo do Instituto do Filme e Adido Cultural da Embaixada da Bélgica, cargo que exerceu de 1962 a 1965 - data em que abandonou o posto por severas críticas ao regime de Fidel Castro, exilando-se, então, em Inglaterra, país que, a partir daí, adoptou como pátria. Mesmo exilado, Cuba sempre esteve presente na vida de Cabrera Infante: a partir de 1966 (data de exílio em Londres), começou um ataque cerrado ao regime de Fidel Castro; no âmbito da sua produção literária, Havana, cidade de eleição, por ser a capital onde tudo de mais importante se passava, marcou indubitavelmente o mundo anedótico de toda a sua obra. Revelando um espírito extremamente combativo e de feroz consciência crítica, Cabrera Infante jamais desistiu de denunciar as realidades cubanas que pretendia combater. Na maioria das suas produções é fácil reconhecer uma contínua preocupação e um interesse fervoroso por recriar, espelhar a linguagem de Havana: os seus sons, as suas músicas, os barulhos das suas ruas, as conversas do seu povo, sempre num realismo acutilante que revelava ao mundo uma dura realidade que muitos pretendiam esconder. O preço que pagou por tal postura foi ter visto, continuamente, as suas obras serem proibidas em terras cubanas, embora disponíveis em toda a Europa e até mesmo nos Estados Unidos da América - em especial em Miami, onde reside uma vasta colónia de cubanos admiradores deste pensador que, sem medos, denuncia a realidade de Cuba castrista. A comprovar este elevado interesse da obra de Cabreara Infante nestas partes americanas é o facto de ter sido condecorado Doutor Honoris Causa pela Universidade da Flórida (EUA).
Denunciava o regime político da sua primeira pátria mas demonstrava um profundo amor pela terra que o vira nascer: Cuba está marcadamente presente em toda a sua prosa - seja ela em novela, em conto ou em simples ensaios; a paixão desmedida por Havana é facilmente reconhecida na fantástica recriação que faz na linguagem, através de jogos sucessivos que nos levam a "adivinhar" esse objectivo de demonstrar tal sentimento.
O aparecimento em Espanha de Tres Tristes Tigres foi um forte e significativo sinal do que iria ser, e já era, de facto, toda uma linha de produção literária deste autor cubano. A obra referida teve de tal modo impacto no cenário literário, que viu, tempos depois, surgir um convite para adaptação a filme do realizador chileno Patricio Guzman.
Conversação, erotismo, música, humor, cinema, escrita lúdica, fizeram da obra de Cabrera Infante uma autêntica "obra em progresso". Todos os seus títulos, os seus livros, podem e devem ser lidos como um só livro, como uma autêntica ilha, à volta da qual gravitam todos os temas. A essa "ilha" estão ligadas as suas nostalgias, os seus amores, a sua memória, enfim, a sua escrita.
É difícil esta sua tendência para o exílio (em diversos sentidos), para

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
145 (33%)
4 stars
158 (36%)
3 stars
85 (19%)
2 stars
37 (8%)
1 star
13 (2%)
Displaying 1 - 30 of 45 reviews
Profile Image for Glenn Russell.
1,519 reviews13.3k followers
October 5, 2019


Cuban author and master wordsmith G. Cabrera Infante’s novel set in pre-Castro Havana presents a plot plodding along in four hundred pages with a sexual sameness as he recounts his many horny hormonally charged adolescent adventures in and out of luscious, lovely, lively lasses and in and out of many memorable move theaters.

The only reason a reader would want to continue reading past, say, page fifty, is the stunningly sublime wordplay: pungun punning, multiple malapropisms, outlandish onomatopoeia, lipograms, pangrams, tautograms, autograms and anagrams, neologisms, mangled morphemes, retronyms, oxymorons, acronyms, not to mention, among numerous others, regional slang and juicy janusisms. Apologies for all these odd obscure terms. I had to look most of these up myself to understand the author's wordplay more completely as I've been reading this novel novel on and off for the past several months.

Here’s our narrator no pun intending as he moves among the movers and shakers: “I woke Etelvina dutifully many times, knocking on her door not like a cuckoo but like a woodpecker – no pun intended.” And at another time, reflecting on an all-too-communal Communist: “But I feared that he was in Havana not for party reasons but for partying reasons – that is, he was after my mother, who was then a Communist beauty.” And, at still another time, one young gal is described as “a fiddlestick on the roof.”

