E eis que a borboleta, depois de saída do seu casulo, escafandro obscuro, se permitiu voar e apreciar de forma genuína, verdadeira e sem quaisquer tabus, ou medos, até ao mundo natural ao seu redor. Para isso, viajou, conheceu diferentes pessoas, em diferentes níveis de desenvolvimento espiritual, mas com todas elas, evoluiu enquanto ser humano…e a isso, e por tudo isso, está grata…viagens com humanos plenas de aprendizagens eternas! Assim, depois desta jornada, conta a sua viagem descrevendo um pouco sobre aquilo que mais lhe encantou, e, sobre o que viu ao longo deste curto voo…as pessoas, os lugares, as viagens que mais lhe chamaram à atenção… Borboleta voou, voa e continua a voar…para mais tarde tudo contar e registar…