Wordplay without end, as for example: “An April shower had begun, a typically tropical raucous rainfall, as abrupt in beginning as in ending.” Again: “It became obvious that the little pocket was very tight even for my adolescent and hesitant hand, and so I paused paw poised.” Yet again: “I locked myself up in one of the bathrooms to cry in anger and jealousy, forgetting the fermenting fumes of my pain of unquenched love, stronger than the stench. Then I got a fever which lasted a few days, and I have no doubt that its origin was viral not venereal.” Such a prodigious plethora of play on words can wear a reader out, thus my recommendation is to read Cabrera Infante slowly, a page or two or three at a time, over a long stretch of time.

This audacious Cuban author makes James Joyce read like Raymond Carver. Well, more hyper hyperbole than accurate accusation but I'm sure you comprehend the cusp of my counsel. Sorry, I could be taken to task for saying such, but when it comes to Cabrera Infante, I’m a bit of a polyglutton for punishment.


G. Cabrera Infante (1929-2005) - Born in Cuba and went into exile in London in 1965.
Profile Image for MJ Nicholls.
2,282 reviews4,876 followers
December 18, 2015
A testosterone-fuelled mastercodpiece, Infante’s Inferno is a testostathon like no other: a novel rife in relentless cunnilexicon, non-stop punnilingus, and frequent polylickwell play, a rampant semi-autobiographical account of the author’s late teenage erotic exploits. A vivid evocation of life in ‘30s and ‘40s Havana, the novel chronicles the protagonist’s fumblings and failings in cinemas and cheap hotel rooms, his first erotic encounter with prostitutes, and his initiation into the sexual arts with Juliet Estevez: a curvaceous expert in providing pleasure on tap to willing men while her husband works. The second half of the novel is devoted to Margarita: his first love, whose mysterious charms and missing breast opens the narrative up to a comic feast of delirious proportions. Like Alexander Theroux’s Darconville’s Cat, a banal topic is elevated to staggering levels of erudition and wordplay, only in this case Infante revels in loves past and the female form: he has no scores to settle. I am spent from days in bed with this beaut so say simply: read this mastercodpiece.
Profile Image for Leo Robertson.
Author 42 books501 followers
April 16, 2013
So my dad just came back from Havana, he really did, just got back from having dinner with him. I said, 'I'm reading this book, maybe you want to read it when I'm finished? It's a bit like a memoir of life in Havana.'
My dad opened up one page, read a line, wrinkled his nose. Flicked to another page, read a line, wrinkled his nose. Read the blurb, frowned.
'Where did you find this?'
'Well I saw it had rave reviews, and I was enjoying it but-'
'This book is trying too hard.'

This book is trying too hard. I enjoyed the 50 pages I read, honestly they were really good. But each page was the same. Do I want to read that same page I enjoyed 50 times 400 more times? Eh, have you seen the books waiting for me on my shelf?

F**k this book! I've got things to read :D
Profile Image for Joan.
228 reviews
March 28, 2021
Llevaba mucho, mucho tiempo sin disfrutar tanto una lectura a la que di una oportunidad casi de casualidad, vía recomendación de un conocido. El caso es que ha conseguido sumergirme en las calles de La Habana desde la primera página, y a través del humor y esa combinación efectiva entre juegos sexuales y literarios (¿hay otro autor que utilice de forma tan brillante la paronomasia?) también en su particular mosaico de mujeres. Mosaico que me parece construido de forma muy inteligente, haciendo desfilar primero a las niñas, meros resortes para satisfacer la errática carnalidad de la pubescencia del autor, pasando a describir después lo que pueden ser -o van a ser- las mujeres de su vida, ya con la complejidad inherente a toda relación afectivo-sexual, con la presencia de los celos, de la búsqueda de la felicidad o algo que se le asemeje. Y todo aderezado con la magia del cine, cuyas salas, siempre dispuestas a acoger al joven Cabrera Infante, ejercen no poca influencia en la historia: casi casi como un personaje más. En definitiva, una obra monumental.
Profile Image for Simon King.
14 reviews3 followers
July 20, 2012
The portrayal of the women is completely stereotypical and superficial. Each time the character pursued a woman, I thought "Ok, can we get to know her? What is she like?" Instead, all the narrator is focused on is getting laid.

Infante's claim to fame is his use of word-play and puns in the Spanish language. Spanish isn't a language adept to these kind of word games in the first place. Most of the puns in Spanish in this book are ineffectual and lame, and most of the time they are in English anyway! The alliteration isn't particularly propulsive, it grates.

This book was written in London. Infante is compared to Joyce, because he's a quintessential Cuban reflecting on the land of his birth. Joyce, though, tried to create a kind of literary cosmology where every aspect of Dublin could be rebuilt and reconstituted. All Infante seems to care about is remembering juvenile shenanigans that, to be perfectly frank, he should have just forgotten. All you get is recollections of specific people, rather than time and place, and these recollections, as I pointed out above, are superficial.

A critic remarks that this is a "satire." I'm baffled as to how this is true. Infante just happens to be a Cuban dissident and just happens to have written this book in exile. But I could not disentangle ANY political commentary. It's just a series of over-long memories, which simply get more and more boring as they wear on.
Profile Image for Rafa .
539 reviews32 followers
November 18, 2014
Tribulaciones de un Don Juan en La Habana precastrista. Tengo la sensación de tiempo perdido.
Profile Image for Andrew Sare.
258 reviews
September 22, 2016
Much of the criticism of John Updike's work could be leveled at Infante. Writing as a wanker wanking, no plot,... what else? Oh, he comes off as a jerk, hes sexist, self absorbed. - hah, well my response to critics of both Updike and Infante is that both writers could be all those things, suffer all of those faults (I've never been acquainted with either) but they're still both great writers. I don't read to judge morality. I read to be entertained and learn about the human condition. Playing it safe and hitting me on the head with morality turns me off.

One pointer I'd give to a future reader, especially those of you who know you are squeamish, easily offended, or tire easily - is to read the postscript first. That's where you'll find the keys and heart of the text. He's saved the best for last. - But who am I to suggest differently from the author's intention? Maybe its better to be disgusted a good bit by him as he rolls you through the mud.

Keep on rolling.
Profile Image for Martin.
52 reviews
November 13, 2013
One of the best books I have ever read. Brilliant. A real jewel. One of those books you do not want to end...Cabrera Infante goes back to his youth-hood in La Habana, Cuba,in the 30-40's and describes his "education sentimentale" and the progressive learning of love, sex and seduction. The book is a real hymn to the woman (or women) always searched, always desired, and to la Habana, discovered at the same time and loved in the same passionate way. I had the chance to read most of this book while I was visiting La Habana: this combination was a unique experience that I recommend. Thanks Cabrera Infante for the literature...
Profile Image for Julia Díaz Zubiaur.
22 reviews1 follower
September 24, 2019
He tenido la suerte de leerme este libro mientras me encontraba de viaje por Cuba - muchos días en la Habana-, y por ello he podido disfrutarlo especialmente. Nombra miles de lugares de la ciudad, muy conocidas y transitadas una y otra vez por el autor, así que el libro te ofrece un tour literario completísimo. Además, aunque no sea un libro nada político -Guillermo expresa explícitamente que no se meterá en cuestiones políticas en esta narración- sino que únicamente cuente sus memorias eróticas, sexuales y amorosas en la ciudad precastrista desde su adolescencia hasta su paso a la adultez, me lo iba leyendo con un regocijo semisecreto -lo que entendemos por sonrisa interna- al saber que fue un libro prohibido durante los años gordos de la dictadura de Fidel. De hecho, no logré ver ni un libro de este señor en ninguna de las librerías o puestos de libros de la ciudad, y mira que tiene libros hablando de su querida Cuba... Me lo iba leyendo con tristeza también, claro.
Pero en definitiva: me ha parecido un libro muy entretenido, con una descripción de encuentros eróticos super curiosa y precisa con un montón de juegos de palabras astutos que a veces me han llevado a la risa. Y en medio de todo esto, música, cine y jerga habanera a borbotones. También Guillermo me ha caído mal en muchos momentos, pues expone con transparencia pensamientos y momentos machistas muy duros que pueden ser incómodos a la hora de leer. Siguiendo con lo negativo, la sucesión continua de escenas de ligoteo se hace repetitiva en bastantes ocasiones.
De todas formas, superando esas incomodidades, creo que es un libro que merece la pena, sobre todo cuando se detiene en las historias de sus relaciones con dos mujeres de nombres casualmente literarios -Julieta y Margarita- que le marcaron su vida, y en general, en cada homenaje que hace a la belleza natural de las mujeres.
Profile Image for Tekla.
156 reviews
November 4, 2017
Me decepcionó el libro. Iba tratando de encontrar un retrato de la Habana del tiempo del autor entre los descripciones de mujeres pero no. No había mucho. Y aunque su uso del lenguaje era muy listo no compensó la falta de un cuento que me interesó.
Profile Image for Daniela Marcheva.
115 reviews60 followers
Read
July 2, 2023
🔞 „Хавана за един покоен инфант“ от Гилермо Кабрера Инфанте (изд. Жанет 45“, 2018) is a pound of flesh. Своеобразна епопея за похотта, която възбужда и приканва всички грехове – иска ти се да посегнеш към нея - като към забранената ябълка, да отхапеш и докато сокът ѝ се стича от леко отворените ти устни, да стигнеш до края (на книгата имам предвид).

Сексуалността е заряд и да му дадеш воля, смятам, е начин за себенамиране, впоследствие - себеизразяване. Близост, не по-малко важна от духовната. В кубинската нелесна история малко неща остават стабилни и сексът е едно от тях, като възможен начин за смилането на действителността, с който момчето може да се превърне в мъж и после пак да е момче, а жените – да дават своята любов и да бъдат девствени, порочни, нежни като балерини, диви като амазонки, млади, стари, приемащи себе си, без да търсят съвършенства, имайки своята сексуалност, имайки еднакъв шанс да бъдат докосвани, целувани, прониквани, защото за кубинците сексът е бунтът, революцията на народа.

Даниела,

30.06.2023 г., гр. София
Profile Image for David Cebe.
42 reviews
June 30, 2024
Una obra muy bien escrita. Narra el desarrollo sexual del personaje principal, siendo en algunos puntos bastante cómico. Muy bien ambientado en la Habana, que ha cambiado poco desde el momento en el que se sitúa la cronología de la novela.

En ciertos momentos habría agradecido capítulos más cortos, solo eso.
Profile Image for Book Soup.
10 reviews861 followers
March 27, 2009
The Ulysses of Havana. A must read. You feel like you're there. Literary realism.

--Tyson
Profile Image for Adrià Palacios.
116 reviews8 followers
September 20, 2025
Aprender a amar en una ciudad es aprender a amar la propia ciudad. En este fascinante libro de memorias Cabrera Infante nos regala un viaje por su despertar sexual y sentimental que es al mismo tiempo una carta de amor a su Habana, una ciudad que recorreremos al ritmo de la siempre difusa y engañosa memoria; cada esquina convertida en un recuerdo, cada calle un paseo por los recovecos de lo que fue, lo que pudo ser y lo que nunca será. La Habana y sus mujeres, cada una de ellas un misterio y una oportunidad de aprendizaje. El amor y el deseo como un continuum de delirios tan imposibles como reveladores.

Pero este también es un libro sobre el lenguaje, sobre cómo las palabras y los hablares nos moldean de la misma forma que nuestro nombre acaba por definir quienes somos. El mestizaje de las razas y la cultura no sólo habita en las decenas de colores de piel que encontramos en la Habana, sino también en la forma de hablar de sus ciudadanos. La palabra hace al hombre y viceversa. La escritura de Cabrera Infante es sumamente virtuosa, plagada de juegos de palabras y de un humor caustico del que es imposible renegar.

Al final, con su maravilloso epílogo, nos damos cuenta de que lejos de ser unas memorias esto es nada más y nada menos que una fábula sobre lo imposible del deseo y lo inabarcable del amor, de como entre dos cuerpos siempre habrá un abismo que necesitaremos mil vidas para cruzar.
Profile Image for Armando Urquiola Cabrera.
16 reviews6 followers
November 15, 2019
Libro autobiográfico de Cabrera Infante... No creo que sea posible brindar tantos detalles sobre una vida, sobretodo en lo sexual, a no ser que se lleve un diario -lo que no creo que sea la fuente- sino la memoria prodigiosa de Caín (seudónimo ) enriquecida con mucha de su fantasía. El libro tiene mucho valor por la información que se brinda sobre la Habana repúblicana, muy vivida y presente en el autor. Ante tanto detalle sexual, del mujeriego de Cabrera Infante, no sé cómo habrán asimilado la obra su última esposa "Miriam Gómez" o sus hijas (o peor, las personas referenciadas), pero hay que aplaudir al infante de no tener tapujos para decir, o mejor, describir con tanto juego de palabras y humor su vida íntima y la de mujeres y amigos con que convivió. Hay un libro de Elisabeth Mirabal: "Buscando a Caín", que lo pudiera pensar como una posible respuesta de algunos de los personajes a quien referencia Caín cuando hablan sobre el autor. El libro publicado de la autoría de Cabrera Infante postmorten "Mapa dibujado por un espía" (por deseos del autor y tras muchos años guardado en un sobre amarillo) lo considero como una continuación de este libro pero ya en el período postrevolucionario. Como dice el infante: "Un libro para leer con una sola mano..."
50 reviews
July 1, 2023
Читаю эту книгу прямо сейчас. Зарегистрировался на сайте специально для того, чтобы оставить отзыв.
Книга вовсе не про Гавану, сколь бы много раз автор ни описывал в подробностях свои перемещения по этому городу с постоянным упоминанием названий разных районов и улиц. Книга про многочисленные и весьма однообразные сексуальные приключения автора на разных этапах его жизненного пути, начиная с детства и заканчивая зрелостью.
Возможно, автор считал эту тему достойной освещения в мельчайших подробностях. Посчитаете ли вы так же - решать вам.
Добавляю одну звезду исключительно за язык, которым книга написана, а точнее - за постоянную, начиная с самого названия книги, игру слов, которой - складывается впечатление - автор даже злоупотребляет. Резюмируя все сказанное: если вы готовы рассматривать эту книгу как пятисотстраничное упражнение в расшифровке каламбуров, парономазий и т.п., смело беритесь за нее.
Profile Image for Alberto.
677 reviews53 followers
December 30, 2018
El autor destroza con destreza los tópicos del trópico. En resumen es un hombre con hambre de hembras… y así todo. Aventuras amatorias del autor en la Habana pre-crastista. Una literatura difícil por lo densa, prácticamente sin diálogos, plagada de juegos de palabras, paronomasias, aliteraciones y demás.
El autor nos cuenta sus aventuras amatorias adolescentes salpicadas con masturbaciones, desvirgamientos, encuentros furtivos en cines, autobuses etc que acaban resultando bastante repetitivos. Destaca un poco el último capítulo “La amazona” que funciona como una pequeña novela dentro de la novela.
Bastante duro de leer pero el estilo del autor compensa un poco. Recomendado con reservas.
Profile Image for Christopher Waller.
59 reviews16 followers
October 31, 2020
Siendo alguien que disfrutó al máximo Tres Tristes Tigres, se me hace algo difícil reconocer que esta obra no me generó tanto placer como su predecesora. Si bien la fijación nostalgica en una ciudad que el tiempo cambió se encuentra igual de presente, la univocidad de la narración junto con el énfasis narrativo en la vida sexual del narrador (o autor) hacen que el carácter de la obra se torne bastante escabrosa la mayor parte del relato, lo que, combinado con el constante jolgorio verbal, hace del texto un vivo ejemplo de lo que en inglés se viene a denominar "style over substance".

En suma, demasiados culos y tetas.
40 reviews
August 2, 2024
Probablemente a un habanero le llegue más el libro. A mí se me ha hecho largo. El libro es un paseo por La Habana alrededor de mediados de siglo, de la mano de las filias y fobias sexuales del protagonista, desde su infancia. Los juegos de palabras y las referencias a escritores, directores, películas y lugares de La Habana son geniales, pero están supeditadas todas a la perspectiva sexual del escritor. Una perspectiva cruda, sin paños calientes que sólo valora, desea y busca carne; tetas, culos... He acabado cansado de taaaaaanta descripción de feas y guapas. Es una sensación rara. Un buen escritor poseído por una mezcla entre Benny Hill y Bigas Luna.
Profile Image for Gonçalo Ferreira.
289 reviews11 followers
January 1, 2019
"(haciendo cierto el aserto, el viejo adagio que era más bien un allegro: «La Habana, quien no la ve no la ama» y yo la veía tal vez demasiado, la ciudad entrándome no sólo por los ojos sino por los poros, que son los ojos del cuerpo)"
(La casa de las transfiguraciones)

"Había llovido temprano esa tarde, uno de esos aguaceros como el amor: intensos y repentinos y fugaces,(...)"
(Todo vence al amor)

"Nunca le había preguntado por su pretérito - tal vez (ahora lo veo) porque no teníamos mucho futuro."
(Falsos amores con una ballerina)
Profile Image for Israel Centeno.
6 reviews3 followers
October 29, 2020
Una novela excepcional, la educación sentimental de un machito del oriente de Cuba en la Habana, llena de peripecias, tropos, juegos semánticos, el ritmo sostenido del relato que desarrolla las peripecias del autor y de todos los personajes que habitan la novela. Al Igual que Tres Tristes Tigres, al final se decanta la ciudad, La Habana de los años 40-5, como protagonista. Sería muy difícil encontrar hoy en estos principios de milenio, tan pazguatos, tanto desparpajo y frescura, erudición y procacidad, retruécanos, alteración e hipérboles, conduplicaciones, calambures y paronomasias.
Profile Image for Manuel Alamo.
161 reviews11 followers
March 30, 2025
Indudablemente no se puede dejar de aplaudir la forma cuidada, simpática y dinámica de la narración (quizás un punto que se volvió algo agotador fue la cantidad de información entregada en los paréntesis), dotada de descripciones ingeniosas y un rico vocabualrio imagen de la idiosincrasia cubana. Sin embargo, la temática se me volvió repetitiva y los encuentros con otros personajes de a poco me dejaron de interesar. Retratar a La Habana mediante su aprendizaje sexual tiene un límite, y pudo haberse complementado un poco más mostrando a la ciudad desde otra perspectiva del autor.
Profile Image for Juan Arias.
Author 1 book3 followers
December 27, 2023
Novela que se podría considerar de aprendizaje, sexual, pero aprendizaje al fin y al cabo.

Llena de retruécanos que te hacen sonreír, el primero de todos el propio título que puede tener tres y cuatro interpretaciones distintas, incluyendo la música de Maurice Ravel.

Una gran novela en la que un niño va descubriendo poco a poco el sexo, pagando por las distintas etapas de su vida, hasta su madurez. Novela plena de sexo y humor.

Muy recomendable.
Profile Image for Benito.
359 reviews13 followers
February 14, 2018
Segunda lectura y segundo disfrute de esta obra prodigiosa. Un escrito es literatura cuando la forma del lenguaje es un objetivo autónomo respecto a la función comunicativa. Y en Cabrera esa autonomía es sublime.
Es una pieza para disfrutar del humor, del retruécano, del habla habanera y en general, de una agilidad con el lenguaje que no soy capaz ni de describir.
15 reviews
June 7, 2023
Me ha costado trabajo atravesar este mar de palabras cruzadas por montones de paréntesis, algunos tan prolijos que ha debido hacer párrafos aparte, y otros artefactos gráficos que oscurecen la lectura para, finalmente, sacarle gusto a la retahíla de divertidas anécdotas que relata el autor. Muchas muchas palabras para dar su mensaje. Tengo mejores libros esperándome!
Profile Image for Nora.
Author 1 book50 followers
November 13, 2017
"...pero ella ya estaba acariciándome, instándome a que subiera encima de ella de nuevo, a que volviera a mi tarea de profundizar nuestro contacto, de hacer del amor un verdadero conocimiento ... de convertir el amor en algo que dure no más de la muerte, sino mientras la memoria viva."
Profile Image for Eric.
159 reviews7 followers
December 30, 2020
A highly entertaining tale of a young man's love of language and ladies in Cuba. Hilarious, erotic, and a touch chauvinistic, the writing echoes Nabokov's Lolita in inventiveness and Bellow's Herzog in exuberance (but thankfully without the neuroses).

At 400 pages, the tale can't help to sag a bit in the back third, but the ending is surprisingly affective and the epilog is a hilarious surreal tour de force that would make Bunuel smile.
Profile Image for Rafel Socias.
449 reviews5 followers
August 26, 2021
G. Cain, alter ego de l'autor, rememora la seva biografia sexual a l'Havana d'abans de la revolució castrista. És un obra força repetitiva, però construïda de forma que es gaudeix moltíssim, en especial a nivell lingüístic.
14 reviews
October 9, 2025
Empezado, no terminado. Me parece una enumeración de sus aventuras sexuales adolescentes (no sé si alguna habrá tenido buen puerto) y de las calles de La Habana que si no la conoces te resulta aburrido.
El lenguaje es una maravilla, aunque aveces se pierde en las explicaciones
Displaying 1 - 30 of 45 reviews

Can't find what you're looking for?

Get help and learn more about the design.